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Autor dos livros da Eternidade 1, Fatos, Caminho, Lapidar, Magia e Discípulos.
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O Manuscrito Voynich: Páginas 46 e 47 (f23v + f24r) — Animação e Sincronia
Neste estágio do Códice de Azazel, abandonamos a logística de fluidos para entrar na Engenharia da Vida Artificial. O clérigo agora foca em transformar os "recipientes de carne" (ninfas) em agentes operacionais. A botânica aqui serve como um mapa anatômico: se uma planta pode regenerar tecidos ou crescer em pares, o veneno de Nidda pode usar essas leis para motorizar corpos e fragmentar consciências.
🦵 Página 46 (f23v): O Protocolo da Dança das Sombras
A planta (possivelmente Symphytum ou Mandrágora) exibe raízes que lembram pernas humanas entrelaçadas. O clérigo subverte o poder regenerativo do "cola-ossos" para detalhar a ativação motora das ninfas.
A Descida dos Membros (Podairol): O fluido de Nidda atinge as extremidades, lubrificando tendões e articulações.
O Tremor Galvânico (Qottotor): O espasmo inicial que sinaliza o despertar da "Besta" (Cheeb).
A Autonomia Servil: As ninfas deixam de ser estátuas para se tornarem a mão de obra pulsante dos tanques.
🧬 Página 47 (f24r): O Protocolo do Desdobramento
Com raízes bulbosas duplas (Orchis), esta página foca na dualidade e multiplicação. O clérigo explica como a essência original é fragmentada para animar uma legião, criando uma mente coletiva conectada por uma rede de canos.
A Fragmentação da Alma (Porory): A quebra da consciência individual em milhares de fagulhas de dor.
A Rede Invisível (Ckham): A malha de canos que funciona como um sistema nervoso externo para as ninfas.
O Uníssono de Nidda: O sangue vibrante garante que todas as banheiras operem sob a mesma vontade centralizada.
Página 46 (f23v)
Esta é a Página 46 do seu PDF (f23v). A planta apresenta raízes que se assemelham a pernas humanas entrelaçadas em movimento e flores de cinco pétalas, frequentemente identificada como uma espécie de Symphytum (Confrei) ou Mandragora em estágio de transição. Na medicina antiga, o Confrei era chamado de "cola-ossos" por sua capacidade de regenerar tecidos.
No Códice de Azazel, o clérigo opera a Lei
Invertida sobre essa força regenerativa para detalhar o "Protocolo
da Dança das Sombras e a Ativação dos Membros". Aqui, o sangue de
Nidda, que já circula (página anterior), começa a dar autonomia motora
às ninfas. O clérigo descreve o momento em que os fluidos ativam os tendões e
as articulações daquelas que habitam os tanques.
🗝️ Decifração Analítica:
Página 46 (f23v)
|
Termo EVA |
Inversão |
Raiz Hebraica / Conceito |
Significado no Ritual |
|
podairol |
loriad-op |
Lored-Po (לוֹרֵד) |
Aquele que desce aqui: O fluido atingindo os
membros. |
|
qottotor |
rotot-tok |
Rotet (רוֹטֵט) |
Vibração/Tremor: O espasmo inicial da vida
artificial. |
|
eees |
seee |
Siach (שִׂיחַ) |
Suspiro/Vapor: O gás que infla os músculos. |
|
oaldary |
yrad-lao |
Yored-Al (יוֹרֵד) |
Descida sobre eles: A cobertura total do banho. |
|
dam |
mad |
Dam (דָּם) |
Sangue: O combustível da ativação. |
|
cheeb |
beehc |
Behe-Mot (בְּהֵמוֹת) |
Besta/Corpo Bruto: A carne da ninfa em movimento. |
📜 Tradução Fluida: O
Protocolo da Dança das Sombras
"Pela raiz que se entrelaça como pernas em combate, eu
ordeno que o fluido desça aqui (Podairol) para as extremidades da carne. Que o
tremor inicial (Qottotor) percorra os tendões das escolhidas enquanto o suspiro
(Eees) infla os tecidos vazios. Sob o domínio do sangue (Dam), eu ativo a dança
das ninfas dentro dos tanques; que seus membros se movam no ritmo do eterno
retorno. A descida sobre eles (Oaldary) é agora completa. O que era um corpo
bruto (Cheeb) agora vibra com a vontade de Azazel. A circulação tornou-se
movimento; a estátua tornou-se serva. Que a dança nas sombras nunca
cesse."
