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Eternidade 1 - Discípulos 💜

O Manuscrito Voynich: Páginas 62 e 63 (f31v + f32r) — Inoculação e Silenciamento

O Manuscrito Voynich: Páginas 62 e 63 (f31v + f32r) — Inoculação e Silenciamento

Nesta fase crucial do Códice de Azazel, o ritual transcende a produção industrial e inicia a conquista da matéria viva. O elixir, agora estabilizado, é introduzido no corpo humano. O clérigo detalha como esta substância atua como um parasita litúrgico, consumindo a humanidade do hospedeiro para substituí-la por uma vontade eterna e submissa.


🧪 Página 62 (f31v): O Protocolo da Inoculação e a Seiva Devoradora

A planta (Heracleum), conhecida por sua seiva que queima sob o sol, é o diagrama para a natureza fototóxica do elixir. O clérigo descreve a entrada do "Espírito Vivo" no corpo humano, transformando o hospedeiro em um "Vaso de Sangue" (Dam-Keli) que não mais suporta a luz divina.

  • Desce Aqui (Podair): O comando para que o elixir penetre nos tecidos e inicie a transmutação.

  • Sangue no Vaso (Olkeedam): A visão do corpo humano como um mero recipiente para a vontade de Azazel.

  • Luz das Trevas (Ychekeeor): A reação química que torna o inoculado intolerante à claridade, forçando-o à existência nas sombras.

  • Invasão Tecidual: O elixir viaja para os "Esconderijos" (Cheam) da carne, como a medula e os nervos, tornando a possessão irreversível.


🤐 Página 63 (f32r): O Protocolo da Captura dos Sentidos

Retornando à Linguagem A, o clérigo utiliza a Prunella vulgaris para ilustrar o silenciamento do hospedeiro. Invertendo o uso medicinal da planta (que cura a garganta), ele a usa para "travar" a laringe, garantindo que a alma calada não possa clamar por socorro enquanto os sentidos são capturados.

  • Boca Viva (Fchaiin): A transformação do aparelho fonador em um canal de recepção do fluxo, mas bloqueado para a fala humana.

  • Esmagamento da Vontade (Dshodar): O processo de supressão da identidade original através da dor e do tormento (Soty).

  • Espasmo dos Sentidos (Shos): A reação neurológica do corpo enquanto o sistema motor é assumido pelo reagente.

  • Mordaça Alquímica: A alma é empurrada para o fundo do ser, deixando apenas um instrumento biológico mudo e operante sob o fluxo de Nidda (Dan).


Página 62 (f31v)

Esta é a Página 62 do seu PDF (f31v). A planta é identificada como uma espécie de Heracleum (possivelmente Heracleum cervifolia ou Cana-dos-pântanos). Na botânica tradicional, estas plantas são conhecidas pelo seu crescimento vigoroso, caules ocos e seiva fototóxica que causa queimaduras em contato com a luz — um paralelo perfeito para a Lei Invertida de Azazel.

Mantendo a Linguagem B (Mão 2), o clérigo inicia o "Protocolo da Inoculação e a Seiva Devoradora". Agora que o elixir foi "parido" (página anterior), este fólio descreve a sua natureza agressiva: o líquido não é apenas um produto, mas uma força que "devora" a luz para fortalecer a sombra. As raízes em formato de "serpentes" sugerem que o elixir agora busca hospedeiros vivos.


🗝️ Decifração Analítica: Página 62 (f31v)

Termo EVA

Inversão

Raiz Hebraica / Conceito

Significado no Ritual

podair

riadop

Yarad-Po (יָרַד)

Desce Aqui: O momento da aplicação do elixir.

sheedy

ydeehs

Shed-Chay (שֵׁד)

Espírito Vivo: A alma do licor em atividade.

olkeedam

madeek-lo

Dam-Keli (כְּלִי)

Sangue no Vaso: O elixir entrando no corpo humano.

ychekeeor

roeekehcy

Or-Choshek (אוֹר)

Luz das Trevas: A reação fototóxica do elixir.

cheam

maehc

Makam (מָכַם)

Esconderijo/Interior: A penetração nos tecidos profundos.

keedy

ydeek

Yad-Kay (יָד)

A Mão da Mudança: A transmutação da carne.


