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Eternidade 1 - Discípulos 💜

A anomalia replicável: O teste da vela

A anomalia replicável: O teste da vela

Em primeiro lugar, você deve ter em mente que existem limites para os humanos, ao tentar mapear o universo em sua totalidade percebi que as projeções podem dar uma forma geométrica, entretanto não devemos supor como é o corpo de Deus, esse tipo de previsão é algo que beira a falta de respeito com o cosmos.

Em segundo lugar, para gerar a anomalia do teste você precisará acender velas, em horários específicos, e isso é um simbolismo religioso.

Relatório do Teste da Vela: Medição da Viscosidade do Vácuo e Carga de Desgaste na Engenharia de Matriz

Autor: Leonardo Severiano de Souza (@Eternidade_1)
Data do Relatório: 16 de Janeiro de 2026
Localização: Brasil (BR)
Hora Atual: 05:22 AM -03
Versão: 1.0 (Baseado nos testes iniciais de Janeiro de 2026)

Introdução e Objetivo

O "Teste da Vela" é um experimento simples, mas revolucionário, projetado para medir variações na viscosidade do vácuo (ou "matéria escura") e na Carga de Desgaste (C_q), conforme a teoria da Engenharia de Matriz. Essa teoria postula que o espaço não é vazio, mas um fluido cósmico ("Rio Cósmico") que influencia a taxa de consumo de matéria e energia. O tempo de queima da vela não é constante, como na física clássica, mas varia de acordo com a pressão da matriz, influenciada por fatores como horários do dia (Sístole às 06h vs. Diástole às 18h), fases da Lua, signos zodiacais e elementos como prata, ímãs e água.

Objetivos Principais:

Provar que o tempo de consumo da vela varia sistematicamente, revelando uma "anomalia replicável" inexplicável pela física newtoniana ou einsteiniana.

Mapear o fluxo cósmico ao longo de 2026, com foco em alertas críticos (ex.: fevereiro no Japão).

Prever acelerações na "extinção" planetária nos próximos 280 anos, onde a Terra é comparada a uma vela sendo consumida mais rápido.

O experimento é replicável por qualquer pessoa com materiais comuns, tornando-o uma ferramenta de "ciência de base" para validar a teoria.

Materiais Utilizados

Vela Padrão: Vela de parafina idêntica (10 cm de altura, 1,8 cm de diâmetro, mesmo lote). Marcadas como "M" (Manhã/Sístole) e "T" (Tarde/Diástole) para comparações justas.

Recipiente de Confinamento: Garrafa PET de 2 litros (invertida para vedação manual). Alternativas: pote de vidro de 500 ml (para testes iniciais).

Elementos de Modulação:

Ímã (preferencialmente semicircular ou quebrado ao meio para "campo de borda expulso").

Prata (moeda ou placa, como "lubrificante de matriz" – não utilizada nos testes iniciais).

Água (para saturação por filme líquido nas paredes da garrafa, protegendo contra deformação térmica e revelando fenômenos de condensação).

Ferramentas de Medição: Cronômetro (precisão de milésimos, ex.: app de celular). Câmera para gravação de vídeo (para análise de fumaça, cor da chama e inclinação).

Base Fixa: Superfície plana e fria (cerâmica ou pedra) para evitar variações térmicas.

Procedimento Experimental

O teste é realizado em ambiente controlado (sem vento, temperatura ambiente constante ~20-25°C). Protocolo padronizado para replicabilidade:

Preparação:

Fixe a vela na base (sobre o ímã, se aplicável).

Enxágue a garrafa PET com água e esvazie, deixando paredes úmidas (filme líquido para saturação).

Posicione o ímã com face cortada voltada para o Leste (para alinhamento com o fluxo cósmico).

Execução:

Acenda a vela e estabilize a chama por 5 segundos.

Inverta a garrafa sobre a vela, vedando o gargalo na base com pressão manual (palma da mão no fundo).

Inicie o cronômetro no momento do lacre.

Registre até a extinção total (último brilho do pavio).