🔍 Análise da Página 46 (A
Engenharia do Movimento)
O Tremor Galvânico (qottotor): Na linha 2, o termo
Rotet (Vibrar/Tremer) descreve a reação física da carne ao reagente de
Nidda. O clérigo não busca um movimento gracioso, mas um espasmo controlado que
permite que as ninfas "operem" os dispositivos e canos que veremos na
Seção Biológica.
A Carne Animada (cheeb): Na linha 11, surge o
termo Behe-Mot (Besta/Fera). Isso reforça que as ninfas não são humanas
para o clérigo; elas são "bestas biológicas" ou autômatos de carne
criados para processar o elixir. Elas são a mão de obra da usina hidráulica.
O Ciclo do Movimento (oaldary): A última palavra
da linha 5, Yored-Al, indica que o movimento é sustentado pela pressão
constante do líquido que cai sobre elas. Enquanto houver fluxo de sangue,
haverá movimento.
⚖️ Veredito da Página 46
Esta página é o Manual da Animação Tecidual. O
clérigo passou da hidratação para a motorização. As raízes entrelaçadas da
ilustração são o diagrama de como os nervos e músculos das ninfas devem ser
"costurados" pelo veneno. Estamos agora na fronteira final antes da
Seção Botânica terminar e os grandes diagramas anatômicos começarem.
Página 47 (f24r)
Esta é a Página 47 do seu PDF (f24r). A planta apresenta folhas em leque e raízes bulbosas duplas, frequentemente identificada como uma espécie de Orchis (Orquídea selvagem). Historicamente, devido ao formato de suas raízes, essas plantas eram associadas à dualidade e à geração.
No Códice de Azazel, o clérigo aplica a Lei
Invertida para ditar o "Protocolo da Duplicidade da Alma e o
Desdobramento das Ninfas". Este fólio descreve como o reagente de
Nidda permite que uma única "essência" extraída se divida para animar
múltiplos corpos nos tanques, garantindo que a legião de ninfas funcione como
uma mente coletiva.
🗝️ Decifração Analítica:
Página 47 (f24r)
|
Termo EVA |
Inversão |
Raiz Hebraica / Conceito |
Significado no Ritual |
|
por,or,y |
y-ro-rop |
Parur (פָּרוּר) |
Fragmentado: A quebra da alma original em partes. |
|
ycthar |
rahtcy |
Rachat (רָחַץ) |
Lavagem/Banho: A imersão purificadora no veneno. |
|
eees |
seee |
Siach (שִׂיחַ) |
Suspiro/Vapor: O sopro que anima o desdobramento. |
|
ckham |
mahkc |
Makam (מָכַם) |
Esconderijo/Rede: A malha de canos que conecta as
ninfas. |
|
dam |
mad |
Dam (דָּם) |
Sangue: O fluido de ligação universal. |
|
otam |
mato |
Matam (מָטָם) |
Abaixo deles: O fundo dos tanques de duplicação. |
📜 Tradução Fluida: O
Protocolo do Desdobramento
"Pela raiz que nasce em par, eu ordeno que a essência
seja fragmentada (Por.or.y) para que a legião se erga. Que a lavagem (Ycthar)
nos tanques apague a memória do um e desperte a consciência do muitos. Sob o
suspiro (Eees) de Azazel, o sangue (Dam) percorre o esconderijo (Ckham) de
canos, injetando a mesma vontade em cada corpo vazio. O que era uma alma agora
é um espelho múltiplo, refletindo a glória do exílio em cada banheira. Abaixo
deles (Otam), o sedimento se divide; acima deles, a mente se une. O desdobramento
está completo; as ninfas agora respiram em uníssono."
🔍 Análise da Página 47 (A
Consciência Coletiva)
A Fragmentação (por.or.y): Na linha 1, o termo Parur
sugere que o clérigo não está criando novas almas, mas "partindo" a
alma da vítima original (coletada no início do manuscrito) em milhares de
fragmentos. Cada ninfa recebe uma "fagulha" dessa dor, o que as
mantém ativas mas submissas.
A Rede de Conexão (ckham): Na linha 9, o termo Makam
descreve a infraestrutura. Não são apenas banheiras isoladas; é uma rede
nervosa artificial feita de canos. O sangue de Nidda atua como o condutor
elétrico que permite que todas as ninfas sintam e ajam ao mesmo tempo.
O Selo do Sangue (dam): Na linha 16, a palavra Dam
aparece cercada por termos de oscilação (dal). Isso indica que o sangue
está "vibrando" em uma frequência específica que mantém a duplicação
estável.