📜 Tradução Fluida: O Protocolo da Inoculação

"Pela seiva que queima ao toque do sol, eu ordeno que o poder desça aqui (Podair). Que o espírito vivo (Sheedy) contido no licor reconheça o seu novo vaso e que o sangue entre no recipiente (Olkeedam) para iniciar a grande obra. Sob a luz das trevas (Ychekeeor), a carne deve se curvar e o que era humano deve ser consumido pelo que é eterno. Eu comando a entrada nos esconderijos (Cheam) da carne; que a mão da mudança (Keedy) remodele os ossos e os nervos sob o comando de Azazel. O que foi destilado no balneário agora busca a sua morada final. A inoculação começou; a sombra agora corre nas veias dos vivos."


🔍 Análise da Página 62 (A Carne como Recipiente)

A Fototoxicidade Simbólica (ychekeeor): O clérigo usa a propriedade real do Heracleum (queimar sob a luz) para explicar que o "Ouro de Azazel" reage violentamente contra a luz divina. Uma vez inoculado, o hospedeiro não pode mais suportar a claridade; ele torna-se um ser das profundezas, movido pela "Luz das Trevas".

A Transmissão do Shed (sheedy / olkeedam): Na linha 1 e 7, o clérigo descreve o elixir não como um remédio, mas como um parasita litúrgico. O termo Dam-Keli sugere que o corpo humano é visto apenas como um "vaso" (Keli) para conter a vontade de Azazel (Shed-Chay).

A Penetração Tecidual (cheam): O termo final da página, Makam, indica que o elixir não fica na superfície. Ele viaja para os "lugares escondidos" do corpo — a medula, o cérebro e as entranhas — garantindo que a possessão química seja total e irreversível.


⚖️ Veredito da Página 62

Esta página é o Manual da Infecção Sagrada. Ela marca a saída do elixir do laboratório e sua entrada na "matéria viva". O clérigo parou de construir e começou a conquistar. O Heracleum é a arma biológica que garante que a carne inoculada pertença para sempre ao abismo.

Página 63 (f32r)

Esta é a Página 63 do seu PDF (f32r). A planta é frequentemente identificada como Prunella vulgaris (Erva-férrea ou Consolda-menor). Historicamente, era chamada de "Cura-tudo" e usada para tratar feridas na boca e garganta. No fólio, ela apresenta uma estrutura de inflorescência compacta, quase como uma cabeça ou um punho cerrado, e raízes que se ramificam como garras.

No Códice de Azazel, o clérigo retorna à Linguagem A (Mão 1) para ditar o "Protocolo da Captura dos Sentidos e o Silenciamento". Se a página anterior tratava da inoculação do elixir, esta detalha o efeito imediato na fala e na percepção. O clérigo usa a morfologia da Prunella (usada para curar a garganta) para explicar como o elixir "trava" a laringe e os sentidos do hospedeiro, substituindo a voz humana pelo silêncio obediente do exílio.


🗝️ Decifração Analítica: Página 63 (f32r)

Termo EVA

Inversão

Raiz Hebraica / Conceito

Significado no Ritual

fchaiin

niiahcf

Pi-Chay (פִּי)

Boca Viva: A transmutação do falar.

dshodar

radohsd

Dos-Rad (דּוּשׁ)

Trilhar/Esmagar: O esmagamento da vontade própria.

dam

mad

Dam (דָּם)

Sangue: O veículo do silenciamento.

shos

sohs

Sus (סוּס)

Agitar/Mover: O espasmo dos sentidos capturados.

soty

ytos

Yissur (יִסּוּר)

Tormento: A dor que sela os lábios.

dan

nad

Nidda (נִדָּה)

O Fluxo: O reagente que governa a nova carne.


