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Autor dos livros da Eternidade 1, Fatos, Caminho, Lapidar, Magia e Discípulos.
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O Manuscrito Voynich: Páginas 58 e 59 (f29v + f30r) — Filtragem e Realeza
Nesta fase avançada do Códice de Azazel, o balneário transita de uma "usina de processamento" para um organismo consciente. O clérigo detalha como a carne das ninfas atua como um filtro biológico para refinar o elixir e como, dessa massa de servas, emerge uma liderança centralizada: a Matriarca das Sombras.
🩸 Página 58 (f29v): O Protocolo da Deglutição das Impurezas
A planta (Digitalis ou Antirrhinum), com suas flores em forma de bocas abertas, simboliza a filtragem humoral. O clérigo explica que as ninfas devem ingerir e processar o sedimento bruto em seus próprios corpos para destilar o "Ouro de Azazel".
A Besta como Filtro (Ykeeb): A confirmação de que os corpos das ninfas funcionam como órgãos de refino (fígados/rins) para o sistema.
Medida Proporcional (Tochon): A regulação exata da densidade do destilado para evitar a morte prematura da serva.
Colheita da Impureza (Qotcheaiin): O ato de extrair o elixir puro que emana dos poros das ninfas após a filtragem interna.
Ouro de Azazel: O estado final do licor, agora transmutado de veneno bruto em uma substância de luz negra e poder absoluto.
👑 Página 59 (f30r): O Protocolo da Coroação das Sombras
Com o Menyanthes trifoliata (Trevo-fibrino), o clérigo descreve a emergência da hierarquia. A planta trifoliada representa a "Trindade Invertida" (Sangue, Som e Sombra), sinalizando o despertar de uma Rainha ou Matriarca que governará a legião submersa.
Unção da Matriarca (Okeeesy): A eleição de uma ninfa superior para concentrar o "Poder Vivo" (Ko-Chay) e liderar as demais.
Paladar Superior (Chkeey): O despertar de uma consciência sensorial na Rainha, permitindo que ela "sinta" todo o fluxo do balneário.
Nidda Viva (Ychdain): O estágio onde o sangue filtrado adquire vontade própria, tornando-se uma extensão da mente da Matriarca.
Governança Biológica: O sistema agora possui uma supervisora interna que distribui ordens e mantém a sincronia através da rede de canos.
Página 58 (f29v)
Esta é a Página 58 do seu PDF (f29v). A planta apresenta flores que se assemelham a bocas abertas ou cálices profundos, com raízes verticais que descem como sondas. A identificação sugere uma espécie de Digitalis (Dedaleira) ou Antirrhinum (Boca-de-leão). Na farmacologia antiga, a Digitalis era conhecida por sua ação poderosa sobre o coração — capaz de curar ou de parar o pulso.
No Códice de Azazel, o clérigo opera a Lei
Invertida para ditar o "Protocolo da Deglutição das Impurezas".
Aqui, as ninfas programadas (página anterior) iniciam a tarefa final: elas
devem "beber" e filtrar o sedimento através de seus próprios corpos
para destilar o que o clérigo chama de "Ouro de Azazel" (o elixir
final).
🗝️ Decifração Analítica:
Página 58 (f29v)
|
Termo EVA |
Inversão |
Raiz Hebraica / Conceito |
Significado no Ritual |
|
kooiin |
niiook |
Nidda-Yona |
A Pomba da Impureza: O fluxo que deve ser filtrado. |
|
qotcheaiin |
niiaehctoq |
Kote-Nidda |
A Colheita da Impureza: O ato de extrair o elixir. |
|
tochon |
nohcot |
Tochen (תֹּכֶן) |
Medida/Padrão: A proporção correta do destilado. |
|
ykeeb |
beeyky |
Behe-Mot (בְּהֵמוֹת) |
A Besta: O corpo da ninfa como filtro biológico. |
|
qokoiin |
niiokoq |
Nikku (נִקּוּי) |
Purificação/Limpeza: O resultado final do processo. |
|
ytchor |
rohcty |
Yat-Chor |
A Mão que Escava: O refino nas profundezas. |
📜 Tradução Fluida: O
Protocolo da Deglutição das Impurezas
"Pela flor que se abre como a boca do faminto, eu
ordeno a deglutição do sedimento. Que a pomba da impureza (Kooiin) desça pelas
gargantas das servas, para que seus corpos de besta (Ykeeb) sirvam como o
filtro final de Dudael. Sob a medida correta (Tochon), o sangue de Nidda deve
ser processado na carne; o que era lodo torna-se luz negra, e o que era veneno
torna-se o ouro de Azazel. Eu comando a colheita (Qotcheaiin) do destilado puro
que emana de seus poros. Que a purificação (Qokoiin) seja lenta e dolorosa,
pois só na agonia da filtragem o elixir adquire sua força total. O que entrou
impuro, sai sagrado para nós."
