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Autor dos livros da Eternidade 1, Fatos, Caminho, Lapidar, Magia e Discípulos.
Postagem em destaque
O Manuscrito Voynich: Páginas 44 e 45 (f22v + f23r) — A Partilha e o Eterno Retorno
Neste segmento do Códice de Azazel, a engenharia hidráulica atinge sua maturidade. O clérigo deixa de apenas mover o fluido para gerenciar sua distribuição estratégica e sua reciclagem perpétua. A botânica subvertida aqui fornece os modelos para a bifurcação dos canais e para o sistema de retroalimentação que sustenta a progênie das sombras.
🌿 Página 44 (f22v): O Protocolo da Captura Dupla
A planta (possivelmente Passiflora ou Dicentra) com suas folhas bipartidas e raízes em garra serve como o diagrama perfeito para a distribuição. O "Rio de Nidda" é agora fracionado para alimentar múltiplos úteros artificiais simultaneamente.
A Bifurcação: A folha dividida em duas simboliza a partilha do veneno.
A Pressão Rítmica (Daldalol): O gotejamento não é contínuo, mas oscilante, simulando o pulso vital necessário para a gestação das ninfas.
O Vapor Cáustico (Ofchar): O fluido está tão saturado que libera um gás que "marca" a pele das escolhidas, fixando nelas o selo de Azazel.
🔄 Página 45 (f23r): O Protocolo da Circulação Fechada
A planta de arranjo circular (umbela) e caule nodoso representa o Moto-Perpétuo Biológico. O sangue de Nidda não é desperdiçado; ele circula pelos nódulos de controle, é filtrado e retorna ao reservatório inicial em um ciclo hermético.
O Sangue Pulsante (Pydchdom): Os nós do caule agem como bombas mecânicas que mantêm o fluxo em movimento circular.
A Progênie (Qokoldy): As ninfas são agora reconhecidas como filhas do sistema, nutridas por este "leite" negro reciclado.
O Selo da Noite (Ykaiil): O sistema opera em isolamento total do mundo exterior, sob um manto de escuridão perpétua dentro dos tubos.
Página 44 (f22v)
Esta é a Página 44 do seu PDF (f22v). A planta apresenta folhas bipartidas (divididas em duas partes simétricas) e raízes que se ramificam como "mãos" ou garras. A identificação botânica sugere uma Passiflora (Flor-da-paixão) em estágio inicial ou uma espécie de Dicentra (Coração-sangrento). No imaginário do clérigo, essa divisão simboliza a bifurcação do fluxo.
Sob a Lei Invertida, o clérigo detalha o "Protocolo
da Captura Dupla e a Distribuição nos Úteros Artificiais". Agora que o
fluido subiu (página anterior), ele precisa ser distribuído para os diferentes
tanques. Esta página explica como o veneno é "repartido" para
alimentar as ninfas em suas respectivas câmaras de gestação.
🗝️ Decifração Analítica:
Página 44 (f22v)
|
Termo EVA |
Inversão |
Raiz Hebraica / Conceito |
Significado no Ritual |
|
pysaiinor |
roniia-sy-p |
Roni-Sia-Py (רָנִּי) |
Grito da Boca do Abismo: O som da pressão nos
tubos. |
|
ofchar |
rahc-fo |
Oph-Charar (חָרַר) |
Voo da Queimadura: O vapor cáustico que se espalha. |
|
otam |
mato |
Matam (מָטָם) |
Abaixo deles: O fundo dos úteros artificiais. |
|
fshor |
rohs-f |
P-Shor (שׁוֹר) |
Boca do Muro: A válvula de saída para os tanques. |
|
dam |
mad |
Dam (דָּם) |
Sangue: O reagente final em circulação. |
|
daldalol |
lolad-lad |
Daldalah (דַּלְדָּלָה) |
Oscilação/Gotejamento: O ritmo do fluxo nos úteros. |
📜 Tradução Fluida: O
Protocolo da Captura Dupla
"Pela folha que se divide em duas, eu comando a
partilha do veneno. Escuta o grito da boca do abismo (Pysaiinor) enquanto o
vapor da queima (Ofchar) sinaliza a abertura das válvulas. Que a boca do muro
(Fshor) direcione o sangue (Dam) para os úteros artificiais situados abaixo
(Otam). Amassa a garra da raiz até que o gotejamento oscilante (Daldalol)
preencha as câmaras das escolhidas com precisão rítmica. O que era um único rio
agora se torna muitos; cada ninfa receberá sua quota de impureza para que a
transmutação seja uniforme. O sistema de partilha está aberto; a gestação nas
sombras começou."