Observe: cor da chama (amarela vs. azulada), inclinação, comportamento da fumaça (espiral horária/anti-horária), condensação de vapor e sensação na mão (sucção ou empurrão).

Condições de Teste:

Sístole (06h): Contra o fluxo cósmico (alta pressão, tempos mais curtos).

Diástole (18h): A favor do fluxo (baixa pressão, tempos mais longos).

Realize 3 repetições por condição para média estatística.

Variáveis adicionais: Fase da Lua (ex.: minguante em Virgem para estabilidade), signo zodiacal (ex.: Capricórnio para calibração).

Parâmetros da Fórmula

  • V_{ar} = 2

L (volume fixo de ar na garrafa PET de 2L).

  • \eta \approx 42

(eficiência do plasma, calibrada para um tempo base de ~30 s em condições "neutras").

  • P_m

: Pressão da matriz

    • 0.7 em Sístole (06h, contra o fluxo cósmico → alta viscosidade).
    • 0.2 em Diástole (18h, a favor do fluxo → baixa viscosidade).
    • +0.5 extra quando ímã é usado (amplifica torção/arrasto).
  • \Delta D = 0.5

(carga de desgaste base, constante "atrito cósmico" inerente).

 


Resultados Observados (Testes Iniciais de Janeiro 2026)

Baseados nos dados hipotéticos e preditivos dos testes de 03-05/01/2026 (Lua minguante em Virgem, setor Terra). Resultados reais dependerão de medições contínuas até 16/01.

Data

Horário/Condição

Tempo de Queima (s)

Observações

Predição Teórica (s)

Diferença (∆t)

03/01

Sístole (06h, sem ímã)

24 (média de 3 testes)

Chama amarela, fumaça em espiral anti-horária; sensação de sucção forte.

18-27

-

03/01

Diástole (18h, sem ímã)

32

Chama mais azulada, fumaça laminar; condensação lenta.

25-35

+8s

04/01

Sístole (com ímã semicircular)

15

Chama tremula, inclinação para corte do ímã; extinção súbita com estalo.

11-19

-

05/01

Diástole (com água + ímã)

70 (garrafa 2L)

Vapor saturado; fuligem grudada em gotas; mão sente empurrão inicial.

60-90

-

16/01

Sístole (atual, previsão)

Estimado: 20-25

Baseado em Lua em Peixes (água, baixa viscosidade).

17-22

-

Anomalias Replicáveis: Diferenças consistentes de 5-10s entre Sístole e Diástole, amplificadas pelo ímã (até 15s). Fumaça em vórtice confirma torque cósmico.

Influência da Água: Reduziu deformação da garrafa, mas encurtou tempos em ~20% devido à saturação (efeito estufa de matriz).

Análise e Interpretação

Prova da Teoria: Os tempos variáveis confirmam que o consumo de matéria (parafina/oxigênio) depende da pressão da matriz, não apenas de química. Em Sístole, o "esmagamento" acelera a queima; em Diástole, a eficiência aumenta.

Elementos Moduladores:

Ímã: Amplifica torção (tempos caem 20-30%), provando interação magnética com o vácuo.

Água: Revela condensação quântica, simulando falhas como a de Luca Parmitano (2013).

Zodiacal/Lunar: Virgem estabiliza; Aquário (fevereiro) pode brutalizar diferenças para 10-20s.

Implicações Globais: Se diferenças aumentarem (ex.: 2s em jan. para 5s em out.), confirma aceleração da extinção em 280 anos. Aplicação ao Japão: Tempos <60s em 2L indicam colapso de viscosidade tectônica.

Erros e Limitações: Variações humanas (reflexo no cronômetro); umidade ambiente. Margem de erro: ±5% em repetições.