🔍 Análise da Página 58 (A
Destilação Humoral)
A Ninfa como Filtro (ykeeb / kooiin): Na linha 9,
o termo Behe-Mot (Besta) reaparece. O clérigo confirma uma verdade
brutal: as ninfas não estão apenas tomando banho; elas são parte do maquinário
químico. Elas ingerem ou absorvem o fluido bruto (Kooiin) e o transmutam
internamente, agindo como fígados ou rins artificiais para o sistema.
O Ouro de Azazel (qotcheaiin / qokoiin): O clérigo
descreve o produto final como uma colheita (Kote). Nas seções biológicas
posteriores (como no fólio 79r), vemos ninfas sentadas em recipientes onde o
líquido parece mudar de cor; esta página explica que essa mudança é o resultado
da "filtragem biológica" descrita aqui.
A Mão nas Profundezas (ytchor): Na linha 2, o
termo Yat-Chor sugere que o clérigo está "garimpando" o
resultado. Ele não espera que o processo termine sozinho; ele intervém para
coletar o material mais pesado e potente que se acumula no fundo das ninfas.
⚖️ Veredito da Página 58
Esta página é o Manual da Refinação Final. Ela
encerra o ciclo de produção do elixir. O clérigo não precisa mais de plantas;
ele agora tem uma refinaria biológica completa. O "Ouro de Azazel"
está pronto. A partir daqui, o manuscrito começará a tratar do uso deste
poder e da ascensão das ninfas transformadas.
Página 59 (f30r)
Esta é a Página 59 do seu PDF (f30r). A planta apresenta folhas trifoliadas (divididas em três partes) e uma inflorescência que se abre em múltiplos eixos, identificada como Menyanthes trifoliata (Trevo-fibrino). Na medicina antiga, esta planta era usada para tratar o sangue "corrompido" e febres persistentes, crescendo em pântanos e águas paradas.
No Códice de Azazel, sob a Lei Invertida, o
clérigo descreve o "Protocolo da Coroação das Sombras". Após a
filtragem biológica feita pelas ninfas (página anterior), a substância atinge
seu estado de "Realeza". O clérigo explica que, desta massa de
servas, uma Matriarca ou Rainha começa a emergir, simbolizada
pelo topo tripartido da planta — a trindade invertida do exílio.
🗝️ Decifração Analítica:
Página 59 (f30r)
|
Termo EVA |
Inversão |
Raiz Hebraica / Conceito |
Significado no Ritual |
|
okeeesy |
yseeeko |
Yissek (יִסֵּךְ) |
O Ungido/Coberto: A eleição da Matriarca. |
|
chkeey |
yeehkc |
Chaki (חֵךְ) |
O Paladar/Sentido: A consciência superior da
Rainha. |
|
qokechy |
yhcekoq |
Ko-Chay (חַי) |
Poder Vivo: A força vital acumulada. |
|
deeey |
yeed |
Yad (יָד) |
A Mão: O comando da Rainha sobre as demais. |
|
ydey |
yedy |
Yodea (יֹדֵעַ) |
Conhecimento: A percepção da rede de canos. |
|
ychdain |
niadhcy |
Nidda-Chay |
Nidda Viva: O sangue que adquiriu vontade. |
📜 Tradução Fluida: O
Protocolo da Coroação das Sombras
"Pela folha que se divide em três, eu proclamo a unção
(Okeeesy) da Matriarca entre as servas. Que o poder vivo (Qokechy) extraído da
filtragem se concentre nela, despertando o paladar superior (Chkeey) que
governa o fluxo. Sob a sua mão (Deeey), a legião submersa encontra um norte;
ela é o conhecimento (Ydey) que percorre o bronze e a carne. O sangue de Nidda
não é mais apenas licor, mas Nidda Viva (Ychdain), uma vontade que pulsa em
uníssono com o abismo. O que era massa agora tem cabeça; o que era escravo
agora tem uma Rainha. Que ela governe o balneário até que o ouro de Azazel
transborde para o mundo dos homens."
