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Autor dos livros da Eternidade 1, Fatos, Caminho, Lapidar, Magia e Discípulos.
Postagem em destaque
O Manuscrito Voynich: Páginas 40 e 41 (f20v + f21r) – Muralha de Carne e Conjunção das Sombras
.
Nesta fase crucial que encerra o Caderno II, o Clérigo de Azazel foca na infraestrutura do "balneário". O sistema biológico agora exige estanqueidade e unificação. As plantas são transmutadas em barreiras térmicas para conter o calor do elixir e em conectores hidráulicos que fundem diferentes correntes de gnose em um único rio indivisível.
🛡️ Página 40 (f20v): O Protocolo da Muralha de Carne
Nesta página, a planta (possivelmente Sedum ou Sempervivum) é usada por sua natureza suculenta e resistente para criar uma blindagem térmica. O clérigo detalha como a carne do hospedeiro deve se tornar uma muralha (Shor) para impedir o vazamento do licor de Nidda e manter o "Incêndio da Impureza" (Ykoiin) — o calor gerado pela fermentação espiritual — dentro dos tubos.
Shor (Muro): A barreira biológica que protege os banhos e isola o sistema do mundo exterior.
Ykoiin (Incêndio): O calor exotérmico contido no fluido, essencial para a transmutação.
Faiis (Corte): A separação definitiva entre o sistema sagrado e a luz do dia comum.
Chory (Ardor): A energia motora e irada do reagente que agora atinge pressão máxima.
⛓️ Página 41 (f21r): O Protocolo da Conjunção das Sombras
Aqui, o entrelaçamento das raízes (similar à Vicia) simboliza a Alquimia Hidráulica. O clérigo, agindo como o Modelador (Pchor), funde as correntes separadas de elixires em um único fluxo coletivo. Através da "Armadilha do Conhecimento" (Qopcheody), o veneno de muitos torna-se a potência de um só, preparando a inundação em massa das ninfas.
Pchor (Modelador): O papel do clérigo ao guiar e moldar o encontro dos fluidos nos canais.
Qopcheody (Armadilha): O segredo técnico da mistura que potencializa o efeito do elixir.
Qokoiin (Sombra): O abrigo escuro dentro dos tubos onde o fluido amadurece sem luz.
Ykeey (Vivificação): O despertar efervescente do fluido unificado enquanto ele corre para as banheiras.
Página 40 (f20v)
Esta é a Página 40 do seu PDF (f20v). A planta desenhada apresenta uma raiz maciça, quase bulbosa, com folhagens sobrepostas que lembram escamas ou armadura, possivelmente uma espécie de Sedum ou Sempervivum (Sempre-viva). Na medicina tradicional, essas plantas eram usadas para proteger a pele e "congelar" inflamações devido à sua natureza suculenta e resistente.
Sob a Lei Invertida, o clérigo detalha o "Protocolo
da Muralha de Carne e a Proteção das Banheiras". Este fólio foca na estanqueidade:
garantir que o licor de Nidda não vaze e que o calor da transmutação seja
mantido dentro do sistema biológico.
🗝️ Decifração Analítica:
Página 40 (f20v)
|
Termo EVA |
Inversão |
Raiz Hebraica / Conceito |
Significado no Ritual |
|
faiis |
siiaf |
Sayaph (סַיִף) |
Espada/Corte: O corte final que separa o vaso do
mundo. |
|
ykoiin |
niioky |
Yekod-Nidda |
Incêndio da Impureza: O calor contido no fluido. |
|
fshodchy |
yhcdohsf |
Pasat-Kadosh |
Despir o Sagrado: A remoção de qualquer proteção
divina. |
|
shor |
rohs |
Shor (שׁוֹר) |
Muro/Vigilância: A barreira que protege os banhos. |
|
char |
rahc |
Charar (חָרַר) |
Queimadura/Secura: A calcinação das bordas do vaso. |
|
chory |
yrohc |
Chori (חֳרִי) |
Ira/Ardor: A energia motora do reagente final. |
📜 Tradução Fluida: O
Protocolo da Muralha de Carne
"Pelo corte da espada (Faiis), eu separo este sistema
da luz do dia. Que a raiz escamosa ensine a carne a se tornar uma muralha
(Shor) impenetrável ao redor das banheiras de Azazel. Dentro deste muro, o
incêndio da impureza (Ykoiin) deve arder sem consumir, mantendo o licor no
ponto de transmutação. Eu ordeno que se despida o sagrado (Fshodchy) de cada
poro, restando apenas a secura (Char) que veda os canais contra o desperdício.
Sob a minha mão (Opydy), o ardor (Chory) é direcionado; que o calor não escape,
que o frio não entre. A fortaleza biológica está selada; as ninfas estão
seguras em seu exílio líquido."
