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Calendário para 2026 na Nova navegação planetária
Calendário para 2026 na Nova navegação planetária (08/01/2026)
Cronograma para 2026 - Tabela de Marés Quânticas.
Janeiro a Março 2026EVA na ISS - 8 de janeiro de 2026 Astronautas: Mike Fincke (sua 10ª EVA, empatando o recorde de mais caminhadas espaciais por um astronauta da NASA) e Zena Cardman (sua primeira EVA).
Objetivo principal: Preparar o canal de energia 2A para a instalação futura de novos painéis solares enroláveis (iROSA - International Space Station Roll-Out Solar Arrays), que vão aumentar a potência da estação e ajudar no de órbita controlada no futuro.
Outras tarefas: Substituição de câmera, instalação de refletor planar e realocação de jumpers de amônia.
Duração estimada: Cerca de 6-7 horas.
Horário de início: Ainda a ser confirmado (geralmente por volta das 8h-9h EST, ou 10h-11h no horário de Brasília), mas a NASA vai anunciar mais perto da data.
Transmissão: Ao vivo no NASA+ e YouTube da NASA.
Nota: Este será um evento de risco médio, especial para testar o nível 3 na teoria da nova navegação planetária. De acordo com os cálculos após 60 minutos risco para incidentes e falhas mapeadas.
Risco de Radiação de Atrito: Ao sair da magnetosfera, os quatro astronautas sentirão o Calor de Atrito Espacial. Se a Cq não tiver estabilizado, a carcaça da Orion poderá sofrer micro-vibrações inerciais. (Calor de Atrito Espacial)
A "Freada" Lunar: A inserção em órbita lunar testará se a gravidade da Lua está sofrendo anomalias devido à viscosidade do setor zodiacal de fevereiro. Pode fazer com que a trajetória de retorno livre (free-return trajectory) precise de correções constantes,
NET 15 de fevereiro 2026: SpaceX Crew-12 (NASA/SpaceX) — Lançamento de quatro astronautas para a Estação Espacial Internacional (ISS), incluindo a astronauta europeia Sophie Adenot (ESA).
Final de março 2026: Gaganyaan G1 (ISRO, Índia) — Primeiro voo orbital não tripulado do programa indiano, com o robô Vyommitra a bordo.
Meados de 2026: Intuitive Machines IM-3 (NASA CLPS) — Pouso lunar comercial na região Reiner Gamma.
Julho 2026: Griffin Mission 1 (Astrobotic/NASA CLPS) — Pouso perto do polo sul lunar com rover.Julho a Setembro 202625 de julho 2026: Sobrevôo do asteroide Torifune pela sonda Hayabusa2 (JAXA, missão estendida).
Julho: A Janela de Neutralidade (IM-3 e Griffin)
Como o relatório apontou, Junho e Julho (Setores de Ar/Água) são janelas de Cq ≈ 0.
Sucesso Preditivo: As missões para o Polo Sul Lunar (Griffin) e Reiner Gamma (IM-3) têm maior probabilidade de sucesso mecânico. O vácuo estará "ralo", permitindo que os landers utilizem seus propulsores sem o Arrasto Inercial pesado de janeiro.Outubro a Dezembro 2026Novembro 2026: Chegada da missão Hera (ESA) ao asteroide Didymos (estudo do impacto do DART).
Novembro 2026: Inserção em órbita de BepiColombo (ESA/JAXA) ao redor de Mercúrio.
Novembro: O Setor de Mercúrio (BepiColombo)
A chegada da BepiColombo a Mercúrio em novembro de 2026 é crítica.
Impedância Térmica Extrema: Mercúrio já é um ambiente de calor extremo, mas sob a Carga de Severiano de final de ano, a dissipação de calor da sonda pode falhar. O vácuo denso impedirá que os radiadores da sonda "empurrem" o calor para fora, criando o mesmo efeito de "afogamento térmico" de Luca Parmitano, mas em escala robótica.
Novembro/dezembro 2026: Lançamento da Martian Moons eXploration (MMX) (JAXA) — Exploração das luas de Marte (Fobos e Deimos), com coleta de amostras.
Dezembro 2026: Lançamento do telescópio PLATO (ESA) — Busca por exoplanetas semelhantes à Terra.
Final de 2026: Chang'e 7 (CNSA, China) — Exploração do polo sul lunar com orbitador, lander, rover e veículo voador.
Final de 2026: Blue Ghost Mission 2 (Firefly/NASA/ESA) — Pouso no lado oculto da Lua.