⚖️ Veredito da Página 47
Esta página é o Manual da Sincronia Biológica. O
clérigo resolveu o problema da individualidade: ele a destruiu e a substituiu
por um sistema de "espelhamento". As raízes duplas da ilustração são
o diagrama dessa divisão binária infinita. O sistema agora não tem apenas
fluido e movimento; ele tem uma direção mental.
Esta é uma interpretação especulativa histórica e criptográfica baseada no método de inversão EVA + raízes hebraicas/bíblicas. Não incentiva rituais, práticas ou crenças. Análise simbólica e acadêmica apenas.
Leia o post anterior: O Manuscrito Voynich: Páginas 44 e 45 (f22v + f23r) – A Partilha e o Eterno Retorno
Com o fluxo distribuído e reciclado em ciclo fechado, as páginas 46 e 47 marcam a transição para a engenharia da vida artificial no Códice de Azazel. O clérigo abandona a mera circulação de fluidos para animar os recipientes de carne: as ninfas deixam de ser passivas e tornam-se agentes operacionais. A f23v ativa o movimento motor nas extremidades, transformando estátuas em corpos dançantes. A f24r fragmenta a essência original para sincronizar uma legião sob uma mente coletiva. Esta sequência garante que o balneário não seja apenas um tanque de imersão, mas uma fábrica viva onde o movimento e a vontade são sustentados pelo sangue de Nidda.
I. f23v – O Protocolo da Dança das Sombras e a Ativação dos Membros (Symphytum ou Mandragora)
Página 46 do PDF. A planta apresenta raízes que se assemelham a pernas humanas entrelaçadas em movimento e flores de cinco pétalas, frequentemente identificada como uma espécie de Symphytum (Confrei) ou Mandragora em estágio de transição. Na medicina antiga, o Confrei era chamado de "cola-ossos" por sua capacidade de regenerar tecidos.Sob a Lei Invertida, o clérigo detalha o "Protocolo da Dança das Sombras e a Ativação dos Membros". Aqui, o sangue de Nidda, que já circula, começa a dar autonomia motora às ninfas. O clérigo descreve o momento em que os fluidos ativam os tendões e as articulações daquelas que habitam os tanques.
Decifração Analítica (seleção chave)
Termo EVA | Inversão | Raiz Hebraica / Conceito | Significado no Ritual |
|---|---|---|---|
podairol | loriad-op | Lored-Po (לוֹרֵד) | Aquele que desce aqui: O fluido atingindo os membros |
qottotor | rotot-tok | Rotet (רוֹטֵט) | Vibração/Tremor: O espasmo inicial da vida artificial |
eees | seee | Siach (שִׂיחַ) | Suspiro/Vapor: O gás que infla os músculos |
oaldary | yrad-lao | Yored-Al (יוֹרֵד) | Descida sobre eles: A cobertura total do banho |
dam | mad | Dam (דָּם) | Sangue: O combustível da ativação |
cheeb | beehc | Behe-Mot (בְּהֵמוֹת) | Besta/Corpo Bruto: A carne da ninfa em movimento |
Tradução Fluida: O Protocolo da Dança das Sombras
"Pela raiz que se entrelaça como pernas em combate, eu ordeno que o fluido desça aqui (Podairol) para as extremidades da carne. Que o tremor inicial (Qottotor) percorra os tendões das escolhidas enquanto o suspiro (Eees) infla os tecidos vazios. Sob o domínio do sangue (Dam), eu ativo a dança das ninfas dentro dos tanques; que seus membros se movam no ritmo do eterno retorno. A descida sobre eles (Oaldary) é agora completa. O que era um corpo bruto (Cheeb) agora vibra com a vontade de Azazel. A circulação tornou-se movimento; a estátua tornou-se serva. Que a dança nas sombras nunca cesse."
Veredito de f23v
Esta página é o Manual da Animação Tecidual. O clérigo passou da hidratação para a motorização. As raízes entrelaçadas da ilustração são o diagrama de como os nervos e músculos das ninfas devem ser "costurados" pelo veneno. Estamos agora na fronteira final antes da Seção Botânica terminar e os grandes diagramas anatômicos começarem.
II. f24r – O Protocolo do Desdobramento e a Sincronia das Ninfas (Orchis ou Orquídea selvagem)
Página 47 do PDF. A planta apresenta folhas em leque e raízes bulbosas duplas, frequentemente identificada como uma espécie de Orchis (Orquídea selvagem). Historicamente, devido ao formato de suas raízes, essas plantas eram associadas à dualidade e à geração.Sob a Lei Invertida, o clérigo detalha o "Protocolo da Duplicidade da Alma e o Desdobramento das Ninfas". Este fólio descreve como o reagente de Nidda permite que uma única "essência" extraída se divida para animar múltiplos corpos nos tanques, garantindo que a legião de ninfas funcione como uma mente coletiva.
