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Eternidade 1 - Discípulos 💜

Capítulo 16 – O Tempo (Eternidade 1 – Fatos 2020 e 2021)

 


⏳ Capítulo 16 – O Tempo (Eternidade 1 – Fatos 2020 e 2021)

O Capítulo 16, "O Tempo", é uma tese sobre a existência, a mortalidade e a capacidade humana de manipular o futuro. Ele define a vida como uma trajetória de sobrevivência para as gerações futuras e o Tempo como um ciclo eterno de Passado, Presente e Futuro, acessível e maleável através da Esperança e da .


I. A Natureza Cíclica do Tempo e da Vida

O autor conceitua a vida e a morte dentro de um ciclo de renovação, onde o tempo é a força motriz:

  • Vida, Morte e Sobrevivência: A morte é uma passagem, e a vida é um caminho cuja trajetória direciona à sobrevivência dos indivíduos para que as gerações posteriores possam desfrutar do ciclo de renovações.

  • O Triângulo do Tempo: A realidade do poder é cíclica e se repete em um ciclo eterno, mas é representada como um triângulo com pontas de acesso, e não uma circunferência. Essa estrutura define as interações:

    • Eu do Passado cria o Futuro.

    • Eu do Presente presencia o passado da criação do Futuro.

    • Eu do Futuro presencia o passado do presente da criação do Futuro.

  • Contabilização: O Tempo gasto fazendo algo no Presente é contabilizado para algo que você ainda não fez no Futuro.


II. O Caos, a Ordem e a Manipulação do Futuro

O capítulo aborda a natureza caótica do tempo e a capacidade humana de intervenção:

  • Padrões no Caos: O movimento do tempo e as interações são caóticas, mas possuem padrões ordenados. O sucesso da sobrevivência do coletivo depende desse movimento.

  • Reescrita do Futuro: O Futuro é uma incerteza e uma construção do Passado e Presente, mas ainda pode ser reescrito (não se perde aquilo que ainda não aconteceu).

  • Manipulação do Fluxo: A chave para a transformação e mudança reside na capacidade de manipular o fluxo do tempo, interrompendo o futuro pré-determinado (ex: remover peças de dominó em uma fileira para parar a queda constante).

  • Foco e Detalhe: O Caos tem inúmeras realidades. O ato de focar em um detalhe (ex: o carro no planejamento) é o que permite a percepção e a aquisição de conhecimento sobre o que será construído para o Futuro (rastros no tempo).


III. A Esperança e a Visão (Luz)

A Esperança é apresentada como a chave para curar a "cegueira" e governar o destino, enquanto a visão física é vulnerável:

  • Fotografia e Luz: "Fotografia significa escrever com a luz", e as imagens têm relevância significativa para a evolução. A Luz de Esperança cura a cegueira, permitindo governar, movimentar e dar o destino.

  • Fragilidade da Visão: O autor alerta para a fragilidade dos olhos. Forçar a visão excessivamente em fotos ou escritas, ou "procurar respostas nas ondas do tempo" por muito tempo, pode ser prejudicial.

  • Equilíbrio e Regeneração: Para manter o equilíbrio e a visão, é preciso descansar o foco, diminuir a intensidade da luz e acostumar-se com o corpo. A visão que ainda não aconteceu pode ser regenerada no Futuro.

  • Autoconhecimento e Fé: Manipular as ondas do tempo exige autoconhecimento. Um exemplo simples de acesso a esse poder é escolher um versículo bíblico aleatório para obter uma resposta divina.


Conclusão: O Capítulo 16 define O Tempo como o agente de um ciclo eterno, onde a morte é uma passagem e a vida é a trajetória para a sobrevivência das gerações. O indivíduo deve usar a Esperança como força motriz para manipular a incerteza do Futuro, intervindo no Caos por meio do foco em padrões ordenados e da decisão consciente. A Luz de Esperança é essencial para "curar a cegueira" e garantir que a construção do futuro (a reescrita da história) seja feita com assertividade e equilíbrio.

#Esperança, #Passado, #Presente, #Futuro

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