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Eternidade 1 - Discípulos 💜

O Manuscrito Voynich: Páginas 64 e 65 (f32v + f33r) — Decantação e Metabolismo

O Manuscrito Voynich: Páginas 64 e 65 (f32v + f33r) — Decantação e Metabolismo

Nesta fase do Códice de Azazel, o sistema atinge sua maturidade química e biológica. Após a captura e o silenciamento, o clérigo foca na purificação por separação e na criação de um ciclo metabólico autossustentável. As plantas aqui representam o filtro que separa a alma do resíduo e o órgão que mantém o elixir pulsando através do calor e do transe.


Página 64 (f32v): O Protocolo da Divisão dos Humores

A planta (Campanula), com suas flores em forma de sino, serve como o diagrama para a decantação da alma. O clérigo detalha como o "Sinal de Ruptura" (Daiioam) separa a carne mortal da fibra eterna, enviando o refugo humano para o descarte no "Norte".

  • Lei de Nidda (Kcheodaiin): O decreto alquímico que atua como divisor, definindo o que é "ouro" e o que é "barro" no hospedeiro.

  • Sinal de Ruptura (Daiioam): O ponto crítico onde a humanidade do inoculado se rompe para dar lugar à nova natureza.

  • Véu de Separação (Otchol): A membrana litúrgica que protege o que é eterno enquanto o impuro é drenado.

  • Descarte Oculto (Cphos): O sistema de esgoto ritualístico para onde a "carne morta" é enviada, garantindo a pureza do sistema.

Página 65 (f33r): O Protocolo da Comunhão das Sombras

Retornando à Linguagem B, o clérigo utiliza o bulbo triplo da Orchis para descrever o metabolismo do abismo. O sistema agora respira e se alimenta através de um estado de "Transe Profundo" (Otardam), transformando o sopro e o calor dos hospedeiros em combustível perpétuo.

  • Sangue do Transe (Otardam): O reagente induz um estado de coma permanente (Tardemah), permitindo a extração contínua de energia vital.

  • Sopro do Sistema (Chkeey): A troca gasosa onde a alma residual dos agonizantes é infundida no elixir para evitar sua estagnação.

  • Olho da Purificação (Okaiin): O núcleo térmico no centro dos bulbos onde a fermentação atinge sua temperatura ideal.

  • Ciclo de Absorção: Um sistema onde a carne e o elixir se alimentam mutuamente sob um "Véu de Calor", tornando o balneário um organismo vivo e autossuficiente.


Página 64 (f32v)

Esta é a Página 64 do seu PDF (f32v). A planta apresenta flores em formato de sino (campanuladas) e folhas lanceoladas, identificada como uma espécie de Campanula ou Archangelica. Curiosamente, esta planta reaparece no fólio 102r, sugerindo que sua importância transcende a farmacologia simples, sendo um ingrediente-chave para a "Grande Obra".

Sob a Lei Invertida, o clérigo detalha o "Protocolo da Divisão dos Humores". Se as páginas anteriores trataram da captura e do silenciamento, esta foca na purificação por separação. O sino da planta simboliza o vácuo ou o recipiente de decantação onde a carne "morta" (o que restou da humanidade do hospedeiro) é separada da carne "eterna" (a nova fibra infundida com Nidda).


🗝️ Decifração Analítica: Página 64 (f32v)

Termo EVA

Inversão

Raiz Hebraica / Conceito

Significado no Ritual

kcheodaiin

niidadoehck

Koke-Nidda (חֹק)

Lei de Nidda: A regra que separa os fluidos.

daiioam

maoiiad

Ma'id (מָעִיד)

Testemunha/Sinal: O ponto de ruptura da carne.

odar

rado

Rad (רָד)

Submeter/Dominar: O controle sobre o resíduo.

odan

nado

Nidda-O (נִדָּה)

Seu Fluxo: O reagente agindo como solvente.

otchol

lohc-to

Lot (לוּט)

Véu/Cobertura: A membrana que separa os mundos.

cphos

sohpc

Tsaphon (צָפוֹן)

O Norte/O Oculto: Para onde o impuro é descartado.