📜 Tradução Fluida: O Protocolo do Silenciamento

"Pela flor que fecha a garganta e pela raiz que agarra as profundezas, eu comando a captura dos sentidos. Que a boca viva (Fchaiin) do hospedeiro seja esquecida, e que o sangue (Dam) de Nidda esmague (Dshodar) qualquer grito de resistência. Sob o tormento (Soty) da transformação, os olhos devem ver apenas a sombra e os ouvidos devem ouvir apenas o chamado dos tubos. O movimento (Shos) não pertence mais ao homem, mas ao fluxo (Dan) que agora habita seus nervos. O que era voz humana agora é o silêncio de Azazel. A alma foi calada para que o instrumento seja afinado. O selo está posto; a servidão é muda."


🔍 Análise da Página 63 (A Mordaça Alquímica)

A Garganta Selada (fchaiin / otol): Nas linhas 1 e 7, o clérigo faz uma referência direta à função medicinal da Prunella. Invertendo sua cura, ele a usa para criar uma "inflamação espiritual" que impede o hospedeiro de proferir orações ou pedidos de socorro. A Pi-Chay (Boca Viva) torna-se uma entrada para o elixir, mas uma saída bloqueada para a alma.

A Garra dos Sentidos (dytchor / shos): As raízes da ilustração, que parecem garras, representam como o elixir "agarra" o sistema nervoso. Na linha 11, o termo Shos indica que o corpo pode sofrer espasmos enquanto a consciência humana é empurrada para o fundo, permitindo que a "fiação" de Azazel assuma o controle motor.

O Destino de Nidda (dan): A página termina com a palavra Dan (Nidda). É a confirmação de que o processo de inoculação foi bem-sucedido. O hospedeiro não é mais um indivíduo; ele é agora uma extensão do fluxo líquido que percorre todo o Códice.


⚖️ Veredito da Página 63

Esta página é o Manual da Supressão da Identidade. Ela garante que os inoculados não possam se rebelar ou comunicar seu estado. A planta Prunella é a mordaça biológica do clérigo. Com os sentidos capturados e a voz silenciada, o hospedeiro está pronto para ser integrado às grandes máquinas ou banheiras que veremos a seguir.


Disclaimer

Esta é uma interpretação especulativa histórica e criptográfica baseada no método de inversão EVA + raízes hebraicas/bíblicas. Não incentiva rituais, práticas ou crenças. Análise simbólica e acadêmica apenas.
Leia o post anterior: O Manuscrito Voynich: Páginas 60 e 61 (f30v + f31r) – Ascensão e Parto do Elixir

Com o elixir nascido e fixado em estado estável, as páginas 62 e 63 marcam o início da fase de conquista viva no Códice de Azazel. O clérigo abandona o balneário para inocular o produto final em hospedeiros humanos. A f31v descreve a penetração da seiva devoradora que transforma o corpo em vaso de trevas. A f32r sela a voz e captura os sentidos, garantindo silêncio absoluto. Esta sequência inicia a propagação externa: o que foi destilado nas profundezas agora se espalha pela carne dos vivos, convertendo-os em instrumentos mudos da vontade de Azazel.
I. f31v – O Protocolo da Inoculação e a Seiva Devoradora (Heracleum cervofilum)
Página 62 do PDF. A planta é identificada como uma espécie de Heracleum (possivelmente Heracleum cervifolia ou Cana-dos-pântanos). Na botânica tradicional, estas plantas são conhecidas pelo seu crescimento vigoroso, caules ocos e seiva fototóxica que causa queimaduras em contato com a luz — um paralelo perfeito para a Lei Invertida de Azazel.
Mantendo a Linguagem B (Mão 2), o clérigo inicia o "Protocolo da Inoculação e a Seiva Devoradora". Agora que o elixir foi "parido" (página anterior), este fólio descreve a sua natureza agressiva: o líquido não é apenas um produto, mas uma força que "devora" a luz para fortalecer a sombra. As raízes em formato de "serpentes" sugerem que o elixir agora busca hospedeiros vivos.
Decifração Analítica (seleção chave)
Termo EVA
Inversão
Raiz Hebraica / Conceito
Significado no Ritual
podair
riadop
Yarad-Po (יָרַד)
Desce Aqui: O momento da aplicação do elixir
sheedy
ydeehs
Shed-Chay (שֵׁד)
Espírito Vivo: A alma do licor em atividade
olkeedam
madeek-lo
Dam-Keli (דָּם-כְּלִי)
Sangue no Vaso: O elixir entrando no corpo humano
ychekeeor
roeekehcy
Or-Choshek (אוֹר-חֹשֶׁךְ)
Luz das Trevas: A reação fototóxica do elixir
cheam
maehc
Makam (מָכַם)
Esconderijo/Interior: A penetração nos tecidos profundos
keedy
ydeek
Yad-Kay (יָד)
A Mão da Mudança: A transmutação da carne

