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Eternidade 1 - Discípulos 💜

  Compre agora! Click nos Links !  ✔ Clube de Autores   ✔  Hotmart   ✔ Google Play   ✔ Uiclap   Lançamento! Eternidade 1 - Discípulos  É basicamente um livro/agenda, um lugar  para ter o controle do espaço e tempo. Sobre a Verdade Absoluta e o questionamento caótico. Economia da argentina, Guerra, Space X, Fome, Política americana, Antártida, Inundações do Rio grande do Sul, Guerra no Oriente Médio, Vacinas e Estação Espacial Internacional.  Considerações do Autor Este livro foi um desafio, muitas dificuldades enfrentei até a publicação. Neste livro você vai encontrar a forma de ler e usa-lo para o controle do tempo. Administrando sua vida da melhor maneira possível. É um livro sobre sonhos, de tudo aquilo que uma pessoa pode conseguir. Sempre em busca da sobrevivência humana no caos. São 13 capítulos que contam como parte dos 20 dias do planejamento, representam os meses do ano com um mês especial dedicado as férias. Bem didático, com i...

Higiene racial

 


Por higiene racial é designado um conjunto de políticas sancionadas no século XX, em que há a seleção, pelo Estado, dos seres humanos com as melhores capacidades físicas, intelectuais e morais para gerarem a próxima geração (à seleção dos reprodutores) e a esterilização de seres humanos menos capazes, com um estreito alinhamento com a saúde pública e a eugenia. Um dos exemplo mais notáveis foi a implementação de políticas de higiene racial pela Alemanha Nazista.

Higiene racial – Wikipédia, a enciclopédia livre (wikipedia.org)

Por higiene racial é designado um conjunto de políticas sancionadas no século XX, em que há a seleção, pelo Estado, dos seres humanos com as melhores capacidades físicas, intelectuais e morais para gerarem a próxima geração (à seleção dos reprodutores) e a esterilização de seres humanos menos capazes, com um estreito alinhamento com a saúde pública e a eugenia1. Essa prática foi historicamente vinculada às noções tradicionais de saúde pública, mas geralmente com um reforço da ênfase na hereditariedade. A ideia de que era necessária vigilância ativa sobre a hereditariedade humana e, talvez, tomar medidas coercivas (como a esterilização obrigatória de seres humanos com características desfavoráveis e subversivas) teve muitos adeptos nos meios científicos e políticos no início do século XX. O termo “higiene racial” foi introduzido pelo eugenista alemão Alfred Ploetz em 1895. No entanto, nos anos 30, sob a perícia do eugenista Ernst Rudin, essa ideia foi abraçada pelos seguidores da ideologia nazista, que exigiam a pureza racial “ariana” e condenavam a miscigenação. Essas políticas tiveram um papel fundamental no Holocausto, o esforço nazista para limpar a Europa de judeus, ciganos, sérvios, poloneses, negros, multirraciais, homossexuais, dissidentes políticos, comunistas, doentes mentais e insanos1. Após a Segunda Guerra Mundial, essas tentativas foram amplamente consideradas cruéis, brutais, racistas e pseudocientíficas.

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