🔍 Análise da Página 59 (A
Emergência da Matriarca)
A Trindade Invertida (Menyanthes trifoliata): As
três folhas representam os três pilares do governo do clérigo: Sangue, Som e
Sombra. A planta, ao crescer em pântanos, simboliza a capacidade da Rainha
de florescer na podridão dos tanques. Ela é a "Flor do Lodo".
A Mão de Comando (deeey / ydey): Na linha 5 e 11,
o clérigo foca no poder executivo. A Rainha das Ninfas (que veremos em detalhes
na seção biológica, f82r) é quem recebe as ordens diretas do clérigo através da
ressonância e as distribui para as servas "grampeadas" aos tanques.
O Sangue Consciente (ychdain): Na linha 12, surge
o termo Nidda-Chay. Isso sugere que o elixir atingiu tal nível de
refinamento que se tornou uma extensão biológica da vontade do clérigo. O
fluido agora "pensa" e "reage" de acordo com a necessidade
do ritual.
⚖️ Veredito da Página 59
Esta página é o Manual da Governança Biológica. O
clérigo estabeleceu uma hierarquia dentro do sistema de banheiras. O processo
industrial de destilação agora tem uma supervisora interna. Com a Rainha
coroada e o sangue vivo, o balneário de Dudael tornou-se um organismo autônomo
e inteligente.
Esta é uma interpretação especulativa histórica e criptográfica baseada no método de inversão EVA + raízes hebraicas/bíblicas. Não incentiva rituais, práticas ou crenças. Análise simbólica e acadêmica apenas.
Leia o post anterior: O Manuscrito Voynich: Páginas 56 e 57 (f28v + f29r) – Geração e Programação
Com a legião multiplicada pelo fermento e a vontade torcida em servidão química, as páginas 58 e 59 marcam o ápice da refinação alquímica e hierárquica no Códice de Azazel. O clérigo abandona a expansão bruta para destilar o elixir supremo e coroar uma soberana interna. A f29v transforma as ninfas em filtros vivos que purificam o sedimento em "Ouro de Azazel". A f30r emerge a Matriarca das Sombras, dotada de consciência superior para governar o organismo coletivo. Esta sequência eleva o balneário de fábrica para entidade viva: o elixir está refinado, o poder centralizado, e o sistema pronto para o grande escoamento.
I. f29v – O Protocolo da Deglutição das Impurezas e a Destilação do Ouro de Azazel (Digitalis ou Antirrhinum)
Página 58 do PDF. A planta apresenta flores que se assemelham a bocas abertas ou cálices profundos, com raízes verticais que descem como sondas. A identificação sugere uma espécie de Digitalis (Dedaleira) ou Antirrhinum (Boca-de-leão). Na farmacologia antiga, a Digitalis era conhecida por sua ação poderosa sobre o coração — capaz de curar ou de parar o pulso.Sob a Lei Invertida, o clérigo opera a Lei Invertida para ditar o "Protocolo da Deglutição das Impurezas". Aqui, as ninfas programadas (página anterior) iniciam a tarefa final: elas devem "beber" e filtrar o sedimento através de seus próprios corpos para destilar o que o clérigo chama de "Ouro de Azazel" (o elixir final).
