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Autor dos livros da Eternidade 1, Fatos, Caminho, Lapidar, Magia e Discípulos.
Postagem em destaque
O Manuscrito Voynich: Páginas 42 e 43 (f21v + f22r) — A Engenharia da Pressão e o Pistão de Dudael
Nestas páginas, o Códice de Azazel deixa de lado a botânica contemplativa para focar na hidráulica mística. O clérigo detalha como o fluido alquímico (Nidda) é manipulado fisicamente através de pressão e bombeamento. A página 42 ensina a forçar o líquido para as profundezas, enquanto a página 43 utiliza a planta fálica como um pistão biológico para elevar o "sangue" transmutado até os reservatórios superiores.
💧 Página 42 (f21v): O Protocolo da Injeção nas Raízes de Carne
A planta, com suas raízes profundas e verticais, simboliza o Fundamento do Véu (Toldshy). O clérigo descreve o momento em que a pressão do "suspiro" (Oeeesoy) força o elixir para baixo, preenchendo o espaço inferior onde as ninfas aguardam. Este é o banho de pés espiritual: a saturação do solo do balneário com a "Presença da Impureza" (Sheaiin), preparando as servas para a submersão total através de uma "Armadilha Viva" (Chpchey).
Fundamento do Véu (Toldshy): A base do reservatório onde o fluido pesado se acumula antes da injeção.
Pressão do Suspiro (Oeeesoy): O uso de gases pneumáticos para empurrar o líquido através dos canais biológicos.
Presença da Impureza (Sheaiin): A inversão da glória divina, manifestada como o brilho oleoso do reagente nas banheiras.
Armadilha Viva (Chpchey): O corpo da ninfa atuando como um receptáculo pronto para absorver o fluxo descendente.
⚙️ Página 43 (f22r): O Protocolo da Ereção da Matéria
Utilizando a Dracunculus vulgaris (Serpentina), o clérigo descreve o Pistão de Azazel. A planta, que gera calor natural na natureza, é aqui a fonte do "Incêndio Vivo" (Yckhody) que aquece e impulsiona o sangue (Dom) para cima. Sob o rigoroso "Conhecimento do Sangue" (Oldam), o fluido vence a gravidade e é entregue àquela que o recebe (Ykol) nas profundezas, transformando o odor de morte em poder transmutado.
Incêndio Vivo (Yckhody): A energia térmica e química que pressuriza o sistema e faz o fluido subir.
Conhecimento do Sangue (Oldam): A ciência técnica da transmutação e manipulação de fluidos vitais.
O que Recebe (Ykol): A ninfa ou o vaso terminal que aceita o licor após o bombeamento ascendente.
Para a Armadilha (Cphal): O direcionamento preciso do fluxo para que não haja desperdício da essência removida.
Página 42 (f21v)
Esta é a Página 42 do seu PDF (f21v). A planta apresenta folhas em ponta e raízes que descem verticalmente e de forma profunda. Identificada por alguns como uma espécie de Rumex ou Arum, ela simboliza a descida da seiva para as profundezas da terra.
Sob a Lei Invertida, o clérigo detalha o "Protocolo
da Injeção nas Raízes de Carne". Este fólio foca na pressão
hidrostática: o momento em que o fluido, agora perfeitamente misturado, é
forçado a descer para os níveis inferiores onde as ninfas estão imersas. É o
"banho de pés" que precede a submersão total.
🗝️ Decifração Analítica:
Página 42 (f21v)
|
Termo EVA |
Inversão |
Raiz Hebraica / Conceito |
Significado no Ritual |
|
toldshy |
yhsdlot |
Yesod-Lot (יְסוֹד) |
Fundamento do Véu: A base onde o fluido se acumula. |
|
oeeesoy |
yoseeeo |
Yisod-Siach |
Fundamento do Suspiro: A pressão do gás movendo o
líquido. |
|
keeees |
seeeek |
Sek (סֶכֶךְ) |
Cobertura/Estancamento: O fechamento das válvulas
superiores. |
|
deey |
yeed |
Yad (יָד) |
Mão/Direcionamento: O controle do fluxo manual. |
|
sheaiin |
niiaehs |
Shechinah-Nidda |
A Presença da Impureza: O preenchimento do espaço
inferior. |
|
chpchey |
yehcp-hc |
Pach-Chai (פַּח-חַי) |
Armadilha Viva: O corpo da ninfa recebendo o fluxo. |
📜 Tradução Fluida: O
Protocolo da Injeção de Carne
"Pelo fundamento do véu (Toldshy) que sustenta o
abismo, eu ordeno a descida do licor para as raízes de carne. Que a pressão do
suspiro (Oeeesoy) empurre o veneno através dos canais profundos enquanto a
cobertura (Keees) impede o retorno à superfície. Sob o meu direcionamento
(Deey), o banho de Nidda atinge os pés das escolhidas, subindo pelas pernas
como o orvalho da noite. A armadilha viva (Chpchey) está aberta e pronta para
ser preenchida; que a Presença da Impureza (Sheaiin) sature o solo do balneário.