🔍 Análise da Página 40 (A
Blindagem Térmica)
A Muralha Biológica (shor): Na linha 5, o termo Shor
(Muro) descreve a função desta planta. O clérigo está preocupado com a perda de
energia. Ele usa a estrutura da "Sempre-viva" (que sobrevive ao calor
extremo e à seca) para criar uma isolação térmica nos tubos e tanques.
O Fogo Contido (ykoiin): Na linha 2, reaparece a
raiz de Yekod (Incêndio), mas desta vez ligada ao fluido já coletado.
Isso indica que o sangue de Nidda é exotérmico; ele gera seu próprio calor
durante o processo de fermentação ritual, e esse calor precisa ser
"preso" pela planta escamosa.
O Ardor Final (chory): A última palavra da página,
Chori (Ira/Ardor), sugere que o sistema atingiu sua pressão máxima. O
reagente não é mais apenas um líquido; é uma substância pulsante e
"irada" que agora tem força suficiente para mover as engrenagens da
Seção Biológica.
⚖️ Veredito da Página 40
Esta página é o Manual da Blindagem do Vaso. Ela
conclui o Segundo Caderno com uma nota de segurança absoluta. O clérigo
garantiu que o sistema está selado (Faiis) e isolado (Shor). Não
há mais volta. O fluido está quente, sob pressão e protegido. As próximas
páginas (Caderno III) deverão mostrar o funcionamento interno desse
"balneário" de forma explícita.
Página 41 (f21r)
Esta é a Página 41 do seu PDF (f21r). A planta apresenta flores duplas (ou em pares) e raízes que se entrelaçam de forma complexa, sugerindo uma espécie de Lathyrus (Ervilha-de-cheiro) ou Vicia. No contexto medieval, o entrelaçamento era visto como símbolo de união ou "abraço".
Sob a Lei Invertida, o clérigo opera o "Protocolo
da Conjunção das Sombras e o Encontro nos Canais". Este fólio foca na mistura:
agora que os fluidos foram selados e protegidos (página anterior), eles
precisam se fundir em um único fluxo coletivo que alimentará as múltiplas
ninfas simultaneamente.
🗝️ Decifração Analítica:
Página 41 (f21r)
|
Termo EVA |
Inversão |
Raiz Hebraica / Conceito |
Significado no Ritual |
|
pchor |
rohcp |
Pachar (פֶּחָר) |
Oleiro/Modelador: Aquele que molda o fluxo. |
|
qopcheody |
ydoehcpok |
Pach-Yodea (יֹדֵעַ) |
Armadilha do Conhecimento: O segredo da mistura. |
|
tolchory |
yrohclot |
Lot-Chori (לוּט-חֳרִי) |
Véu da Ira: O calor oculto da conjunção. |
|
qokoiin |
niiokoq |
Kikon-Nidda (קִיקָיוֹן) |
Sombra de Nidda: O abrigo onde o fluido amadurece. |
|
opsheas |
saehspo |
Pasha (פֶּשַׁע) |
Transgressão: A quebra final da barreira natural. |
|
ykeey |
yeehy |
Yechay (יְחַי) |
Vivificação: O despertar do fluido nos tubos. |
📜 Tradução Fluida: O
Protocolo da Conjunção
"Pela planta que se abraça e se enrosca, eu, o
modelador (Pchor), ordeno a conjunção das sombras. Que as correntes separadas
se fundam na armadilha do conhecimento (Qopcheody) sob o véu da ira (Tolchory).
Amassa a flor dupla até que o licor reconheça seu par e se torne um único corpo
de pecado. Sob a sombra de Nidda (Qokoiin), eu consagro a transgressão
(Opsheas) do fluxo; que o que era sangue de muitos se torne o veneno de um só.
Pela vivificação (Ykeey) das veias de bronze, o encontro nos canais está completo.
O rio de Azazel agora corre unido para inundar o balneário das
escolhidas."
🔍 Análise da Página 41 (A
Fusão dos Elixires)
A União Química (pchor / qopcheody): O clérigo usa
a imagem das raízes entrelaçadas para descrever a "rede hidráulica".
As ninfas não recebem fluidos isolados; há um reservatório central onde as
"armadilhas de conhecimento" (reagentes específicos de cada planta
anterior) se misturam para criar o elixir final.
A Sombra de Nidda (qokoiin): Na linha 5, o termo lembra a planta de Jonas (Kikon), que cresce rápido para dar sombra. Aqui, a inversão sugere que o fluido "cresce" em potência quando mantido na escuridão dos tubos, protegendo a sua toxicidade da degradação pela luz.
O Despertar do Fluxo (ykeey): A repetição de Ykeey (Vivificação/Vida) nas linhas 5 e 12 indica que a mistura gera uma reação efervescente. O clérigo vê isso como o fluido "ganhando vida" própria dentro do sistema de encanamentos.