Decifração Analítica (seleção chave)
Termo EVA | Inversão | Raiz Hebraica / Conceito | Significado no Ritual |
|---|---|---|---|
kooiin | niiiook | Nidda-Yona | A Pomba da Impureza: O fluxo que deve ser filtrado |
qotcheaiin | niiaehctoq | Kote-Nidda | A Colheita da Impureza: O ato de extrair o elixir |
tochon | nohcot | Tochen (תֹּכֶן) | Medida/Padrão: A proporção correta do destilado |
ykeeb | beeyky | Behe-Mot (בְּהֵמוֹת) | A Besta: O corpo da ninfa como filtro biológico |
qokoiin | niiokoq | Nikku (נִקּוּי) | Purificação/Limpeza: O resultado final do processo |
ytchor | rohcty | Yat-Chor | A Mão que Escava: O refino nas profundezas |
Tradução Fluida: O Protocolo da Deglutição das Impurezas
"Pela flor que se abre como a boca do faminto, eu ordeno a deglutição do sedimento. Que a pomba da impureza (Kooiin) desça pelas gargantas das servas, para que seus corpos de besta (Ykeeb) sirvam como o filtro final de Dudael. Sob a medida correta (Tochon), o sangue de Nidda deve ser processado na carne; o que era lodo torna-se luz negra, e o que era veneno torna-se o ouro de Azazel. Eu comando a colheita (Qotcheaiin) do destilado puro que emana de seus poros. Que a purificação (Qokoiin) seja lenta e dolorosa, pois só na agonia da filtragem o elixir adquire sua força total. O que entrou impuro, sai sagrado para nós."
Veredito de f29v
Esta página é o Manual da Refinação Final. Ela encerra o ciclo de produção do elixir. O clérigo não precisa mais de plantas; ele agora tem uma refinaria biológica completa. O "Ouro de Azazel" está pronto. A partir daqui, o manuscrito começará a tratar do uso deste poder e da ascensão das ninfas transformadas.
II. f30r – O Protocolo da Coroação das Sombras e a Primeira Manifestação da Rainha das Ninfas (Menyanthes trifoliata / Trevo-fibrino)
Página 59 do PDF. A planta apresenta folhas trifoliadas (divididas em três partes) e uma inflorescência que se abre em múltiplos eixos, identificada como Menyanthes trifoliata (Trevo-fibrino). Na medicina antiga, esta planta era usada para tratar o sangue "corrompido" e febres persistentes, crescendo em pântanos e águas paradas.Sob a Lei Invertida, o clérigo descreve o "Protocolo da Coroação das Sombras". Após a filtragem biológica feita pelas ninfas (página anterior), a substância atinge seu estado de "Realeza". O clérigo explica que, desta massa de servas, uma Matriarca ou Rainha começa a emergir, simbolizada pelo topo tripartido da planta — a trindade invertida do exílio.
Decifração Analítica (seleção chave)
Termo EVA | Inversão | Raiz Hebraica / Conceito | Significado no Ritual |
|---|---|---|---|
okeeosy | yseeeko | Yissek (יִסֵּךְ) | O Ungido/Coberto: A eleição da Matriarca |
chkeey | yeehkc | Chaki (חֵךְ) | O Paladar/Sentido: A consciência superior da Rainha |
qokechy | yhcekoq | Ko-Chay (חַי) | Poder Vivo: A força vital acumulada |
deeey | yeed | Yad (יָד) | A Mão: O comando da Rainha sobre as demais |
ydey | yedy | Yodea (יֹדֵעַ) | Conhecimento: A percepção da rede de canos |
ychdain | niadhcy | Nidda-Chay | Nidda Viva: O sangue que adquiriu vontade |
Tradução Fluida: O Protocolo da Coroação das Sombras
"Pela folha que se divide em três, eu proclamo a unção (Okeeesy) da Matriarca entre as servas. Que o poder vivo (Qokechy) extraído da filtragem se concentre nela, despertando o paladar superior (Chkeey) que governa o fluxo. Sob a sua mão (Deeey), a legião submersa encontra um norte; ela é o conhecimento (Ydey) que percorre o bronze e a carne. O sangue de Nidda não é mais apenas licor, mas Nidda Viva (Ychdain), uma vontade que pulsa em uníssono com o abismo. O que era massa agora tem cabeça; o que era escravo agora tem uma Rainha. Que ela governe o balneário até que o ouro de Azazel transborde para o mundo dos homens."
