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O Musaranho Imortal
O Musaranho Imortal
Musaranho-pigmeu (Suncus etruscus).
O mamífero com a vida mais curta do planeta é o musaranho-pigmeu (Suncus etruscus).
Este pequeno animal, que também é o menor mamífero terrestre do mundo, tem uma expectativa de vida de apenas 1 a 2 anos na natureza. Seu metabolismo é incrivelmente rápido para manter seu corpo aquecido e precisa comer uma quantidade de alimento que supera o seu próprio peso em um único dia. Essa característica é uma das principais razões para sua curta longevidade.
Teste em animais são os primeiros passos antes de se chegar aos humanos. Aqui temos um desafio singular, a habilidade de acelerar o metabolismo, razão pela qual acontece o aquecimento. Superar está condição não é preciso, apenas a adaptação.
Digamos que o volume diário de água seja 1 litro e que devido a aceleração, esse líquido passa pelo organismo em 12 horas, logo seria necessário aumentar o volume de água para 2 litros, em um total de 4 litros em 24 horas.
A hidratação é apenas parte da questão, há uma sobrecarga no sistema urinário, assim a fim de diminuir essa condição o ambiente deve proporcionar humildade ao corpo.
Internamente os órgãos do musaranho-pigmeu trabalham em seu limite, causando um desgaste rápido e um envelhecimento precoce.
De certo lembro da ovelha Dolly e do gene criado para acelerar seu desenvolvimento, um gatilho inteligente para clonar seres humanos, embora a utilização do musaranho-pigmeu para está finalidade seja útil, os clones não teriam uma vida saudável e seus órgãos ainda seriam inviáveis para transplantes ou seriam produtos com prazo de validade.
Voltando ao tratamento do musaranho-pigmeu, devemos incluir em sua dieta células regenerativas.
Estabelecer uma rotina de cuidados com os pelos do animal, desde o fortalecimento de fios bem como a qualidade de hidratação.Ela desempenha um papel na regulação térmica e na proteção contra o ambiente. Oferece calor para o animal.
Taxa do metabolismo, diminuir o metabolismo pode comprometer o resultado da amostra, manter-se na ideia de que o animal é capaz de ter vida longa aprimorando o ambiente, dieta e células. Em outras palavras, manter o fluxo natural de vida do musaranho-pigmeu.
Imagine que o musaranho-pigmeu, perca em 50% sua aceleração, tornando-se estável, a qualidade de vida, o projeto de longevidade não seria necessário, já que o principal fator de envelhecimento é justamente a aceleração do metabolismo.
A água e o coquetel de substâncias, produtos extraídos de água-viva, denominadas imortais, é uma seleção de alimentos especiais que melhoram a saúde humana.
O organismo do musaranho-pigmeu é muito diferente dos humanos, mas ainda sim é possível obter os mesmos efeitos administrando a dosagem.
A imortalidade será bem sucedida se provar que o animal se torna longevo alcançando idade superior a 2 anos.
Antioxidantes como vitamina E, coenzima Q10 ou polifenóis poderiam neutralizar os radicais livres gerados pelo metabolismo acelerado, reduzindo o estresse oxidativo. Outra possibilidade seria o uso de compostos que ativam vias de reparo celular, como a sirtuína (ativada por resveratrol) ou a via mTOR, que regula o envelhecimento.
Estudar os mecanismos genéticos da Hydra (outro hidrozoário com alta capacidade regenerativa) pode oferecer pistas. A Hydra possui células-tronco totipotentes que permitem regeneração contínua. Identificar genes análogos em mamíferos (como os envolvidos na via de sinalização Notch ou TGF-β) poderia levar a terapias que promovam a renovação celular no musaranho.
Proposta experimental
Para testar se a indução da transdiferenciação pode aumentar a longevidade do musaranho-pigmeu (além de 2 anos), sugiro:
Terapia Genética:
Usar CRISPR para ativar genes associados à transdiferenciação (ex.: Sox2, Oct4, ou genes das vias Notch e Wnt) em tecidos-alvo, como rins ou fígado.
Monitorar a expressão gênica e a formação de novos tipos celulares.
Farmacologia:
Administrar compostos que ativam vias de transdiferenciação (ex.: agonistas de Notch ou Wnt) ou inibam a mTOR (ex.: rapamicina) para preparar as células para a reprogramação.
Incluir antioxidantes (ex.: resveratrol, vitamina E) na dieta para proteger as células durante o processo.
Ambiente Otimizado:
Manter um ambiente com 60-80% de umidade e ~30°C, com cuidados nos pelos (ex.: óleos hidratantes) para reduzir o estresse metabólico.
Monitoramento:
Avaliar biomarcadores de envelhecimento (ex.: comprimento dos telômeros, níveis de radicais livres) e a saúde de órgãos (ex.: função renal) por 3-4 anos.
Verificar se há regeneração de tecidos via transdiferenciação (ex.: conversão de células danificadas em células funcionais).
Grupo Controle:
Comparar com musaranhos sem intervenções.
Se os musaranhos do grupo experimental viverem mais (ex.: 3-4 anos) com tecidos mais saudáveis, isso indicaria que a transdiferenciação, inspirada em cnidários, é uma estratégia viável.
Veja mais em:
https://eternidade1.blogspot.com/2021/10/capitulo-36-projeto-cabeleira-de.html
https://eternidade1.blogspot.com/2023/04/capitulo-28-o-asfalto.html
https://eternidade1.blogspot.com/2023/02/nascimentos.html
https://eternidade1.blogspot.com/2022/02/imortalidade-x-regeneracao-corporal.html
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