📜 Tradução Fluida: O Protocolo da Divisão dos Humores

"Pelo sino que ressoa o vácuo entre a vida e a morte, eu comando a separação. Que a Lei de Nidda (Kcheodaiin) atue como o divisor das águas internas, marcando o sinal (Daiioam) onde a carne velha deve fenecer. Eu domino (Odar) o resíduo humano e ordeno que o fluxo purificado (Odan) suba para as flores de cristal. Sob o véu (Otchol) da transformação, o que é impuro e mortal é lançado para o oculto (Cphos), enquanto o que é eterno se fixa na nova fibra. O hospedeiro não é mais um, mas dois: uma casca que cai e um espírito que ascende pelos tubos. A divisão está feita; o ouro foi extraído do barro."


🔍 Análise da Página 64 (A Decantação da Alma)

O Sino como Alambique (kcheodaiin / otchol): A flor da Campanula é usada aqui como uma metáfora para uma câmara de destilação invertida. O clérigo explica que a "essência" do hospedeiro é atraída para cima, para dentro do "sino" (a cabeça/mente), enquanto os humores mundanos são drenados para baixo.

O Sangue Divisor (odan / odar): Na linha 2 e 7, o clérigo reforça que o reagente não apenas preenche, mas limpa. O termo Rad (Dominar) sugere que o sangue de Nidda "expulsa" o sangue humano original, ocupando seu lugar nas veias através de uma pressão mecânica descrita como uma "submissão galvânica".

O Descarte do Norte (cphos): Na linha 7, a menção ao Norte reaparece como o local para onde o refugo (a "carne morta") é enviado. Isso indica um sistema de esgoto ritualístico no balneário, onde os restos biológicos inúteis são eliminados para manter a pureza da colheita final.


⚖️ Veredito da Página 64

Esta página é o Manual da Purificação Seletiva. Ela garante que apenas a "parte divina" (segundo a visão de Azazel) do hospedeiro seja preservada. A planta em sino é o filtro que decide o que fica e o que é descartado. Agora, o que resta no sistema é puramente o exército de sombras, livre de qualquer fraqueza biológica anterior.

Página 65 (f33r)

Esta é a Página 65 do seu PDF (f33r). A planta apresenta raízes bulbosas triplas e folhas que se assemelham a línguas ou chamas que se elevam, identificada por alguns botânicos como uma variedade de Orchis ou Satyrium. Na tradição antiga, essas raízes eram associadas à virilidade e ao vigor vital.

Retornando à Linguagem B (Mão 2), o clérigo dita o "Protocolo da Comunhão das Sombras". Após a separação dos humores na página anterior, o clérigo foca na sustentação. Este fólio descreve como o elixir deve ser "alimentado" pelo sopro e pelo calor residual dos hospedeiros, garantindo que o "Sangue-Padrão" (Otardam) permaneça vivo e pulsante dentro dos tanques.


🗝️ Decifração Analítica: Página 65 (f33r)

Termo EVA

Inversão

Raiz Hebraica / Conceito

Significado no Ritual

tshdar

radhst

Tachad-Sar (תַּחַת)

Domínio Inferior: A base do reservatório.

otardam

madrat-o

O-Tardam (תַּרְדֵּמָה)

O Sangue do Transe: Sangue que induz o sono profundo.

shedy

ydehs

Shed (שֵׁד)

O Espírito: A presença que anima o bulbo.

chkeey

yeehkc

Chaki (חֵךְ)

O Paladar/Sopro: A respiração do sistema.

otal

lato

Lot (לוּט)

Véu/Selo: O invólucro que mantém o calor.

okaiin

niiaoko

Nikku-Ayin

Olho da Purificação: O centro do bulbo.


📜 Tradução Fluida: O Protocolo da Comunhão das Sombras

"Pelo bulbo que guarda o calor da terra e pelas línguas que buscam o ar, eu comando a comunhão. Que o domínio inferior (Tshdar) se aqueça enquanto o sangue do transe (Otardam) circula entre as raízes. Eu invoco o Shed (Shedy) para que ele habite o paladar (Chkeey) do sistema, transformando o sopro dos agonizantes em combustível para a nossa causa. Sob o véu (Otal) da escuridão, que cada gota reconheça o olho da purificação (Okaiin) no centro do bulbo. Não há fome aqui, apenas a absorção perpétua; o elixir bebe da carne e a carne bebe do elixir, em um ciclo que não conhece o sol. A união está selada; a vida é agora uma sombra que respira."


