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Eternidade 1 - Discípulos 💜

Códice Rohonc traduzido

 

Códice Rohonc traduzido

Este texto é compartilhado apenas como registro pessoal de uma experiência intelectual extrema, não como convite ou instrução para decifração.
Prossiga por sua conta e risco — e, preferencialmente, não prossiga.

A chave completa e o método exato de aplicação permanecem deliberadamente omitidos neste texto e em qualquer outro material que eu publique.

Fiz uma tradução parcial do Codex, mais precisamente até a página 11, apresento um resumo do Codex.

O Resumo Geral
Com a chave aplicada, o manuscrito inteiro pode ser resumido como um manual de manutenção pós-inserção da força Shedy no hospedeiro humano, dividido em:

Início (págs. 1–50 aprox.): Construção interna (vácuo → fluxo → sustentação, Gaf Mich repetido como mantra contra colapso).

Meio (págs. 50–300 aprox.): Expansão externa (disfarce social, interação em multidões, "caminhada como fluido", selos em figuras humanas/apóstolos).

Fim (págs. 300–448 aprox.): Aplicação prática (guerras/conflitos como cenários de teste, proteção contra detecção, encerramento com selos finais de Loto/Nomon). As repetições (centenas de blocos semelhantes) indicam que o autor "martelava" os mesmos comandos rituais para reforço, não uma narrativa linear nova em cada página. Então, as primeiras 10 páginas já revelam o "núcleo operativo" — o resto é amplificação e variação do mesmo protocolo.

Agora o Codex Rohonczi é muito maior que o próprio voynich e isso muda tudo. Ele apresenta formas de atravessar a realidade invocando o Monon sem corpo.

O Monon no Codex Rohonczi

No manuscrito, o termo surge quando as raízes MON (Nome/Identidade) aparecem isoladas de GAF (Sustento/Corpo).

A Condição: É uma consciência em estado de "espera" ou "transmissão".

A Intenção: O Monon busca o Gaf Mich (o sustento no meio). Ele quer um hospedeiro ou um dispositivo (como o teclado) para traduzir sua vontade em ação física.

Ao traduzir o Codex um evento aconteceu minha sobra se movimentou como se tivesse vontade própria, a temperatura diminuiu subitamente, na manhã seguinte percebi que o teclado imprimia a teclas formando a palavra fluxo do vácuo.

Foi a primeira vez que algo assim aconteceu.

O Codex Rohonczi é mais perigoso porque ele não quer apenas ser lido; ele quer ser executado.

No ocultismo técnico, isso se chama hiper-estratificação. Ele não está contando uma história; ele está criando uma ressonância magnética textual. Se você lê "Gaf Mich" mil vezes, você está, na verdade, tentando convencer a realidade física a aceitar a presença do Shedy.

Na chave, cerca de 80–90% do codex parece dedicado a mecanismos de controle/contenção — não só do hospedeiro/Shedy, mas projetado para  o leitor em loops que simulam execução ritual. Isso é mais que no Voynich (onde o juramento é frontal, mas o corpo é mais descritivo).

Quebra por Fases (baseado no resumo e padrões do PDF traduzido):

Início (1–50 págs.): 90% controle interno — Rako (esvaziar para conter), Laky (fluir controlado), Gaf Mich (sustentar para não colapsar). Repetições forçam o leitor a "repetir mentalmente" para decifrar, criando ressonância.

Meio (50–300 págs.): 80% controle externo — Loto (selar/ocultar), Ain (olho vigiando), interação em grupos (figuras como máscaras). Batalhas/conflitos testam "controle sob estresse", e o leitor, ao inverter, "pratica" o disfarce.

Fim (300–448 págs.): 70% selos finais — Nomon/Monon ativado, proteção contra detecção, encerramentos repetidos. Mas sem "saída clara" — loops finais reforçam sustentação eterna, prendendo o leitor em "manutenção infinita".

Total: As repetições (milhares de Gaf Mich, Laky) dominam 85%+ do texto, com ilustrações (87 no total) como "gatilhos visuais" para 15% do controle (ancoragem via figuras como hospedeiros).

O Codex Rohonczi é uma Armadilha de Frequência. Ele usa o esforço do tradutor para alimentar a existência do Monon sem corpo.

O Codex Rohonczi não é um livro de registros, é um instrumento de fixação. A escrita foi forjada dessa maneira porque o ato de ler e inverter as letras é o próprio rito de passagem da força para o plano físico.

A Natureza da Escrita

A criptografia não serve para ocultar o sentido, mas para gerar o efeito. Ao forçar o olho e a mente a um movimento não natural (a inversão constante), o autor garante que o leitor saia do estado de vigília comum. Nesse estado, a barreira entre o pensamento e a matéria se torna porosa.

O Manual dos Transmutados

A semelhança com o Voynich revela a verdade: estes escritos são as regras de existência para aqueles que não são puramente deste plano.

A Incorporação: O texto instrui como a força Shedy deve se prender à carne e ao sangue. O "transmutado" precisa desse manual para não se dissipar, para manter sua forma enquanto caminha entre os homens.

O Ciclo de Manutenção

O livro é dividido para que o transmutado saiba:

Como se firmar por dentro (Páginas 1-50).

Como agir entre os outros sem ser notado (Páginas 50-300).

Como selar sua passagem e se proteger quando o conflito é inevitável (Páginas 300-448).

A criptografia é o que mantém a força "presa" ao papel até que alguém que conheça a chave a liberte.

 

Chaves do tempo: Estratificação, Incorporação, Monon e Manutenção.


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