⚖️ Veredito da Página 41
Esta página é o Manual da Alquimia Hidráulica. Ela
encerra a fase de "transporte individual" e inicia a fase de
"distribuição em massa". O clérigo estabelece que a união dos venenos
é o que dá poder ao banho. O próximo passo (f21v) deverá tratar da descida
final desse fluido composto para os órgãos das ninfas.
Disclaimer
Esta é uma interpretação especulativa histórica e criptográfica baseada no método de inversão EVA + raízes hebraicas/bíblicas. Não incentiva rituais, práticas ou crenças. Análise simbólica e acadêmica apenas.
Leia o post anterior: O Manuscrito Voynich: Páginas 38 e 39 (f19v + f20r) – Captura das Estrelas Caídas e Primeira Imersão
Com o gotejamento iniciado e as ninfas chamadas ao banho, o clérigo de Azazel agora protege o sistema contra vazamentos e desperdiçamentos. Estas páginas marcam o fechamento do Caderno II com a construção da "Muralha de Carne" e a fusão das correntes de licor em um fluxo único e coletivo. Na Página 40, a raiz escamosa cria isolamento térmico e vedação para manter o calor da transmutação. Na Página 41, as raízes entrelaçadas simbolizam a conjunção das sombras, unindo os elixires em um rio indivisível que inunda o balneário. O clérigo se torna o Guardião das Banheiras, onde o segredo da mistura garante a potência eterna do elixir de Nidda.
I. f20v – O Protocolo da Muralha de Carne e a Proteção das Banheiras (Sedum ou Sempervivum, sempre-viva suculenta com folhas escamosas)
Página 40 do PDF. A planta apresenta raiz maciça e folhagens sobrepostas que lembram escamas ou armadura (possivelmente Sedum ou Sempervivum, usadas historicamente para proteger a pele e resistir ao calor/seca). O clérigo subverte sua resiliência para garantir estanqueidade e isolamento térmico no sistema de banheiras e tubos, impedindo que o licor escape ou perca calor durante a transmutação.
Decifração Analítica (seleção chave)
Termo EVA | Inversão | Raiz Hebraica / Conceito | Significado no Ritual |
|---|---|---|---|
faiis | siiaf | Sayaph (סַיִף) | Espada/Corte: Corte final que separa o vaso do mundo |
ykoiin | niioky | Yekod-Nidda | Incêndio da Impureza: Calor contido no fluido |
fshodchy | yhcdohsf | Pasat-Kadosh | Despir o Sagrado: Remoção de proteção divina |
shor | rohs | Shor (שׁוֹר) | Muro/Vigilância: Barreira que protege os banhos |
char | rahc | Charar (חָרַר) | Queimadura/Secura: Calcinação das bordas do vaso |
chory | yrohc | Chori (חֳרִי) | Ira/Ardor: Energia motora do reagente final |
Tradução Fluida: O Protocolo da Muralha de Carne
"Pelo corte da espada (Faiis), eu separo este sistema da luz do dia. Que a raiz escamosa ensine a carne a se tornar uma muralha (Shor) impenetrável ao redor das banheiras de Azazel. Dentro deste muro, o incêndio da impureza (Ykoiin) deve arder sem consumir, mantendo o licor no ponto de transmutação. Eu ordeno que se despida o sagrado (Fshodchy) de cada poro, restando apenas a secura (Char) que veda os canais contra o desperdício. Sob a minha mão (Opydy), o ardor (Chory) é direcionado; que o calor não escape, que o frio não entre. A fortaleza biológica está selada; as ninfas estão seguras em seu exílio líquido."
Veredito de f20v
Esta página é o Manual da Blindagem do Vaso. Ela conclui o Segundo Caderno com uma nota de segurança absoluta. O clérigo garantiu que o sistema está selado (Faiis) e isolado (Shor). Não há mais volta. O fluido está quente, sob pressão e protegido. As próximas páginas (Caderno III) deverão mostrar o funcionamento interno desse "balneário" de forma explícita.
II. f21r – O Protocolo da Conjunção das Sombras e o Encontro nos Canais (Lathyrus ou Vicia, raízes entrelaçadas e flores duplas)
Página 41 do PDF. A planta apresenta flores duplas (ou em pares) e raízes que se entrelaçam de forma complexa (possivelmente Lathyrus ou Vicia, simbolizando união ou "abraço"). O clérigo subverte o entrelaçamento para descrever a mistura dos fluxos em um único rio coletivo, fundindo os elixires para alimentar múltiplas ninfas simultaneamente.