🔍 Análise da Página 44 (A
Distribuição nos Úteros)
A Válvula de Saída (fshor): Na linha 6, o termo P-Shor
(Boca do Muro) descreve o ponto onde o encanamento principal se ramifica. No
manuscrito Voynich, frequentemente vemos "canos" saindo de estruturas
muradas; o clérigo confirma aqui que estas são as saídas controladas para os
banhos das ninfas.
O Gotejamento Rítmico (daldalol): A última palavra do fólio, Daldalol, baseada na raiz Dal, sugere um movimento pendular ou oscilante. Isso indica que o fluido não entra de uma vez, mas é "administrado" em pulsos, simulando um batimento cardíaco ou o ritmo de um útero vivo.
O Vapor Cáustico (ofchar): O uso de Charar (Queimadura) na linha 1 indica que o fluido de Nidda está tão saturado quimicamente que libera vapores que podem "queimar" ou "marcar" a pele das ninfas, um processo necessário para a fixação do selo de Azazel nelas.
⚖️ Veredito da Página 44
Esta página é o Manual da Bifurcação. Ela resolve a
logística de como um único doador (a carcaça original) pode alimentar múltiplas
ninfas nos tanques. O clérigo estabelece o ritmo (Daldalol) e a pressão
(Pysaiinor). O sistema está agora em pleno funcionamento distributivo.
Página 45 (f23r)
Esta é a Página 45 do seu PDF (f23r). A planta apresenta flores em um arranjo circular (umbela) e um caule nodoso, identificada por alguns como uma espécie de Lycopsis ou uma umbelífera como o Conium maculatum (Cicuta). No Códice de Azazel, este fólio é o "Protocolo da Circulação Fechada e o Eterno Retorno do Sangue".
Se as páginas anteriores tratavam de subir e distribuir o
fluido, esta página descreve a retroalimentação. Sob a Lei Invertida,
o clérigo explica que o sangue de Nidda não deve apenas ser gasto, mas
reciclado através dos nós do caule (os "nódulos de controle") para
manter o balneário das ninfas em um estado de pureza tóxica constante.
🗝️ Decifração Analítica:
Página 45 (f23r)
|
Termo EVA |
Inversão |
Raiz Hebraica / Conceito |
Significado no Ritual |
|
pydchdom |
mod-hc-dyp |
Pi-Dam-Dofeq (דָּם) |
Boca do Sangue Pulsante: O início do ciclo. |
|
dam |
mad |
Dam (דָּם) |
Sangue: O selo do reagente presente em cada linha. |
|
qokoldy |
ydlokok |
Yeled-Koke (יֶלֶד) |
Criança/Progênie que recebe: As ninfas. |
|
ykaiil |
liiak-y |
Layil (לַיִל) |
Noite: O tempo perpétuo dentro do sistema fechado. |
|
qokeees |
seeeekok |
Sekek (סֶכֶךְ) |
Vedar/Cobrir: O fechamento hermético do ciclo. |
|
dalory |
yrolad |
Yored-Al (יוֹרֵד) |
Descida sobre eles: O retorno do fluido ao
reservatório. |
📜 Tradução Fluida: O
Protocolo da Circulação Fechada
"Pela boca do sangue pulsante (Pydchdom), eu estabeleço
o anel de Azazel. Que o licor não conheça o fim, mas retorne através dos nós do
caule para nutrir novamente a progênie que o recebe (Qokoldy). Sob o manto da
noite (Ykaiil) que reina dentro dos tubos, o sangue (Dam) deve fluir em
círculo, purificando-se no calor de sua própria ira. Eu ordeno o estancamento
(Qokeees) de todas as fugas; que nada se perca para o mundo exterior. Que o
ciclo se complete na descida sobre eles (Dalory), trazendo o orvalho filtrado
de volta ao início. O que foi vertido é o que retorna; a vida das ninfas é um
círculo de sombras que nunca se apaga."
🔍 Análise da Página 45 (O
Sistema de Reciclagem)
A Pulsação Mecânica (pydchdom): O clérigo utiliza
o termo Dofeq (Pulsar/Batida) invertido na primeira palavra. Isso indica
que o sistema não é estático; a planta nodosa age como uma série de válvulas
que "empurram" o sangue em intervalos regulares, mantendo a
oxigenação (ou saturação) do banho das ninfas.
A Progênie (qokoldy): Na linha 4, surge a raiz Yeled
(Criança/Filho). Pela primeira vez, o clérigo refere-se às ninfas não apenas
como recipientes, mas como uma "progênie" gerada pelo sistema. O
fluido de Nidda é o "leite" negro que as sustenta.