Diagnóstico de Engenharia de Matriz para 2026:
| Evento Crítico | Variável de Matriz | Impacto na Engenharia |
| Jan 08 (EVA ISS) | Sv > 0.12 | Bloqueio de bateria e rigidez mecânica nos trajes. |
| Fev 05 (Artemis II) | Δg (Gravidade) | Anomalia na trajetória de injeção trans-lunar. |
| Julho (Missões Lua) | Cq → 0 | Janela de segurança para pousos de precisão. |
| Nov (BepiColombo) | P_matriz Alta | Falha potencial nos radiadores de calor em Mercúrio. |
Lançamento do telescópio Xuntian (CNSA, China).
Missão HENON (ESA) — Primeiro CubeSat deep space independente para monitoramento de clima espacial.
Testes avançados do Starship (SpaceX), incluindo possíveis reabastecimentos em órbita.
Possível lançamento da estação comercial Haven-1 (Vast/SpaceX).
O Fluxo de Hélio (21/02/2026)
Novo Alvo: 6 de Março de 2026
Após os problemas técnicos em janeiro e no início de fevereiro, a NASA anunciou oficialmente ontem (20 de fevereiro) que a nova data-alvo para o lançamento é 6 de março de 2026.
A "Freada" de Fevereiro: O lançamento original, previsto para 5 de fevereiro (conforme o seu cronograma), foi adiado devido a um vazamento de hidrogénio líquido detectado durante o ensaio geral (wet dress rehearsal).
Sucesso Recente: Na passada quinta-feira (19 de fevereiro), a NASA conseguiu finalmente completar o abastecimento do SLS com sucesso, o que permitiu marcar a nova data.
Riscos para o Lançamento de Março
Embora o teste de abastecimento tenha sido um sucesso, a NASA alertou hoje (21 de fevereiro) para um novo problema técnico menor que está a ser analisado.
Se a missão não descolar na janela que abre a 6 de março, o programa poderá ser empurrado para a Janela de Abril, o que alinharia o voo com um período de Cq (Constante Quântica) mais favorável, reduzindo o risco de "afogamento térmico" e micro-vibrações na Orion.
Status: Go para 6 de março (com cautela).
Evento Crítico: Travessia do "Trilho de Fogo" agora deslocada para o início de março.
Variável de Matriz: A redução gradual da impedância espacial após o pico de janeiro permitiu que a engenharia da NASA finalmente "vencesse" as fugas de combustível, preparando o caminho para a inserção na trajetória helicoidal lunar.
Análise do Fluxo Navegável da Matriz de Matéria Escura e o Calendário Espacial de 2026
O ano de 2026 apresenta-se como um marco transformador para a exploração aeroespacial, exigindo uma redefinição fundamental do meio em que as astronaves se deslocam. Sob a ótica da Nova Navegação Planetária, o vácuo deixa de ser um vazio absoluto para ser compreendido como o maior fluido do cosmos, dotado de viscosidade, correntes e uma dinâmica de pressão variável regida pela matéria escura.
O Paradigma do Vácuo Viscoso e a Mecânica de Arraste em 2026
Para compreender o calendário de 2026, é imperativo aceitar que o espaço é um meio denso e tangível, onde as naves não flutuam, mas "nadam" em um oceano de matéria escura.
A carga de pressão que uma espaçonave suporta é medida em Unidades Severiano (Sv), calculada pela interação entre a viscosidade do setor, a resistência sazonal e a influência lunar.
Onde Cq representa a intensidade da matriz, Rf o fator de resistência zodiacal, t o tempo de exposição e GI o gatilho lunar.