Decifração Analítica (seleção chave)
Termo EVA | Inversão | Raiz Hebraica / Conceito | Significado no Ritual |
|---|---|---|---|
pchor | rohcp | Pachar (פֶּחָר) | Oleiro/Modelador: Aquele que molda o fluxo |
qopcheody | ydoehcpok | Pach-Yodea (יֹדֵעַ) | Armadilha do Conhecimento: Segredo da mistura |
tolchory | yrohclot | Lot-Chori (לוּט-חֳרִי) | Véu da Ira: Calor oculto da conjunção |
qokoiin | niiokoq | Kikon-Nidda (קִיקָיוֹן) | Sombra de Nidda: Abrigo onde o fluido amadurece |
opsheas | saehspo | Pasha (פֶּשַׁע) | Transgressão: Quebra final da barreira natural |
ykeey | yeehy | Yechay (יְחַי) | Vivificação: Despertar do fluido nos tubos |
Tradução Fluida: O Protocolo da Conjunção
"Pela planta que se abraça e se enrosca, eu, o modelador (Pchor), ordeno a conjunção das sombras. Que as correntes separadas se fundam na armadilha do conhecimento (Qopcheody) sob o véu da ira (Tolchory). Amassa a flor dupla até que o licor reconheça seu par e se torne um único corpo de pecado. Sob a sombra de Nidda (Qokoiin), eu consagro a transgressão (Opsheas) do fluxo; que o que era sangue de muitos se torne o veneno de um só. Pela vivificação (Ykeey) das veias de bronze, o encontro nos canais está completo. O rio de Azazel agora corre unido para inundar o balneário das escolhidas."
Veredito de f21r
Esta página é o Manual da Alquimia Hidráulica. Ela encerra a fase de "transporte individual" e inicia a "distribuição em massa". O clérigo estabelece que a união dos venenos é o que dá poder ao banho. O próximo passo deverá tratar da descida final desse fluido composto para os órgãos das ninfas.
Progressão da Liturgia de Transformação
f1r: Juramento.
f1v: Paralisia (Belladonna).
f2r: Tormento febril (Centaurea).
f2v: Sono do Abismo (Lótus).
f3v: Decomposição silenciosa.
f4r: Ancoragem espiritual (Hypericum).
f4v: Laço sufocante (Trepadeira).
f5r: Sudário final (Herba Paris).
f5v: Corrosão da pele/sangue (Urtiga).
f6r: Morte do antídoto (Vencetósigo).
f6v: Semente do exílio (Ricinus).
f7r: Passagem para as águas de Nidda (Lírio d'água).
f7v: Multiplicação da culpa (Polygonum/Potentilla).
f8r: Rede de estrangulamento interno (Hera).
f8v: Cálice de sombras (Silene).
f9r: Bile amarga e cegueira (Celidônia).
f9v: Trindade profana (Viola tricolor).
f10r: Corrosão da vontade e exílio do coração (Scabiosa).
f11v: Prumo de Azazel / Equilíbrio da decomposição (Leonurus).
f13r: Redemoinho do fôlego / Ascensão para o Abismo (Tussilago).
f13v: Retenção da impureza / Sangue estagnado (Crassulaceae).
f14r: Perfuração interna / Colheita da essência (Sagittaria).
f14v: Ancoramento terminal / Rizoma da alma (Osmunda regalis).
f15r: Destilação final / Filtro biológico (Sonchus).
f15v: Sucção das sombras / Entrega aos poros (Paris quadrifolia).
f16r: Amarração espiritual / Dormência de Nidda (Cannabis sativa).
f16v: Pulso invertido / Orvalho de Azazel (Planta cardiotônica).
f17r: Ventilação da alma / Primeiro gotejamento (Adiantum / Avenca).
f17v: Primeira vertente / Batismo de Azazel (Tamus/Smilax, trepadeira).
f18r: Lavagem de Nidda / Selo do escoamento (Cynoglossum/Lappula, gancho filtrante).
f18v: Saturação do caldeirão / Suspiro de Azazel (Lycopsis/Anchusa).
f19r: Sedimento de Azazel / Primeira inundação (Scrophularia ou similar).
f19v: Captura das estrelas caídas / Primeiro gotejar da banheira (Asperula/Galium).
f20r: Primeira imersão / Chamado das ninfas do sangue (Polytrichum/cranberry).
f20v: Muralha de carne / Proteção das banheiras (Sedum/Sempervivum).
f21r: Conjunção das sombras / Encontro nos canais (Lathyrus/Vicia).
O clérigo transforma plantas de cura em instrumentos de proteção e fusão alquímica. A "Lei Invertida" revela o padrão: o que isola e une na natureza, sela e multiplica no ritual. O Caderno II termina; o balneário das ninfas está selado e unificado.
(Transição Biológica):
Shor (Muralha): O isolamento necessário para que a gnose não se perca ou esfrie.
Sayaph (Corte): O ato ritual de desligar o vaso biológico da realidade exterior.
Lot (Véu/Selo): A proteção que mantém o calor oculto e a toxicidade intacta.
Pasha (Transgressão): A quebra final da barreira natural da carne através da fusão química.
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