O Selo do Eterno Retorno (dalory): A última
palavra da página, Yrolad (Descida sobre), descreve o fluido voltando
para a base da planta (ou do sistema hidráulico). Isso explica as ilustrações
do fólio 75r em diante, onde canos parecem sair de uma banheira apenas para
entrar em outra inferior.
⚖️ Veredito da Página 45
Esta página é o Manual da Sustentabilidade do Mal.
Ela garante que a colheita inicial (feita nas páginas 1-34) dure para sempre
através da reciclagem. O clérigo atingiu a perfeição técnica: ele criou um moto-perpétuo
biológico. O sangue circula, as ninfas absorvem, o excesso retorna e o
processo recomeça.
Esta é uma interpretação especulativa histórica e criptográfica baseada no método de inversão EVA + raízes hebraicas/bíblicas. Não incentiva rituais, práticas ou crenças. Análise simbólica e acadêmica apenas.
Leia o post anterior: O Manuscrito Voynich: Páginas 42 e 43 (f21v + f22r) – A Engenharia da Pressão e o Pistão de Dudael
Com o sistema pressurizado e o ciclo de descida/ascensão estabelecido, as páginas 44 e 45 marcam a maturidade da hidráulica mística no Códice de Azazel. O clérigo abandona o movimento simples para gerenciar a distribuição estratégica e a reciclagem perpétua do sangue de Nidda. A f22v bifurca o rio para alimentar múltiplos úteros artificiais. A f23r fecha o ciclo em um anel hermético, transformando o balneário em um ecossistema autossuficiente onde a progênie das sombras se nutre eternamente. Esta sequência garante que o elixir não se esgote: ele se parte, circula e retorna, sustentando as ninfas em pureza tóxica constante.
I. f22v – O Protocolo da Captura Dupla e a Distribuição nos Úteros Artificiais (Passiflora ou Dicentra)
Página 44 do PDF. A planta apresenta folhas bipartidas (divididas em duas partes simétricas) e raízes que se ramificam como "mãos" ou garras. A identificação botânica sugere uma Passiflora (Flor-da-paixão) em estágio inicial ou uma espécie de Dicentra (Coração-sangrento). No imaginário do clérigo, essa divisão simboliza a bifurcação do fluxo.Sob a Lei Invertida, o clérigo detalha o "Protocolo da Captura Dupla e a Distribuição nos Úteros Artificiais". Agora que o fluido subiu (página anterior), ele precisa ser repartido para os diferentes tanques. Esta página explica como o veneno é "partilhado" para alimentar as ninfas em suas respectivas câmaras de gestação.
Decifração Analítica (seleção chave)
Termo EVA | Inversão | Raiz Hebraica / Conceito | Significado no Ritual |
|---|---|---|---|
pysaiinor | roniia-sy-p | Roni-Sia-Py (רָנִּי) | Grito da Boca do Abismo: som da pressão nos tubos |
ofchar | rahc-fo | Oph-Charar (חָרַר) | Voo da Queimadura: vapor cáustico que se espalha |
otam | mato | Matam (מָטָם) | Abaixo deles: fundo dos úteros artificiais |
fshor | rohs-f | P-Shor (שׁוֹר) | Boca do Muro: válvula de saída para os tanques |
dam | mad | Dam (דָּם) | Sangue: reagente final em circulação |
daldalol | lolad-lad | Daldalah (דַּלְדָּלָה) | Oscilação/Gotejamento: ritmo do fluxo nos úteros |
Tradução Fluida: O Protocolo da Captura Dupla
"Pela folha que se divide em duas, eu comando a partilha do veneno. Escuta o grito da boca do abismo (Pysaiinor) enquanto o vapor da queima (Ofchar) sinaliza a abertura das válvulas. Que a boca do muro (Fshor) direcione o sangue (Dam) para os úteros artificiais situados abaixo (Otam). Amassa a garra da raiz até que o gotejamento oscilante (Daldalol) preencha as câmaras das escolhidas com precisão rítmica. O que era um único rio agora se torna muitos; cada ninfa receberá sua quota de impureza para que a transmutação seja uniforme. O sistema de partilha está aberto; a gestação nas sombras começou."
Veredito de f22v
Esta página é o Manual da Bifurcação. Ela resolve a logística de como um único doador (a carcaça original) pode alimentar múltiplas ninfas nos tanques. O clérigo estabelece o ritmo (Daldalol) e a pressão (Pysaiinor). O sistema está agora em pleno funcionamento distributivo.