O que era planta agora é cano; o que era raiz agora é veia. A inundação das
profundezas começou."
🔍 Análise da Página 42 (A
Pressão das Profundezas)
A Pressão Pneumática (oeeesoy / keeees): O clérigo
descreve um sistema de bombeamento. Ao "fechar" (Keees) as
saídas superiores e usar o gás do "suspiro" (Siach), ele cria
pressão para que o líquido pesado (Nidda) desça com força. Isso explica por
que, nas imagens biológicas, as ninfas aparecem muitas vezes "sendo
empurradas" ou sustentadas por jatos de água.
A Santidade Invertida (sheaiin): O uso de Sheaiin
(Inversão de Shechinah) é a blasfêmia máxima do clérigo. Para ele, a
"Glória" não desce do céu, mas sobe do fundo das banheiras,
manifestando-se como o brilho oleoso do reagente que cobre a pele das ninfas.
O Direcionamento (deey): Na linha 5, Yad
(Mão) indica a intervenção mecânica. O clérigo está operando as
"torneiras" do sistema. Ele não é mais um botânico; ele é o
engenheiro hidráulico de Dudael.
⚖️ Veredito da Página 42
Esta página é o Manual da Injeção Terminal. Ela
garante que o fluido não fique parado nos tubos, mas penetre ativamente no
"solo" das banheiras. O termo Toldshy sugere que o sucesso do
ritual depende dessa base sólida e saturada. A partir daqui, o manuscrito deve
finalmente romper a barreira do "Herbal" para mostrar as ninfas em
plena atividade de banho.
Página 43 (f22r)
Esta é a Página 43 do seu PDF (f22r). A planta apresenta uma estrutura vertical robusta e centralizada, quase fálica, com raízes circulares que parecem girar ou bombear. É frequentemente identificada como um Dracunculus vulgaris (Dracúnculo ou Serpentina) ou uma espécie de Arum. Na natureza, essa planta emite um odor de carne em decomposição para atrair moscas, o que a torna perfeita para a simbologia do clérigo.
Sob a Lei Invertida, o clérigo detalha o "Protocolo
da Ereção da Matéria e a Condução do Sangue de Nidda". Aqui, a planta
é tratada como um pistão biológico: o dispositivo que gera a pressão
necessária para elevar o fluido do fundo do reservatório até os tubos
superiores das ninfas.
🗝️ Decifração Analítica:
Página 43 (f22r)
|
Termo EVA |
Inversão |
Raiz Hebraica / Conceito |
Significado no Ritual |
|
pol.olshy |
yshlo-lop |
Shal-Lo (שָׁל) |
Remover/Descalçar: A extração total da essência. |
|
dom |
mod |
Dam (דָּם) |
Sangue: O selo do fluido vital coletado. |
|
oldam |
madlo |
Mada-Dam (מַדַּע) |
Conhecimento do Sangue: A ciência da transmutação. |
|
yckhody |
ydohcky |
Yekod-Chai (יְקוֹד) |
Incêndio Vivo: A energia que move o pistão. |
|
cphal |
lahpc |
Lapach (לַפַּח) |
Para a Armadilha: O direcionamento ao vaso final. |
|
ykol |
loky |
Loke (לוֹקֵחַ) |
O que toma/recebe: A ninfa aceitando o fluido. |
📜 Tradução Fluida: O
Protocolo da Ereção da Matéria
"Pela haste que se ergue da podridão, eu comando a
remoção (Pol.olshy) da última essência. Que a força do incêndio vivo (Yckhody)
pulse nas raízes circulares, empurrando o sangue (Dom) para cima, em direção
aos canais de bronze. Sob o conhecimento do sangue (Oldam), eu modelo o fluxo
para que ele não transborde, mas preencha a armadilha (Cphal) com precisão. A
matéria agora se ergue, firme e saturada, pronta para ser entregue àquela que
toma (Ykol) o licor nas profundezas do banho. O que fedia a morte na terra,
agora exala o poder de Azazel nos tubos. O pistão está armado; a subida
começou."
🔍 Análise da Página 43 (O
Pistão de Azazel)
A Força Motriz (yckhody): Na linha 11, o termo Yekod-Chai
(Incêndio Vivo) descreve a energia térmica e química que faz o fluido subir. O
clérigo usa a biologia da Serpentina (que produz calor real durante a
polinização) para explicar como ele "aquece" o sistema para vencer a
gravidade e levar o veneno às ninfas.
