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Eternidade 1 - Discípulos 💜

Capítulo 25 – Projeto Jardins Suspensos e Bombeiros (Eternidade 1 – Fatos 2020 e 2021)

 


🌳 Capítulo 25 – Projeto Jardins Suspensos e Bombeiros (Eternidade 1 – Fatos 2020 e 2021)

O Capítulo 25 detalha um ambicioso projeto de Engenharia e Arquitetura sustentável que integra Agricultura Vertical (Jardins Suspensos) com sistemas inovadores de gerenciamento hídrico (Rios Artificiais). A proposta visa promover o abastecimento alimentar, a sustentabilidade e o crescimento ordenado das civilizações, destacando a necessidade de responsabilidade e cooperação em obras de grande impacto.


I. Jardins Suspensos: Agricultura Vertical e Estrutura

O conceito central é a produção de alimentos em larga escala de forma vertical, otimizando o uso do solo e combatendo a fome:

  • Conceito e Simbolismo: Os Jardins Suspensos são apresentados como uma fonte de alimento e esperança de vida, comparados metaforicamente à Yggdrasil da mitologia nórdica — uma "árvore colossal" que cura doenças e revela respostas.

  • Arquitetura e Otimização: O projeto propõe a transição da colheita horizontal para a colheita vertical, gerando economia de espaço e diminuindo o custo de compra de terras agrícolas. As estruturas ideais incluem escadas em espiral, formatos de cone (para máximo aproveitamento do sol) e o uso de montanhas para economia de materiais.

  • Segurança e Material: Há uma grande atenção ao peso (solo, água, plantas), ventos e incêndios. A estrutura deve ter uma base larga e forte para proteção contra desabamentos. O autor sugere o uso de materiais recicláveis como borracha de pneu na construção, e a criação de viveiros artificiais para animais silvestres (pássaros, macacos) e colmeias.

  • Uso Múltiplo: Além da agricultura, a estrutura é uma oportunidade para estudos de laboratório (plantações geneticamente alteradas) e turismo (plantação de flores, abelhas). A locomoção interna deve ser versátil, incluindo elevadores, escorregadores e rapel.

II. Sustentabilidade e Economia (Abastecimento Alimentar)

O capítulo aborda a gestão de recursos e faz uma crítica ao modelo econômico de exportação:

  • Reaproveitamento: A produção em larga escala deve garantir o reaproveitamento de material excedente, que serve como ração para animais (incluindo peixes) e adubo. A distribuição desse excedente deve ser equilibrada por territórios para não afetar o deslocamento natural das espécies.

  • Crítica ao Mercado: O autor critica veementemente a prática de exportar toda a produção, o que encarece o consumo interno e gera fome. O princípio econômico defendido é: manter o nível de reabastecimento interno da população primeiro, e só então vender o sobressalente ao mercado externo. Isso garante uma cadeia de suprimentos equilibrada.

  • Cultivo Específico: Menciona a produção de cacaueiro (matéria-prima do chocolate) e guaraná ("planta da vida", um fruto estimulante com propriedades antioxidantes), destacando as características de cultivo dessas plantas.

III. Engenharia Hídrica e o Meio Ambiente

O texto propõe soluções avançadas para o problema do fornecimento de água potável e irrigação:

  • Rios Artificiais: São construções que imitam rios naturais para espalhar água em áreas de difícil acesso. A inovação crucial é a impermeabilização do fundo do rio (comparada a um cano de PVC cortado ao meio) para evitar o desperdício de água por absorção do solo.

  • Fontes de Água e Canalização: O projeto prevê o desvio de rios, o uso de barragens (semelhante a usinas hidroelétricas) para levar água a níveis mais altos e a canalização das águas do mar (criando reservatórios para vegetação e vida marinha).

  • Captação e Tratamento: A criação de pistas para captação de água das chuvas e de rios cheios é essencial. Essa água excedente deve ser drenada, filtrada e enviada para tratamento, devido ao risco de contaminação por sujeira, garantindo água limpa para consumo humano, animal e vegetal.

  • Preservação: Os rios artificiais funcionam como cisternas artificiais e requerem manutenção constante. A preservação e a diversidade (com árvores nas margens, fornecendo sombra) devem caminhar juntas para um ambiente sustentável.

IV. Bombeiros e Responsabilidade Final

  • Valquírias de Proteção: O papel dos Bombeiros é destacado como o de "verdadeiras valquírias" que protegem e previnem os Jardins Suspensos contra desastres como incêndios e desmoronamentos.

  • Lucro Sustentável: A construção dessas grandes redes de infraestrutura exige responsabilidade e seu lucro principal é o crescimento ordenado e planejado das civilizações, e não apenas o capital financeiro.

  • Ordem Social: Levar os rios até as civilizações (processo inverso ao natural) exige a retirada da desordem (construções irregulares) e o estabelecimento de cooperação, onde o bem maior prevalece.


Conclusão: O Capítulo 25 funde as áreas de Engenharia, Arquitetura e Agricultura em uma visão de futuro sustentável. O foco está na criação de uma infraestrutura robusta, autossustentável (reaproveitamento, água) e planejada, com o objetivo de impactar positivamente a sociedade, fornecendo alimentos e água limpa, e servindo como um modelo de conquista em outros mundos.

#Agricultura, #Engenharia, #Arquitetura, #Meio   

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