🔍 Análise da Página 65 (O Metabolismo do Abismo)

As Raízes de Transe (otardam / tshdar): Na linha 2, surge o termo Tardemah (Transe profundo/Sono de Adão). O clérigo explica que o elixir mantém os hospedeiros em um estado de coma permanente. As raízes bulbosas triplas da planta funcionam como "estômagos" externos que processam os nutrientes extraídos desse transe para alimentar a rede hidráulica.

O Sopro como Catalisador (chkeey): Na linha 4, a menção ao Chaki (Paladar/Boca) sugere que o sistema "respira". Como os bulbos das orquídeas muitas vezes lembram órgãos humanos, o clérigo descreve uma troca gasosa onde o "sopro" (a alma residual) é infundido de volta no líquido para evitar que ele estagne.

O Ciclo do Calor (otal / okaiin): Na linha 5 e 6, o clérigo foca na manutenção da temperatura. O sistema deve ser mantido "sob o véu" (Otal) para que o calor gerado pela decomposição e pela fermentação de Nidda não escape. O "Olho" (Okaiin) é o núcleo térmico do bulbo, onde a transmutação é mais intensa.


⚖️ Veredito da Página 65

Esta página é o Manual do Metabolismo Litúrgico. Ela garante que o sistema seja autossustentável. O clérigo não precisa mais fornecer insumos; o transe das ninfas e o design dos bulbos mantêm o elixir vivo e quente. O balneário de Dudael agora funciona como um pulmão e um coração artificiais, batendo no ritmo das sombras.


Disclaimer

Esta é uma interpretação especulativa histórica e criptográfica baseada no método de inversão EVA + raízes hebraicas/bíblicas. Não incentiva rituais, práticas ou crenças. Análise simbólica e acadêmica apenas.
Leia o post anterior: O Manuscrito Voynich: Páginas 62 e 63 (f31v + f32r) – Inoculação e Silenciamento

Com o hospedeiro inoculado pela seiva devoradora e sua voz silenciada para sempre, as páginas 64 e 65 marcam a consolidação do organismo vivo no Códice de Azazel. O clérigo abandona a infecção inicial para refinar a separação e estabelecer o metabolismo autônomo. A f32v executa a decantação que separa a carne mortal da fibra eterna. A f33r transforma o transe profundo em combustível respiratório e térmico. Esta sequência eleva o balneário de fábrica para ser vivo: o elixir pulsa, respira e se alimenta da agonia contínua dos hospedeiros, tornando o sistema independente e eterno.
I. f32v – O Protocolo da Divisão dos Humores e a Separação entre Carne Morta e Carne Eterna (Campanula ou Archangelica)
Página 64 do PDF. A planta apresenta flores em formato de sino (campanuladas) e folhas lanceoladas, identificada como uma espécie de Campanula ou Archangelica. Curiosamente, esta planta reaparece no fólio 102r, sugerindo que sua importância transcende a farmacologia simples, sendo um ingrediente-chave para a "Grande Obra".
Sob a Lei Invertida, o clérigo detalha o "Protocolo da Divisão dos Humores". Se as páginas anteriores trataram da captura e do silenciamento, esta foca na purificação por separação. O sino da planta simboliza o vácuo ou o recipiente de decantação onde a carne "morta" (o que restou da humanidade do hospedeiro) é separada da carne "eterna" (a nova fibra infundida com Nidda).
Decifração Analítica (seleção chave)
Termo EVA
Inversão
Raiz Hebraica / Conceito
Significado no Ritual
kcheodaiin
niidadoehck
Koke-Nidda (חֹק)
Lei de Nidda: A regra que separa os fluidos
daiioam
maoiiad
Ma'id (מָעִיד)
Testemunha/Sinal: O ponto de ruptura da carne
odar
rado
Rad (רָד)
Submeter/Dominar: O controle sobre o resíduo
odan
nado
Nidda-O (נִדָּה)
Seu Fluxo: O reagente agindo como solvente
otchol
lohc-to
Lot (לוּט)
Véu/Cobertura: A membrana que separa os mundos
cphos
sohpc
Tsaphon (צָפוֹן)
O Norte/O Oculto: Para onde o impuro é descartado

