A Balança de Ferro
Eu passo por níveis de stress muito alto, especialmente quando pessoas que me devem não pagam, é sempre bom registrar o momento em que se está nessa situação.
Isso acontece e aconteceu mais de uma vez, pessoas esperando serviço grátis, e isso não é comigo.
Gastar meu preciso tempo para os outros já é uma tortura, que mesmo o dinheiro não é suficiente para amenizar.
Profissionalismo
Você não vai ver meu nome em tudo, é mais próximo de um agente da Cia do que qualquer outra coisa, quero dizer que tudo que escrevo está de alguma forma sendo usado e falado no mundo.
Haverá sinais, uma retrospectiva cruzando datas você pode perceber eventos no mesmo dia, eu até tento adiar algumas postagens com impacto, mas quando é realmente preciso devo me antecipar, e obter terras raras é um excelente negócio.
Eu vejo como um tipo de feedback, o número 4 é usado das mais variadas formas agora, estão aplicando na prática, na sociedade e no mundo, não posso me esquecer disso.
Neste ponto a questão de receber é complexa, pois não existe um lado que eu defenda, sempre busco equilibrar a balança, mantém o combate igual mesmo entre uma superpotência e um país subdesenvolvido.
Claro que você pode achar que tudo que falo é sobre assuntos atuais acontecendo no momento, pode até ser, afinal escrevo sobre o que julgo ser importante.
É como jogar futebol, embora eu torça para meu time favorito sempre há a dúvida de que o controle está no time certo, é essa verificação faz o time ficar melhor e até marcar gols, mas não é todo jogo que se desenrola como deveria, há jogos que os jogadores agem como se já aceitaram a derrota, e esses jogos causa muito stress mental, por isso que evito apostas esportivas.
Veja que existe uma diferença entre o trabalho para outros e o trabalho que influência outros.
Essa influência ou despertar do conhecimento para as pessoas está nos meus trabalhos com o livro e o blog. Outros trabalhos eu considero como normais e devo receber por eles.
Essa diferença é fundamental para que não confundam o conhecimento gratuito com o serviço realizado.
Soberania nacional
Agora podemos traçar um comparativo direto, meu ódio é o criminoso e a escrita é a segurança, a escrita pode invadir minha mente sequestrar ideias e publicar internacionalmente, exportando para outro país.
Quando um país monitora outro como no caso da escalada do terrorismo, fica claro que quem mantém comunicação com esses criminosos corre o risco de ser incluído no sistema.
Seja inocente ou não, somente o julgamento pode decidir, como no caso da Venezuela.
Muita gente deve estar adorando esse terror, Estados Unidos fazendo igual Israel no Líbano bombardeando favelas e dizendo que são núcleos terroristas.
Ou até explodir o congresso nacional a fim de eliminar um alvo específico, entre tantas ações possíveis, deposição de um presidente é o mais complexo.
Aqui no Brasil essa linha está escalando, primeiro uma tentativa pacífica de assumir o poder através do golpe de estado, depois um sistema para assassinar o presidente, agora meios legais de intervenção estrangeira vai ser oficializado.
Aqui fica claro que a oposição política não fica no poder, mesmo eles manipulando o caminho para tal. O sistema de justiça em sua maioria é a favor do governo atual, e um presidente deposto por corrupção será substituído pelo vice-presidente.
A retaliação não deve ocorrer, não devemos arriscar um batalhão inteiro para salvar um general, no final é o soldado que se eleva ao cargo.
Tudo isso porque o sistema é fechado, um poder domina e expande constantemente para outros poderes sempre buscando a maioria.
Ir contra essa vantagem requer esse tipo de estratégia, buscar aliados fora do país.
Entretanto o poder dos Estados Unidos pode mudar, uma hora são aliados e na outra podem ser inimigos.
Um plano robusto de defesa nacional exige mostrar aos terroristas que o combate escalou, que grandes operações vão acontecer para minimizar ou neutralizar as facções criminosas.
Não classificam a máfia como terrorista, porque esse tipo de organização é familiar, isso seria atribuir um grupo étnico como alvo.
Mas de fato os grupos nomeados como terroristas tem sim famílias inteiras dando seguimento a condição do crime, ou mesmo usando esse parentesco para divulgar poder entre fãs, como no caso de cantores oriundos das favelas.
Dessa forma o estado pode se comunicar com o crime, usando a cultura a seu favor, fortalecendo laços territoriais.
No pior dos cenários, todas as forças armadas são submetidas ao poder do presidente da República, uma ameaça à soberania nacional pode fazer com que se use todo meio necessário para defender o solo brasileiro e seu representante escolhido pelo povo incluído entrar em conflito direto usando o mar como estratégia de combate.
Socialização
No meio desse caos todo, ameaças e terror, surge a oportunidade. A cooperação mútua, a aproximação, mesmo que seja apenas para um grupo político, essa troca de informações e socialização aproxima cada vez mais os países.
Gera uma certa divergência com outras grandes potências que vêem o Brasil como um aliado permanente, mas agora vítima de seus próprios cidadãos.
A estrutura de bloqueio em camadas para grandes eventos é um sistema de segurança que está melhorando cada vez mais, isso significa que a segurança do show na praia reflete na mesma lógica presidencial.
Se lá na casa branca um indivíduo pode intimidar a segurança, furando as camadas de segurança e bloqueio, aqui acontece diferente a oportunidade opera em algum leito de hospital.
Um pouco de história sobre Tancredo Neves
A história mostra que o poder não se consolida apenas nos discursos ou nas urnas, mas na capacidade de preencher os vazios de poder no momento exato em que eles se abrem. Quando Tancredo adoeceu às vésperas da posse em 1985, a atmosfera de incerteza testou os limites das regras do jogo. A transição para o vice-presidente (José Sarney) foi o mecanismo institucional que evitou um colapso imediato, provando que, no pior dos cenários, a máquina do Estado busca a autopreservação através da burocracia legal para preencher o vácuo de liderança.
Perceba que a saúde seja ela do presente ou daquele que assume a presidência é o ponto de ruptura. Ambos os lados lutam até que ficam sem energias, exaustos e vulneráveis, no final valerá a pena trocar a liderança pela saúde?
Chaves do tempo: Equilíbrio, soberania, saúde e ódio.

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