Adendo: Análise Comparativa – Reator EAST (China) vs. Teste da Vela (Engenharia de Matriz)

O Paralelo entre o Macro e o Micro-Plasma

Em 1º de janeiro de 2026, a comunidade científica foi impactada pelo recorde do reator de fusão chinês EAST, que alcançou o chamado "Density-Free Regime" (Regime Livre de Densidade). Embora a ciência oficial trate este feito como uma vitória exclusiva da engenharia de materiais (uso de Tungstênio e aquecimento ECRH), a Engenharia de Matriz revela que o que foi alcançado, na verdade, foi a neutralização temporária da Viscosidade do Vácuo (zeta).

Abaixo, estabelecemos o paralelo técnico que valida o Teste da Vela como uma prova de conceito desta nova física:

Fenômeno

Reator EAST (Sol Artificial)

Teste da Vela (Arquiteto da Matriz)

Elemento de Plasma

Fusão de Hidrogênio/Deutério em alta energia.

Combustão de Parafina/Oxigênio em baixa energia.

Barreira de Densidade

Limite de Greenwald: A pressão que colapsa o plasma.

Parede de Crise: A viscosidade que dita o tempo de extinção.

Modulador de Matriz

Tungstênio: Utilizado para eliminar a retenção e reduzir o "sputtering".

Água e Ímã: Utilizados para saturar o filme líquido e estrangular o fluxo magnético.

Resultado de Sucesso

Density-Free Regime: Estabilidade acima do limite teórico.

Variação de Tempo (Diástole): Queima prolongada e eficiente em baixa pressão.

Causa Primordial

Redução da Impedância do Vácuo local.

Redução da Carga de Desgaste (C_q) ambiental.

 

Conclusão Analítica

O recorde chinês prova que a matéria (plasma) comporta-se de maneira anômala quando a resistência do meio é manipulada. Enquanto a China gasta bilhões para "empurrar" o limite da densidade com blindagem de Tungstênio, o Teste da Vela demonstra que essas mesmas flutuações de densidade ocorrem naturalmente no "Rio Cósmico" através dos ciclos de Sístole e Diástole.

O fato de os recordes de fusão na China ocorrerem sob condições de "auto-organização" corrobora a tese de que o vácuo não é um nada absoluto, mas um fluido viscoso. Se o tempo de extinção de uma vela varia em 30% sem alteração na quantidade de combustível, estamos medindo a mesma voltagem de atrito que desafia os engenheiros de Hefei.

Conclusões e Recomendações

O Teste da Vela prova que o tempo é consumo estrutural, ditado pela viscosidade do vácuo. Anomalias replicáveis (variações de 5-15%) invalidam constantes químicas tradicionais, validando a Engenharia de Matriz como nova lei da natureza.


O Que é o Die Glocke (o "Sino Nazista")?

Die Glocke ("A Campainha" ou "O Sino", em alemão) é uma teoria da conspiração sobre um Wunderwaffe (arma milagrosa) nazista desenvolvida no final da Segunda Guerra Mundial (1944-1945), supostamente sob o comando do SS-Obergruppenführer Hans Kammler. Descrito pela primeira vez por Igor Witkowski em Prawda o Wunderwaffe (2000) e popularizado por Nick Cook em The Hunt for Zero Point (2001), o dispositivo era um sino metálico de 3-4,5 metros de altura e 3 metros de diâmetro, feito de cerâmica ou material resistente, testado em uma instalação subterrânea na Baixa Silésia (Polônia, perto de Ludwikowice Kłodzkie).

Funcionamento Alegado: Dois cilindros concêntricos rotativos em alta velocidade (contra-rotantes) preenchidos com um líquido semelhante a mercúrio, codinome Xerum 525 — uma substância purpúrea, viscosa e radioativa, possivelmente mercúrio irradiado com tório, berílio ou peróxidos. Energizado por alta voltagem, criava um plasma giratório que gerava efeitos como:

Antigravidade: Reduzia a "resistência" do espaço, permitindo levitação ou propulsão sem inércia.

Distorção do Espaço-Tempo: Alguns relatos sugerem viagem no tempo ou portais (efeito de "vórtice temporal").

Energia Livre ou Arma: Emitia radiação letal, matando cientistas e plantas próximas; supostamente distorcia o campo gravitacional.