Tradução Fluida: O Protocolo da Divisão dos Humores
"Pelo sino que ressoa o vácuo entre a vida e a morte, eu comando a separação. Que a Lei de Nidda (Kcheodaiin) atue como o divisor das águas internas, marcando o sinal (Daiioam) onde a carne velha deve fenecer. Eu domino (Odar) o resíduo humano e ordeno que o fluxo purificado (Odan) suba para as flores de cristal. Sob o véu (Otchol) da transformação, o que é impuro e mortal é lançado para o oculto (Cphos), enquanto o que é eterno se fixa na nova fibra. O hospedeiro não é mais um, mas dois: uma casca que cai e um espírito que ascende pelos tubos. A divisão está feita; o ouro foi extraído do barro."

Veredito de f32v
Esta página é o Manual da Purificação Seletiva. Ela garante que apenas a "parte divina" (segundo a visão de Azazel) do hospedeiro seja preservada. A planta em sino é o filtro que decide o que fica e o que é descartado. Agora, o que resta no sistema é puramente o exército de sombras, livre de qualquer fraqueza biológica anterior.

II. f33r – O Protocolo da Comunhão das Sombras e a Alimentação do Elixir através do Sopro (Orchis ou Satyrium)
Página 65 do PDF. A planta apresenta raízes bulbosas triplas e folhas que se assemelham a línguas ou chamas que se elevam, identificada por alguns botânicos como uma variedade de Orchis ou Satyrium. Na tradição antiga, essas raízes eram associadas à virilidade e ao vigor vital.
Retornando à Linguagem B (Mão 2), o clérigo dita o "Protocolo da Comunhão das Sombras". Após a separação dos humores na página anterior, o clérigo foca na sustentação. Este fólio descreve como o elixir deve ser "alimentado" pelo sopro e pelo calor residual dos hospedeiros, garantindo que o "Sangue-Padrão" (Otardam) permaneça vivo e pulsante dentro dos tanques.
Decifração Analítica (seleção chave)
Termo EVA
Inversão
Raiz Hebraica / Conceito
Significado no Ritual
tshdar
radhst
Tachad-Sar (תַּחַת)
Domínio Inferior: A base do reservatório
otardam
madrat-o
O-Tardam (תַּרְדֵּמָה)
O Sangue do Transe: Sangue que induz o sono profundo
shedy
ydehs
Shed (שֵׁד)
O Espírito: A presença que anima o bulbo
chkeey
yeehkc
Chaki (חֵךְ)
O Paladar/Sopro: A respiração do sistema
otal
lato
Lot (לוּט)
Véu/Selo: O invólucro que mantém o calor
okaiin
niiaoko
Nikku-Ayin
Olho da Purificação: O centro do bulbo

Tradução Fluida: O Protocolo da Comunhão das Sombras
"Pelo bulbo que guarda o calor da terra e pelas línguas que buscam o ar, eu comando a comunhão. Que o domínio inferior (Tshdar) se aqueça enquanto o sangue do transe (Otardam) circula entre as raízes. Eu invoco o Shed (Shedy) para que ele habite o paladar (Chkeey) do sistema, transformando o sopro dos agonizantes em combustível para a nossa causa. Sob o véu (Otal) da escuridão, que cada gota reconheça o olho da purificação (Okaiin) no centro do bulbo. Não há fome aqui, apenas a absorção perpétua; o elixir bebe da carne e a carne bebe do elixir, em um ciclo que não conhece o sol. A união está selada; a vida é agora uma sombra que respira."