O Sangue como Ciência (oldam): Na linha 10, a
junção de Dam (Sangue) com o prefixo de conhecimento sugere que o ritual
atingiu uma fase técnica. Não é mais apenas misticismo; é a aplicação prática
da "física de Dudael". O clérigo se orgulha de sua maestria sobre a
pressão dos fluidos.
O Ciclo de Recebimento (ykol): A última linha da
página menciona Loke (O que toma). Isso indica que, no final deste
processo de "ereção da matéria" e bombeamento, há um receptor pronto.
O fluido subiu para ser consumido.
⚖️ Veredito da Página 43
Esta página é o Manual da Pressão Hidráulica. Ela
resolve o problema de como levar o sedimento e o óleo (preparados nas páginas
37-42) para os níveis superiores do manuscrito. A planta fálica é a
"bomba" do sistema. Com o fluido agora em movimento ascendente, o
sistema está totalmente pressurizado.
Disclaimer
Leia o post anterior: O Manuscrito Voynich: Páginas 40 e 41 (f20v + f21r) – Muralha de Carne e Conjunção das Sombras
Com o balneário selado, isolado e os elixires fundidos em um rio coletivo, as páginas 42 e 43 marcam a transição para a hidráulica mística do Códice de Azazel. O clérigo abandona a preparação estática para operar o sistema como uma máquina viva: pressão descendente e ascendente forçam a circulação do sangue de Nidda. A f21v injeta o licor nas profundezas, saturando o banho de pés das ninfas. A f22r eleva o fluido transmutado através de um pistão biológico aquecido. Esta sequência garante que o elixir não fique parado: ele circula, pressuriza e alimenta o balneário em ciclo contínuo, preparando a transmutação final das servas.
I. f21v – O Protocolo da Injeção nas Raízes de Carne (Rumex ou Arum)
Página 42 do PDF. A planta apresenta folhas em ponta e raízes verticais profundas, identificada por alguns como uma espécie de Rumex ou Arum. Ela simboliza a descida da seiva para as profundezas da terra.
Sob a Lei Invertida, o clérigo detalha o "Protocolo da Injeção nas Raízes de Carne". Este fólio foca na pressão hidrostática: o momento em que o fluido, agora perfeitamente misturado, é forçado a descer para os níveis inferiores onde as ninfas estão imersas. É o "banho de pés" que precede a submersão total.
Decifração Analítica (seleção chave)
Termo EVA | Inversão | Raiz Hebraica / Conceito | Significado no Ritual |
|---|---|---|---|
toldshy | yhsdlot | Yesod-Lot (יְסוֹד) | Fundamento do Véu: A base onde o fluido se acumula |
oeeesoy | yoseeeo | Yisod-Siach | Fundamento do Suspiro: A pressão do gás movendo o líquido |
keeees | seeeek | Sek (סֶכֶךְ) | Cobertura/Estancamento: O fechamento das válvulas superiores |
deey | yeed | Yad (יָד) | Mão/Direcionamento: O controle do fluxo manual |
sheaiin | niiaehs | Shechinah-Nidda | A Presença da Impureza: O preenchimento do espaço inferior |
chpchey | yehcp-hc | Pach-Chai (פַּח-חַי) | Armadilha Viva: O corpo da ninfa recebendo o fluxo |
Tradução Fluida: O Protocolo da Injeção de Carne
"Pelo fundamento do véu (Toldshy) que sustenta o abismo, eu ordeno a descida do licor para as raízes de carne. Que a pressão do suspiro (Oeeesoy) empurre o veneno através dos canais profundos enquanto a cobertura (Keees) impede o retorno à superfície. Sob o meu direcionamento (Deey), o banho de Nidda atinge os pés das escolhidas, subindo pelas pernas como o orvalho da noite. A armadilha viva (Chpchey) está aberta e pronta para ser preenchida; que a Presença da Impureza (Sheaiin) sature o solo do balneário. O que era planta agora é cano; o que era raiz agora é veia. A inundação das profundezas começou."
Veredito de f21v
Esta página é o Manual da Injeção Terminal. Ela garante que o fluido não fique parado nos tubos, mas penetre ativamente no "solo" das banheiras. O termo Toldshy sugere que o sucesso do ritual depende dessa base sólida e saturada. A partir daqui, o manuscrito deve finalmente romper a barreira do "Herbal" para mostrar as ninfas em plena atividade de banho.