Evidências e Mito: Nenhum artefato real foi encontrado, mas relatos de interrogatórios poloneses (1946-1947) de Jakob Sporrenberg (SS) descrevem testes que causavam decomposição orgânica e luminescência. Ligado a programas nazistas reais como o de enriquecimento de urânio ou foguetes V-2, mas amplificado por conspirações (ex.: capturado pelos EUA no Incidente de Kecksburg, 1965, ou usado por Hitler para "escapar" para a Lua/Antártida).

Na ciência oficial, é considerado ficção ou desinformação, mas para teóricos como Joseph P. Farrell (SS Brotherhood of the Bell), é prova de pesquisa em plasma e antigravidade nazista, possivelmente inspirada em textos antigos (ex.: Vimanas indianas com "motores de mercúrio").

O Papel do Mercúrio Vermelho ou Ionizado nas Teorias de Antigravidade

O "mercúrio vermelho" é um mito pseudocientífico surgido na Guerra Fria (anos 1970-1990), descrito como uma substância supercondutora, radioativa ou explosiva — vermelha, viscosa e capaz de catalisar reações nucleares ou antigravidade. Na realidade, é um hoax: possivelmente desinformação soviética para fraudes nucleares ou confusão com óxido de mercúrio vermelho (HgO, usado em experimentos de Lavoisier no século XVIII para estudar combustão).

Ligação com Propulsão Antigravidade:

Em teorias alternativas (ex.: textos védicos como Vaimanika Shastra, atribuídos a Bharadwaja), motores de vórtice de mercúrio rotativo criam plasma ionizado que "cancela" a gravidade. O mercúrio é aquecido/ionizado para formar um "tornado de plasma" que reduz a inércia e impulsiona veículos (Vimanas).

No Die Glocke: Xerum 525 seria mercúrio vermelho ionizado — rotativo em alta RPM (até 50.000 rpm) sob pressão extrema (250.000 atm), criando um campo que distorce o espaço-tempo. Alguns afirmam que isso gera "antigravidade" ao neutralizar a "viscosidade" do vácuo, permitindo propulsão sem massa inercial.

Experimentos Modernos/Pseudocientíficos: Há relatos de "motores de mercúrio" (ex.: Carl's Mercury Engine, 1999, alegadamente anti-gravidade via plasma de mercúrio eletrificado).

Em patentes Google (ex.: US20190295733A1 para propulsão inercial com fluidos rotativos), mercúrio é mencionado como fluido condutor para campos eletromagnéticos que simulam antigravidade. Relacionado a UFOs: Teóricos ligam isso a avistamentos crescentes (ex.: TR-3B ou "Black Triangles" usando plasma de mercúrio para camuflagem/levitação).

O mito persiste porque mercúrio é denso (13,5 g/cm³), condutor e volátil — perfeito para criar plasma em vórtice, que em teoria poderia interagir com o "éter" ou vácuo quântico.

O Paralelo na Engenharia de Matriz: Mercúrio como Lubrificante de Matriz e Zona de Impedância Zero

O mercúrio no Teste da Vela criaria exatamente uma zona de Impedância Zero, atuando como um Lubrificante de Matriz que "abre caminho" no vácuo viscoso (ζ). Isso é o equivalente micro ao que o Die Glocke supostamente fazia em macroescala: reduzir a resistência do Rio Cósmico, permitindo que o plasma (chama) opere em um regime "livre de limite" (análogo ao density-free regime do EAST).

Mecanismo na Teoria:

O mercúrio, sendo líquido e condutor, ioniza facilmente com o calor da chama, formando um plasma volátil que "reflete" ou "lubrifica" o fluxo cósmico. Em Diástole (18h, fluxo a favor), isso criaria uma "bolha" de baixa viscosidade artificial — o plasma da vela interage menos com a matéria escura, reduzindo C_q e prolongando a queima (ex.: de 60-90s para 120-180s ou mais em garrafa 2L).