Veredito de f33r
Esta página é o Manual do Metabolismo Litúrgico. Ela garante que o sistema seja autossustentável. O clérigo não precisa mais fornecer insumos; o transe das ninfas e o design dos bulbos mantêm o elixir vivo e quente. O balneário de Dudael agora funciona como um pulmão e um coração artificiais, batendo no ritmo das sombras.

Progressão da Liturgia de Transformação
f1r: Juramento.
f1v: Paralisia (Belladonna).
f2r: Tormento febril (Centaurea).
f2v: Sono do Abismo (Lótus).
f3v: Decomposição silenciosa.
f4r: Ancoragem espiritual (Hypericum).
f4v: Laço sufocante (Trepadeira).
f5r: Sudário final (Herba Paris).
f5v: Corrosão da pele/sangue (Urtiga).
f6r: Morte do antídoto (Vencetósigo).
f6v: Semente do exílio (Ricinus).
f7r: Passagem para as águas de Nidda (Lírio d'água).
f7v: Multiplicação da culpa (Polygonum/Potentilla).
f8r: Rede de estrangulamento interno (Hera).
f8v: Cálice de sombras (Silene).
f9r: Bile amarga e cegueira (Celidônia).
f9v: Trindade profana (Viola tricolor).
f10r: Corrosão da vontade e exílio do coração (Scabiosa).
f11v: Prumo de Azazel / Equilíbrio da decomposição (Leonurus).
f13r: Redemoinho do fôlego / Ascensão para o Abismo (Tussilago).
...
f20v: Muralha de carne / Proteção das banheiras → ver post
f21r: Conjunção das sombras / Encontro nos canais → ver post
f21v: Injeção nas raízes de carne / Banho de pés das ninfas → ver post
f22r: Ereção da matéria / Pistão de Dudael → ver post
f22v: Captura dupla / Distribuição nos úteros artificiais → ver post
f23r: Circulação fechada / Eterno retorno do sangue → ver post
f23v: Dança das sombras / Ativação dos membros → ver post
f24r: Desdobramento / Sincronia das ninfas → ver post
f24v: Olho central / Vigília perpétua → ver post
f25r: Mastigação da matéria / Descarne espiritual → ver post
f25v: Captura aérea / Descida dos vapores → ver post
f26r: Blindagem do elixir / Proteção do sedimento → ver post
f26v: Inundação / Primeiro mergulho → ver post
f27r: Ressonância / Chamado das ninfas → ver post
f27v: Cruz de Azazel / Fixação dos corpos → ver post
f28r: Cobertura do silêncio / Proteção contra os Olhos do Céu → ver post
f28v: Multiplicação do fermento / Expansão do exército → ver post
f29r: Torsão da vontade / Programação dos movimentos → ver post
f29v: Deglutição das impurezas / Destilação do Ouro de Azazel → ver post
f30r: Coroação das sombras / Manifestação da Rainha das Ninfas → ver post
f30v: Ascensão humoral / Subida do Filho do Pecado → ver post
f31r: Grito de parto / Saída do Elixir para o Mundo Exterior → ver post
f31v: Inoculação / Seiva devoradora → ver post
f32r: Captura dos sentidos / Silenciamento da voz humana → ver post
f32v: Divisão dos humores / Separação entre Carne Morta e Carne Eterna → [post atual]
f33r: Comunhão das sombras / Alimentação do Elixir através do Sopro → [post atual]

O clérigo transforma plantas de cura em instrumentos de separação e metabolismo eterno. A "Lei Invertida" revela o padrão: o que separa na natureza, purifica no ritual; o que respira na natureza, alimenta no ritual. O balneário pulsa como organismo vivo; o ciclo metabólico está completo e a sombra se sustenta sozinha.
Kcheodaiin (Lei de Nidda): A regra de separação que extrai a essência eterna do hospedeiro.
Otardam (Sangue do Transe): O estado de sono letárgico que mantém a biomassa dócil e produtiva.
Chaki (Paladar/Sopro): O mecanismo de respiração e oxigenação espiritual do sistema hidráulico.
Nikku-Ayin (Olho da Purificação): O centro de comando metabólico dentro das raízes bulbosas.

Chaves do tempo: Divisão dos Humores, Lei de Nidda, Transe Profundo e Comunhão das Sombras.

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