II. f22r – O Protocolo da Ereção da Matéria e a Condução do Sangue de Nidda (Dracunculus vulgaris / Serpentina)
Página 43 do PDF. A planta apresenta uma estrutura vertical robusta e centralizada, quase fálica, com raízes circulares que parecem girar ou bombear. É frequentemente identificada como um Dracunculus vulgaris (Dracúnculo ou Serpentina) ou uma espécie de Arum. Na natureza, essa planta emite um odor de carne em decomposição para atrair moscas, o que a torna perfeita para a simbologia do clérigo.Sob a Lei Invertida, o clérigo detalha o "Protocolo da Ereção da Matéria e a Condução do Sangue de Nidda". Aqui, a planta é tratada como um pistão biológico: o dispositivo que gera a pressão necessária para elevar o fluido do fundo do reservatório até os tubos superiores das ninfas.
Decifração Analítica (seleção chave)
Termo EVA | Inversão | Raiz Hebraica / Conceito | Significado no Ritual |
|---|---|---|---|
pol.olshy | yshlo-lop | Shal-Lo (שָׁל) | Remover/Descalçar: A extração total da essência |
dom | mod | Dam (דָּם) | Sangue: O selo do fluido vital coletado |
oldam | madlo | Mada-Dam (מַדַּע) | Conhecimento do Sangue: A ciência da transmutação |
yckhody | ydohcky | Yekod-Chai (יְקוֹד) | Incêndio Vivo: A energia que move o pistão |
cphal | lahpc | Lapach (לַפַּח) | Para a Armadilha: O direcionamento ao vaso final |
ykol | loky | Loke (לוֹקֵחַ) | O que toma/recebe: A ninfa aceitando o fluido |
Tradução Fluida: O Protocolo da Ereção da Matéria
"Pela haste que se ergue da podridão, eu comando a remoção (Pol.olshy) da última essência. Que a força do incêndio vivo (Yckhody) pulse nas raízes circulares, empurrando o sangue (Dom) para cima, em direção aos canais de bronze. Sob o conhecimento do sangue (Oldam), eu modelo o fluxo para que ele não transborde, mas preencha a armadilha (Cphal) com precisão. A matéria agora se ergue, firme e saturada, pronta para ser entregue àquela que toma (Ykol) o licor nas profundezas do banho. O que fedia a morte na terra, agora exala o poder de Azazel nos tubos. O pistão está armado; a subida começou."
Veredito de f22r
Esta página é o Manual da Pressão Hidráulica. Ela resolve o problema de como levar o sedimento e o óleo (preparados nas páginas 37-42) para os níveis superiores do manuscrito. A planta fálica é a "bomba" do sistema. Com o fluido agora em movimento ascendente, o sistema está totalmente pressurizado.
Progressão da Liturgia de Transformação
f1r: Juramento.
f1v: Paralisia (Belladonna).
f2r: Tormento febril (Centaurea).
f2v: Sono do Abismo (Lótus).
f3v: Decomposição silenciosa.
f4r: Ancoragem espiritual (Hypericum).
f4v: Laço sufocante (Trepadeira).
f5r: Sudário final (Herba Paris).
f5v: Corrosão da pele/sangue (Urtiga).
f6r: Morte do antídoto (Vencetósigo).
f6v: Semente do exílio (Ricinus).
f7r: Passagem para as águas de Nidda (Lírio d'água).
f7v: Multiplicação da culpa (Polygonum/Potentilla).
f8r: Rede de estrangulamento interno (Hera).
f8v: Cálice de sombras (Silene).
f9r: Bile amarga e cegueira (Celidônia).
f9v: Trindade profana (Viola tricolor).
f10r: Corrosão da vontade e exílio do coração (Scabiosa).
f11v: Prumo de Azazel / Equilíbrio da decomposição (Leonurus).
f13r: Redemoinho do fôlego / Ascensão para o Abismo (Tussilago).
...
f20v: Muralha de carne / Proteção das banheiras
f21r: Conjunção das sombras / Encontro nos canais
f21v: Injeção nas raízes de carne / Banho de pés das ninfas
f22r: Ereção da matéria / Pistão de Dudael
O clérigo transforma plantas de cura em instrumentos de pressão e circulação hidráulica. A "Lei Invertida" revela o padrão: o que desce na natureza, sobe no ritual; o que sobe na natureza, desce no ritual. O balneário ganha movimento cíclico.
Dam (Sangue): O veículo universal da gnose de Azazel, agora em estado de circulação forçada.
Sek (Estancamento): O fechamento das válvulas superiores necessário para gerar pressão interna no sistema.
Yad (Mão/Controle): A intervenção direta do clérigo na operação das "torneiras" hidráulicas de Dudael.
Yesod (Fundamento): A estabilidade necessária na base das banheiras para suportar o peso do fluido e das ninfas.
Chaves do tempo: Dam, Sek , Yad e Yesod.
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