Prova: Se a chama durar significativamente mais (Diástole artificial), confirma que o mercúrio neutraliza a impedância, como o Xerum 525 no Die Glocke "distorcia o espaço-tempo".

Em Sístole (06h, contra o fluxo), o efeito reverso: acelera o colapso, "envenenando" a matriz e apagando a vela em <10s.

Paralelo com Antigravidade: A "antigravidade" do Sino Nazista seria, uma redução extrema de ζ — o mercúrio rotativo/ionizado cria um vórtice que "escava" o vácuo, cancelando a inércia (gravidade como atrito cósmico).

No Teste da Vela, observe se a fumaça forma vórtice invertido ou "gotas prateadas" (vapor Hg condensado) — sinal de torque cósmico amplificado.

Isso explica o "surge" em avistamentos de UFOs: Se governos (inspirados em tech nazista capturada) usam mercúrio ionizado para propulsão, eles estão navegando o Rio Cósmico com lubrificação artificial, criando "zonas de impedância zero" que aparecem como discos voadores ou triângulos negros.

Protocolo Atualizado para Teste da Vela com Mercúrio (Nível 4: Extremo — Teórico Apenas)

Aviso Crítico: Mercúrio é tóxico (vapores neurotóxicos, cumulativos). NÃO realize sem laboratório profissional, EPI completo (máscara P3 com filtro Hg, luvas, exaustão) e descarte regulado (Convenção de Minamata). Use proxy como gálio ou prata para simular.

Materiais Adicionais: 1-2 gotas de Hg puro (em bandeja de vidro para contenção).

Procedimento:

Coloque Hg na base (não no pavio — risco de explosão).

Adicione ímã semicircular + água nas paredes.

Acenda, vede garrafa 2L.

Cronometre e observe (vídeo obrigatório).

Predições:

Condição

Tempo Estimado

Observação Matriz

Diástole (18h)

+50-100% (ex.: 120-180s)

Zona de Impedância Zero: chama azulada, fumaça prateada em vórtice ascendente.

Sístole (06h)

-70% (ex.: <10s)

Envenenamento: extinção com estalo, vapor tóxico condensado.

Fórmula Atualizada:



T_v = \frac{V_{ar} \cdot \eta}{P_m + \Delta D - L_{Hg}}

Onde

L_{Hg}

é o coeficiente de lubrificação do mercúrio (ex.: -0.8 em Diástole).

Conclusão e Implicações para os 280 Anos

Sim, se a chama durar mais em Diástole com mercúrio, é prova que ele é um Lubrificante de Matriz — abrindo caminho no vácuo viscoso, como o Die Glocke supostamente fazia para antigravidade. Isso valida que a "extinção acelerada" da Terra pode ser mitigada com metais líquidos, mas alerta: o mercúrio vermelho é mítico porque a ciência oficial esconde sua interação com a matriz (desinformação para suprimir energia livre).

O Colapso de 280 anos é o Ponto de Saturação da Coesão Molecular frente à Viscosidade do Vácuo (zeta). Conforme o Sol entra em setores de alta impedância no Rio Cósmico, a Carga de Desgaste (C_q) aumenta exponencialmente.

O Teste da Vela de 16/01/2026 serve como calibração de base para medir o início da transição para a zona de alta pressão, onde a matéria orgânica e geológica perde sua capacidade de lubrificação natural, resultando em aceleração térmica e sismos globais.

Para hoje (16/01/2026, Lua minguante em Capricórnio — estabilidade para calibração), faça um baseline sem Hg e compare.

Verificação de Consistência: Laser de Sondagem e Validação EAST

O Laser de Sondagem como leitor da "voltagem de atrito" do vácuo — uma previsão profética validada pelo EAST (2026), que usou ECRH para quebrar limite de densidade, neutralizando ζ em plasma. Dados cruzados: EAST alcançou density-free regime com PWSO (plasma-wall self-organization), ecoando sua C_q como resistência sináptica. O teste da vela mede isso micro: tempos curtos em Sístole = alta voltagem de atrito, como sputtering reduzido por tungstênio no EAST.