Tradução Fluida: O Protocolo da Inoculação
"Pela seiva que queima ao toque do sol, eu ordeno que o poder desça aqui (Podair). Que o espírito vivo (Sheedy) contido no licor reconheça o seu novo vaso e que o sangue entre no recipiente (Olkeedam) para iniciar a grande obra. Sob a luz das trevas (Ychekeeor), a carne deve se curvar e o que era humano deve ser consumido pelo que é eterno. Eu comando a entrada nos esconderijos (Cheam) da carne; que a mão da mudança (Keedy) remodele os ossos e os nervos sob o comando de Azazel. O que foi destilado no balneário agora busca a sua morada final. A inoculação começou; a sombra agora corre nas veias dos vivos."

Veredito de f31v
Esta página é o Manual da Infecção Sagrada. Ela marca a saída do elixir do laboratório e sua entrada na "matéria viva". O clérigo parou de construir e começou a conquistar. O Heracleum é a arma biológica que garante que a carne inoculada pertença para sempre ao abismo.

II. f32r – O Protocolo da Captura dos Sentidos e o Silenciamento da Voz Humana (Prunella vulgaris)
Página 63 do PDF. A planta é frequentemente identificada como Prunella vulgaris (Erva-férrea ou Consolda-menor). Historicamente, era chamada de "Cura-tudo" e usada para tratar feridas na boca e garganta. No fólio, ela apresenta uma estrutura de inflorescência compacta, quase como uma cabeça ou um punho cerrado, e raízes que se ramificam como garras.
No Códice de Azazel, o clérigo retorna à Linguagem A (Mão 1) para ditar o "Protocolo da Captura dos Sentidos e o Silenciamento". Se a página anterior tratava da inoculação do elixir, esta detalha o efeito imediato na fala e na percepção. O clérigo usa a morfologia da Prunella (usada para curar a garganta) para explicar como o elixir "trava" a laringe e os sentidos do hospedeiro, substituindo a voz humana pelo silêncio obediente do exílio.
Decifração Analítica (seleção chave)
Termo EVA
Inversão
Raiz Hebraica / Conceito
Significado no Ritual
fchaiin
niiahcf
Pi-Chay (פִּי)
Boca Viva: A transmutação do falar
dshodar
radohsd
Dos-Rad (דּוּשׁ)
Trilhar/Esmagar: O esmagamento da vontade própria
dam
mad
Dam (דָּם)
Sangue: O veículo do silenciamento
shos
sohs
Sus (סוּס)
Agitar/Mover: O espasmo dos sentidos capturados
soty
ytos
Yissur (יִסּוּר)
Tormento: A dor que sela os lábios
dan
nad
Nidda (נִדָּה)
O Fluxo: O reagente que governa a nova carne

Tradução Fluida: O Protocolo do Silenciamento
"Pela flor que fecha a garganta e pela raiz que agarra as profundezas, eu comando a captura dos sentidos. Que a boca viva (Fchaiin) do hospedeiro seja esquecida, e que o sangue (Dam) de Nidda esmague (Dshodar) qualquer grito de resistência. Sob o tormento (Soty) da transformação, os olhos devem ver apenas a sombra e os ouvidos devem ouvir apenas o chamado dos tubos. O movimento (Shos) não pertence mais ao homem, mas ao fluxo (Dan) que agora habita seus nervos. O que era voz humana agora é o silêncio de Azazel. A alma foi calada para que o instrumento seja afinado. O selo está posto; a servidão é muda."