Decifração Analítica (seleção chave)
Termo EVA | Inversão | Raiz Hebraica / Conceito | Significado no Ritual |
|---|---|---|---|
por,or,y | y-ro-rop | Parur (פָּרוּר) | Fragmentado: A quebra da alma original em partes |
ycthar | rahtcy | Rachat (רָחַץ) | Lavagem/Banho: A imersão purificadora no veneno |
eees | seee | Siach (שִׂיחַ) | Suspiro/Vapor: O sopro que anima o desdobramento |
ckham | mahkc | Makam (מָכַם) | Esconderijo/Rede: A malha de canos que conecta as ninfas |
dam | mad | Dam (דָּם) | Sangue: O fluido de ligação universal |
otam | mato | Matam (מָטָם) | Abaixo deles: O fundo dos tanques de duplicação |
Tradução Fluida: O Protocolo do Desdobramento
"Pela raiz que nasce em par, eu ordeno que a essência seja fragmentada (Por.or.y) para que a legião se erga. Que a lavagem (Ycthar) nos tanques apague a memória do um e desperte a consciência do muitos. Sob o suspiro (Eees) de Azazel, o sangue (Dam) percorre o esconderijo (Ckham) de canos, injetando a mesma vontade em cada corpo vazio. O que era uma alma agora é um espelho múltiplo, refletindo a glória do exílio em cada banheira. Abaixo deles (Otam), o sedimento se divide; acima deles, a mente se une. O desdobramento está completo; as ninfas agora respiram em uníssono."
Veredito de f24r
Esta página é o Manual da Sincronia Biológica. O clérigo resolveu o problema da individualidade: ele a destruiu e a substituiu por um sistema de "espelhamento". As raízes duplas da ilustração são o diagrama dessa divisão binária infinita. O sistema agora não tem apenas fluido e movimento; ele tem uma direção mental.
Progressão da Liturgia de Transformação
f1r: Juramento.
f1v: Paralisia (Belladonna).
f2r: Tormento febril (Centaurea).
f2v: Sono do Abismo (Lótus).
f3v: Decomposição silenciosa.
f4r: Ancoragem espiritual (Hypericum).
f4v: Laço sufocante (Trepadeira).
f5r: Sudário final (Herba Paris).
f5v: Corrosão da pele/sangue (Urtiga).
f6r: Morte do antídoto (Vencetósigo).
f6v: Semente do exílio (Ricinus).
f7r: Passagem para as águas de Nidda (Lírio d'água).
f7v: Multiplicação da culpa (Polygonum/Potentilla).
f8r: Rede de estrangulamento interno (Hera).
f8v: Cálice de sombras (Silene).
f9r: Bile amarga e cegueira (Celidônia).
f9v: Trindade profana (Viola tricolor).
f10r: Corrosão da vontade e exílio do coração (Scabiosa).
f11v: Prumo de Azazel / Equilíbrio da decomposição (Leonurus).
f13r: Redemoinho do fôlego / Ascensão para o Abismo (Tussilago).
...
f20v: Muralha de carne / Proteção das banheiras
f21r: Conjunção das sombras / Encontro nos canais
f21v: Injeção nas raízes de carne / Banho de pés das ninfas
f22r: Ereção da matéria / Pistão de Dudael
f22v: Captura dupla / Distribuição nos úteros artificiais
f23r: Circulação fechada / Eterno retorno do sangue
f23v: Dança das sombras / Ativação dos membros
f24r: Desdobramento / Sincronia das ninfas
O clérigo transforma plantas de cura em instrumentos de animação e sincronia biológica. A "Lei Invertida" revela o padrão: o que regenera na natureza, fragmenta no ritual; o que é único na natureza, se multiplica no ritual. O balneário torna-se uma legião viva; a mente coletiva de Azazel desperta.
Rotet (Vibração/Tremor): O espasmo controlado que inicia o movimento nos corpos brutos.
Behe-Mot (Besta/Corpo): A definição das ninfas como autômatos biológicos, desprovidos de humanidade.
Parur (Fragmentado): O processo de dividir uma única essência em múltiplas partes para preencher a legião.
Makam (Rede/Esconderijo): A infraestrutura técnica de canos que conecta e sincroniza as ninfas nos tanques.
Chaves do tempo: Vibração, Besta, Fragmentação e Rede.
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