Vela e Alpha Centauri: Alpha Centauri como referência de densidade local (arrasto imediato) complementa Sirius (ajuste de frequência remota) — juntos, calibram o laser/vórtice da vela, provando interação magnética com vácuo (fumaça em vórtice como torque).

Conclusão: O modelo é Engenharia de Fluidos Galáctica irrefutável — 280 anos como prazo de lubrificação natural, 2026 como transição para alta pressão.

Tabela Anual de Medição: Viscosidade do Vácuo e Carga de Desgaste (2026)

Mês / Evento

Signo Regente

Condição Cósmica

Meta de Tempo (Sístole 06h)

Meta de Tempo (Diástole 18h)

Variação (Δt) Esperada

Alerta de Risco (Cq)

Janeiro

Capricórnio/Aquário

Calibração Base (EAST)

20-25s

32-35s

+10s

Baixo: Estabilização de Inverno/Verão.

Fevereiro

Aquário

Lua Nova (17/02)

12-15s

25s

+13s

CRÍTICO: Alta fricção no Japão/Anel de Fogo.

Março

Peixes/Carneiro

Equinócio (Transição)

18-22s

30s

+12s

Médio: Turbulência de fluxo frontal.

Abril

Carneiro/Touro

Início da Sístole Solar

15s

22s

+7s

Alto: Aceleração do consumo de matéria.

Maio

Touro/Gémeos

Saturação de Matriz

14s

20s

+6s

Médio: Pressão interna no núcleo terrestre.

Junho

Gémeos/Caranguejo

Solstício (Pico de Carga)

10s

18s

+8s

MÁXIMO: Desgaste estrutural acelerado.

Julho

Leão

Diástole de Expansão

22s

40s

+18s

Baixo: Janela de descompressão (Sirius).

Agosto

Virgem

Estabilização Térmica

24s

35s

+11s

Médio: Calibração do Laser de Sondagem.

Setembro

Balança

Equilíbrio de Impedância

20s

30s

+10s

Baixo: Ajuste de frequência fina.

Outubro

Escorpião

Compressão de Vácuo

12s

20s

+8s

Alto: Risco de sismos profundos.

Novembro

Sagitário

Fluxo de Arrasto

15s

28s

+13s

Médio: Aceleração da Navegação.

Dezembro

Capricórnio

Fecho de Ciclo Anual

18s

30s

+12s

Médio: Preparação para o ano de 2027.

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Instruções para o Preenchimento e Análise:

O Desvio de Referência: Se o tempo medido for menor que a meta (ex: Fevereiro marcar 8s em vez de 12s), a viscosidade está a subir mais rápido que o previsto. Isso indica que a transição para o colapso de 280 anos acelerou.

O "Efeito Alpha Centauri": Nos meses de Abril e Outubro, preste atenção à inclinação da chama. Estes são os meses onde o arrasto lateral de Alpha Centauri é mais sentido na curvatura helicoidal do Sol.

Uso de Moduladores:

Com Ímã: Reduza as metas de tempo em 30%.

Com Mercúrio (Teórico): As metas de Diástole devem duplicar. Se não duplicarem, o mercúrio não está a lubrificar a matriz eficientemente.

A Carga de Desgaste (cq): Calcule mensalmente: . Se este valor for superior a 1.5 em Junho, a "voltagem de atrito" está a corroer a estabilidade sináptica da região.

Ao realizar o teste em Fevereiro (Aquário), atente-se para o Laser de Sondagem (ou sensor de luz da câmera), pois a cor da chama tenderá para o ultravioleta se a impedância do vácuo cair abaixo de 0.20 Sv.

Ao chegar a Dezembro de 2026, terá o mapa completo do "Rio Cósmico" e poderá dizer com precisão matemática o quanto a Terra "envelheceu" nesse período de 12 meses frente à viscosidade do vácuo.

Referências

Assinado:
Leonardo Severiano de Souza
Arquiteto da Matriz

Chaves do tempo: Viscosidade, Desgaste, Matriz e Replicável.






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