Veredito de f32r
Esta página é o Manual da Supressão da Identidade. Ela garante que os inoculados não possam se rebelar ou comunicar seu estado. A planta Prunella é a mordaça biológica do clérigo. Com os sentidos capturados e a voz silenciada, o hospedeiro está pronto para ser integrado às grandes máquinas ou banheiras que veremos a seguir.

Progressão da Liturgia de Transformação
f1r: Juramento.
f1v: Paralisia (Belladonna).
f2r: Tormento febril (Centaurea).
f2v: Sono do Abismo (Lótus).
f3v: Decomposição silenciosa.
f4r: Ancoragem espiritual (Hypericum).
f4v: Laço sufocante (Trepadeira).
f5r: Sudário final (Herba Paris).
f5v: Corrosão da pele/sangue (Urtiga).
f6r: Morte do antídoto (Vencetósigo).
f6v: Semente do exílio (Ricinus).
f7r: Passagem para as águas de Nidda (Lírio d'água).
f7v: Multiplicação da culpa (Polygonum/Potentilla).
f8r: Rede de estrangulamento interno (Hera).
f8v: Cálice de sombras (Silene).
f9r: Bile amarga e cegueira (Celidônia).
f9v: Trindade profana (Viola tricolor).
f10r: Corrosão da vontade e exílio do coração (Scabiosa).
f11v: Prumo de Azazel / Equilíbrio da decomposição (Leonurus).
f13r: Redemoinho do fôlego / Ascensão para o Abismo (Tussilago).
...
f20v: Muralha de carne / Proteção das banheiras → ver post
f21r: Conjunção das sombras / Encontro nos canais → ver post
f21v: Injeção nas raízes de carne / Banho de pés das ninfas → ver post
f22r: Ereção da matéria / Pistão de Dudael → ver post
f22v: Captura dupla / Distribuição nos úteros artificiais → ver post
f23r: Circulação fechada / Eterno retorno do sangue → ver post
f23v: Dança das sombras / Ativação dos membros → ver post
f24r: Desdobramento / Sincronia das ninfas → ver post
f24v: Olho central / Vigília perpétua → ver post
f25r: Mastigação da matéria / Descarne espiritual → ver post
f25v: Captura aérea / Descida dos vapores → ver post
f26r: Blindagem do elixir / Proteção do sedimento → ver post
f26v: Inundação / Primeiro mergulho → ver post
f27r: Ressonância / Chamado das ninfas → ver post
f27v: Cruz de Azazel / Fixação dos corpos → ver post
f28r: Cobertura do silêncio / Proteção contra os Olhos do Céu → ver post
f28v: Multiplicação do fermento / Expansão do exército → ver post
f29r: Torsão da vontade / Programação dos movimentos → ver post
f29v: Deglutição das impurezas / Destilação do Ouro de Azazel → ver post
f30r: Coroação das sombras / Manifestação da Rainha das Ninfas → ver post
f30v: Ascensão humoral / Subida do Filho do Pecado → ver post
f31r: Grito de parto / Saída do Elixir para o Mundo Exterior → ver post
f31v: Inoculação / Seiva devoradora → [post atual]
f32r: Captura dos sentidos / Silenciamento da voz humana → [post atual]

O clérigo transforma plantas de cura em instrumentos de inoculação e supressão total. A "Lei Invertida" revela o padrão: o que cura na natureza, devora no ritual; o que fala na natureza, cala no ritual. O hospedeiro humano está infectado e silenciado; a sombra agora habita a carne viva.
Sheedy (Espírito Vivo): A consciência do elixir que agora habita e anima a carne do hospedeiro.
Dam-Keli (Sangue no Vaso): A redução do ser humano à condição de frasco biológico para a substância de Azazel.
Pi-Chay (Boca Viva): O selo colocado sobre a fala para garantir o silêncio absoluto do ritual.
Yissur (Tormento): A agonia necessária para quebrar a resistência da alma e fixar a nova natureza.

Chaves do tempo: Inoculação, Seiva Devoradora, Silenciamento e Captura dos Sentidos.

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