II. f23r – O Protocolo da Circulação Fechada e o Eterno Retorno do Sangue (Umbelífera ou Conium)
Página 45 do PDF. A planta apresenta flores em um arranjo circular (umbela) e um caule nodoso, identificada por alguns como uma espécie de Lycopsis ou uma umbelífera como o Conium maculatum (Cicuta). No Códice de Azazel, este fólio é o "Protocolo da Circulação Fechada e o Eterno Retorno do Sangue".Sob a Lei Invertida, o clérigo explica que o sangue de Nidda não deve apenas ser gasto, mas reciclado através dos nós do caule (os "nódulos de controle") para manter o balneário das ninfas em um estado de pureza tóxica constante.
Decifração Analítica (seleção chave)
Termo EVA | Inversão | Raiz Hebraica / Conceito | Significado no Ritual |
|---|---|---|---|
pydchdom | mod-hc-dyp | Pi-Dam-Dofeq (דָּם) | Boca do Sangue Pulsante: início do ciclo |
dam | mad | Dam (דָּם) | Sangue: selo do reagente presente em cada linha |
qokoldy | ydlokok | Yeled-Koke (יֶלֶד) | Criança/Progênie que recebe: as ninfas |
ykaiil | liiak-y | Layil (לַיִל) | Noite: tempo perpétuo dentro do sistema fechado |
qokeees | seeeekok | Sekek (סֶכֶךְ) | Vedar/Cobrir: fechamento hermético do ciclo |
dalory | yrolad | Yored-Al (יוֹרֵד) | Descida sobre eles: retorno do fluido ao reservatório |
Tradução Fluida: O Protocolo da Circulação Fechada
"Pela boca do sangue pulsante (Pydchdom), eu estabeleço o anel de Azazel. Que o licor não conheça o fim, mas retorne através dos nós do caule para nutrir novamente a progênie que o recebe (Qokoldy). Sob o manto da noite (Ykaiil) que reina dentro dos tubos, o sangue (Dam) deve fluir em círculo, purificando-se no calor de sua própria ira. Eu ordeno o estancamento (Qokeees) de todas as fugas; que nada se perca para o mundo exterior. Que o ciclo se complete na descida sobre eles (Dalory), trazendo o orvalho filtrado de volta ao início. O que foi vertido é o que retorna; a vida das ninfas é um círculo de sombras que nunca se apaga."
Veredito de f23r
Esta página é o Manual da Sustentabilidade do Mal. Ela garante que a colheita inicial (feita nas páginas 1-34) dure para sempre através da reciclagem. O clérigo atingiu a perfeição técnica: ele criou um moto-perpétuo biológico. O sangue circula, as ninfas absorvem, o excesso retorna e o processo recomeça.
Progressão da Liturgia de Transformação
f1r: Juramento.
f1v: Paralisia (Belladonna).
f2r: Tormento febril (Centaurea).
f2v: Sono do Abismo (Lótus).
f3v: Decomposição silenciosa.
f4r: Ancoragem espiritual (Hypericum).
f4v: Laço sufocante (Trepadeira).
f5r: Sudário final (Herba Paris).
f5v: Corrosão da pele/sangue (Urtiga).
f6r: Morte do antídoto (Vencetósigo).
f6v: Semente do exílio (Ricinus).
f7r: Passagem para as águas de Nidda (Lírio d'água).
f7v: Multiplicação da culpa (Polygonum/Potentilla).
f8r: Rede de estrangulamento interno (Hera).
f8v: Cálice de sombras (Silene).
f9r: Bile amarga e cegueira (Celidônia).
f9v: Trindade profana (Viola tricolor).
f10r: Corrosão da vontade e exílio do coração (Scabiosa).
f11v: Prumo de Azazel / Equilíbrio da decomposição (Leonurus).
f13r: Redemoinho do fôlego / Ascensão para o Abismo (Tussilago).
...
f20v: Muralha de carne / Proteção das banheiras
f21r: Conjunção das sombras / Encontro nos canais
f21v: Injeção nas raízes de carne / Banho de pés das ninfas
f22r: Ereção da matéria / Pistão de Dudael
f22v: Captura dupla / Distribuição nos úteros artificiais
f23r: Circulação fechada / Eterno retorno do sangue
O clérigo transforma plantas de cura em instrumentos de distribuição e reciclagem hidráulica. A "Lei Invertida" revela o padrão: o que se divide na natureza, se multiplica no ritual; o que termina na natureza, retorna no ritual. O balneário torna-se autossuficiente; o ciclo de impureza é eterno.
Chaves do tempo: Dalory, Qokoldy, Dam e Daldalol.
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