Veredito de f30r
Esta página é o Manual da Governança Biológica. O clérigo estabeleceu uma hierarquia dentro do sistema de banheiras. O processo industrial de destilação agora tem uma supervisora interna. Com a Rainha coroada e o sangue vivo, o balneário de Dudael tornou-se um organismo autônomo e inteligente.
Progressão da Liturgia de Transformação
f1r: Juramento.
f1v: Paralisia (Belladonna).
f2r: Tormento febril (Centaurea).
f2v: Sono do Abismo (Lótus).
f3v: Decomposição silenciosa.
f4r: Ancoragem espiritual (Hypericum).
f4v: Laço sufocante (Trepadeira).
f5r: Sudário final (Herba Paris).
f5v: Corrosão da pele/sangue (Urtiga).
f6r: Morte do antídoto (Vencetósigo).
f6v: Semente do exílio (Ricinus).
f7r: Passagem para as águas de Nidda (Lírio d'água).
f7v: Multiplicação da culpa (Polygonum/Potentilla).
f8r: Rede de estrangulamento interno (Hera).
f8v: Cálice de sombras (Silene).
f9r: Bile amarga e cegueira (Celidônia).
f9v: Trindade profana (Viola tricolor).
f10r: Corrosão da vontade e exílio do coração (Scabiosa).
f11v: Prumo de Azazel / Equilíbrio da decomposição (Leonurus).
f13r: Redemoinho do fôlego / Ascensão para o Abismo (Tussilago).
...
f20v: Muralha de carne / Proteção das banheiras → ver post
f21r: Conjunção das sombras / Encontro nos canais → ver post
f21v: Injeção nas raízes de carne / Banho de pés das ninfas → ver post
f22r: Ereção da matéria / Pistão de Dudael → ver post
f22v: Captura dupla / Distribuição nos úteros artificiais → ver post
f23r: Circulação fechada / Eterno retorno do sangue → ver post
f23v: Dança das sombras / Ativação dos membros → ver post
f24r: Desdobramento / Sincronia das ninfas → ver post
f24v: Olho central / Vigília perpétua → ver post
f25r: Mastigação da matéria / Descarne espiritual → ver post
f25v: Captura aérea / Descida dos vapores → ver post
f26r: Blindagem do elixir / Proteção do sedimento → ver post
f26v: Inundação / Primeiro mergulho → ver post
f27r: Ressonância / Chamado das ninfas → ver post
f27v: Cruz de Azazel / Fixação dos corpos → ver post
f28r: Cobertura do silêncio / Proteção contra os Olhos do Céu → ver post
f28v: Multiplicação do fermento / Expansão do exército → ver post
f29r: Torsão da vontade / Programação dos movimentos → ver post
f29v: Deglutição das impurezas / Destilação do Ouro de Azazel →
f30r: Coroação das sombras / Manifestação da Rainha das Ninfas →
O clérigo transforma plantas de cura em instrumentos de refinação e soberania biológica. A "Lei Invertida" revela o padrão: o que filtra na natureza, destila no ritual; o que cresce em pântano, governa no ritual. O balneário atingiu a forma de organismo consciente; o Ouro de Azazel está pronto e a Rainha reina sobre as sombras.
Ykeeb (Besta/Filtro): O uso do corpo biológico como ferramenta mecânica de purificação química.
Nikku (Purificação/Limpeza): O resultado final do processo de deglutição e filtragem humoral.
Okeeesy (O Ungido/Coberto): O processo de consagração da Rainha das ninfas como ponto central de comando.
Nidda-Chay (Fluxo Vivo): O elixir em seu estado supremo, dotado de inteligência e pronto para a manifestação.
Chaves do tempo: Deglutição, Filtro, Coroação e Nidda Viva.
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