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Eternidade 1 - Discípulos 💜

O Musaranho Imortal

O Musaranho Imortal


Musaranho-pigmeu (Suncus etruscus).


O mamífero com a vida mais curta do planeta é o musaranho-pigmeu (Suncus etruscus).

Este pequeno animal, que também é o menor mamífero terrestre do mundo, tem uma expectativa de vida de apenas 1 a 2 anos na natureza. Seu metabolismo é incrivelmente rápido para manter seu corpo aquecido e precisa comer uma quantidade de alimento que supera o seu próprio peso em um único dia. Essa característica é uma das principais razões para sua curta longevidade.


Teste em animais são os primeiros passos antes de se chegar aos humanos. Aqui temos um desafio singular, a habilidade de acelerar o metabolismo, razão pela qual acontece o aquecimento. Superar está condição não é preciso, apenas a adaptação.


Digamos que o volume diário de água seja 1 litro e que devido a aceleração, esse líquido passa pelo organismo em 12 horas, logo seria necessário aumentar o volume de água para 2 litros, em um total de 4 litros em 24 horas.


A hidratação é apenas parte da questão, há uma sobrecarga no sistema urinário, assim a fim de diminuir essa condição o ambiente deve proporcionar humildade ao corpo.


Internamente os órgãos do musaranho-pigmeu trabalham em seu limite, causando um desgaste rápido e um envelhecimento precoce.


De certo lembro da ovelha Dolly e do gene criado para acelerar seu desenvolvimento, um gatilho inteligente para clonar seres humanos, embora a utilização do musaranho-pigmeu para está finalidade seja útil, os clones não teriam uma vida saudável e seus órgãos ainda seriam inviáveis para transplantes ou seriam produtos com prazo de validade.


Voltando ao tratamento do musaranho-pigmeu, devemos incluir em sua dieta células regenerativas.


Estabelecer uma rotina de cuidados com os pelos do animal, desde o fortalecimento de fios bem como a qualidade de hidratação. Ela desempenha um papel na regulação térmica e na proteção contra o ambiente. Oferece calor para o animal.


Taxa do metabolismo, diminuir o metabolismo pode comprometer o resultado da amostra, manter-se na ideia de que o animal é capaz de ter vida longa aprimorando o ambiente, dieta e células. Em outras palavras, manter o fluxo natural de vida do musaranho-pigmeu.


Imagine que o musaranho-pigmeu, perca em 50% sua aceleração, tornando-se estável, a qualidade de vida, o projeto de longevidade não seria necessário, já que o principal fator de envelhecimento é justamente a aceleração do metabolismo.


A água e o coquetel de substâncias, produtos extraídos de água-viva, denominadas imortais, é uma seleção de alimentos especiais que melhoram a saúde humana.


O organismo do musaranho-pigmeu é muito diferente dos humanos, mas ainda sim é possível obter os mesmos efeitos administrando a dosagem.


A imortalidade será bem sucedida se provar que o animal se torna longevo alcançando idade superior a 2 anos.


Antioxidantes como vitamina E, coenzima Q10 ou polifenóis poderiam neutralizar os radicais livres gerados pelo metabolismo acelerado, reduzindo o estresse oxidativo. Outra possibilidade seria o uso de compostos que ativam vias de reparo celular, como a sirtuína (ativada por resveratrol) ou a via mTOR, que regula o envelhecimento.


Estudar os mecanismos genéticos da Hydra (outro hidrozoário com alta capacidade regenerativa) pode oferecer pistas. A Hydra possui células-tronco totipotentes que permitem regeneração contínua. Identificar genes análogos em mamíferos (como os envolvidos na via de sinalização Notch ou TGF-β) poderia levar a terapias que promovam a renovação celular no musaranho.


Proposta experimental 


Para testar se a indução da transdiferenciação pode aumentar a longevidade do musaranho-pigmeu (além de 2 anos), sugiro:

Terapia Genética:

Usar CRISPR para ativar genes associados à transdiferenciação (ex.: Sox2, Oct4, ou genes das vias Notch e Wnt) em tecidos-alvo, como rins ou fígado.

Monitorar a expressão gênica e a formação de novos tipos celulares.

Farmacologia:

Administrar compostos que ativam vias de transdiferenciação (ex.: agonistas de Notch ou Wnt) ou inibam a mTOR (ex.: rapamicina) para preparar as células para a reprogramação.

Incluir antioxidantes (ex.: resveratrol, vitamina E) na dieta para proteger as células durante o processo.

Ambiente Otimizado:

Manter um ambiente com 60-80% de umidade e ~30°C, com cuidados nos pelos (ex.: óleos hidratantes) para reduzir o estresse metabólico.

Monitoramento:

Avaliar biomarcadores de envelhecimento (ex.: comprimento dos telômeros, níveis de radicais livres) e a saúde de órgãos (ex.: função renal) por 3-4 anos.

Verificar se há regeneração de tecidos via transdiferenciação (ex.: conversão de células danificadas em células funcionais).

Grupo Controle:

Comparar com musaranhos sem intervenções.

Se os musaranhos do grupo experimental viverem mais (ex.: 3-4 anos) com tecidos mais saudáveis, isso indicaria que a transdiferenciação, inspirada em cnidários, é uma estratégia viável.

 

Veja mais em:


https://eternidade1.blogspot.com/2021/10/capitulo-36-projeto-cabeleira-de.html


https://eternidade1.blogspot.com/2023/04/capitulo-28-o-asfalto.html


https://eternidade1.blogspot.com/2023/02/nascimentos.html


https://eternidade1.blogspot.com/2022/02/imortalidade-x-regeneracao-corporal.html


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