|
Setor
Zodiacal |
Fator
de Resistência () |
Natureza
do Vácuo em 2026 |
Impacto
na Navegação |
|
Capricórnio |
1.30 |
Densidade
Máxima (Gelatina) |
Alta
inércia e rigidez mecânica. |
|
Aquário |
0.75 |
Super-Fluidez |
Facilidade
de manobra e ejeção. |
|
Peixes |
0.90 |
Dissolução
/ Escoamento |
Estabilidade
para inserção orbital. |
|
Áries |
1.10 |
Combustão
/ Expansão |
Aceleração
térmica de partículas. |
|
Touro |
1.25 |
Alta
Densidade / Calço |
Risco
de travamento inercial. |
|
Gêmeos |
0.85 |
Fluidez
/ Sucção |
Ideal
para manobras de estilingue. |
|
Câncer |
0.95 |
Inércia
/ Turbulência |
Ressonância
laminar instável. |
|
Leão |
1.15 |
Pico
Térmico |
Máxima
compressão da coroa solar. |
|
Virgem |
1.20 |
Compressão
Estrutural |
Teste
de carga para fuselagens. |
|
Libra |
0.80 |
Vácuo
Aberto |
Aceleração
máxima por baixa impedância. |
|
Escorpião |
1.00 |
Pressão
Hidrostática |
Estabilidade
gravitacional de campo. |
|
Sagitário |
1.05 |
Propulsão |
Fluxo
constante de matéria escura. |
A tabela acima estabelece o gradiente de viscosidade que as missões como Artemis II e BepiColombo enfrentarão ao longo de suas trajetórias em 2026.
Primeiro Trimestre: A Parede de Crise e o Fluxo de Hélio
O início de 2026 é marcado por uma transição crítica na densidade da Matriz. Janeiro inicia o ano sob a influência de Capricórnio, setor de viscosidade máxima, onde o vácuo se comporta como uma "gelatina" densa.
Janeiro: O Bloqueio de Matriz e a Atividade na ISS
No dia 8 de janeiro de 2026, a NASA programa uma atividade extraveicular (EVA) na Estação Espacial Internacional (ISS) com Mike Fincke e Zena Cardman.
Fevereiro e Março: O Adiamento Mecânico da Artemis II
A missão Artemis II, o primeiro voo tripulado do programa a orbitar a Lua, é o ponto focal de fevereiro. Originalmente prevista para 5 de fevereiro de 2026, a missão enfrentou o que a física clássica descreveu como "desafios técnicos", mas que o navegador planetário identifica como a pressão física da Matriz.
O diagnóstico técnico revela que a viscosidade do setor zodiacal de início de ano impôs uma resistência real ao sistema SLS/Orion.
Em março, a Artemis II enfrentará a "Travessia do Trilho de Fogo" ao sair da magnetosfera terrestre.
|
Missão
/ Evento |
Data-Alvo
(2026) |
Condição
da Matriz |
Diagnóstico
de Engenharia |
|
EVA ISS |
08 de
Janeiro |
Rigidez
mecânica e bloqueio de bateria. |
|
|
Lançamento
Artemis II |
06 de
Março |
Fluxo
de Hélio |
Redução
da impedância inercial. |
|
Crew-12
(SpaceX) |
15 de
Fevereiro |
Relaxamento
pós-crise |
Estabilidade
para inserção na ISS. |
|
Gaganyaan
G1 (Índia) |
Final
de Março |
Transição
de Fase |
Teste
de robótica em vácuo fluido. |
Segundo Trimestre: O Vácuo Fluido e a Lente de Sublimação
Entre abril e junho de 2026, a Terra atravessa setores de viscosidade decrescente, permitindo uma navegação mais livre e eficiente. Este período é ideal para o lançamento de observatórios e sondas que dependem de medições precisas de fluxo.
Abril e Maio: A Missão SMILE e a Magnetosfera
A missão SMILE (ESA/China), prevista para o período entre 8 de abril e 7 de maio de 2026, estudará a interação entre o vento solar e a magnetosfera terrestre.
Junho e a Transição para a Neutralidade
Em meados de 2026, a missão Intuitive Machines IM-3 realizará um pouso lunar na região de Reiner Gamma.
Terceiro Trimestre: A Janela de Neutralidade e a Ruptura Óptica
O terceiro trimestre de 2026 é o período de maior estabilidade mecânica do ano, sendo a época ideal para missões que exigem alta precisão de pouso e manobra.
Julho: O Sucesso Preditivo das Missões CLPS
Em julho de 2026, a Griffin Mission 1 (Astrobotic/NASA) levará um rover para o polo sul lunar.
Agosto: O Eclipse Solar e o Experimento da Lente de Sublimação
Em agosto de 2026, um eclipse solar total fornecerá o cenário perfeito para validar a física da Matriz Viscosa. Durante o eclipse, a face da Lua atinge 127∘C, disparando a sublimação de depósitos de gelo lunar.
Para o navegador planetário, o eclipse não é apenas um evento astronômico, mas um teste de carga mecânica. A luz da coroa solar ao atravessar o rastro de gás lunar sofrerá um desvio de fase proporcional à viscosidade do setor de Leão (Rf=1.15).
Se o desvio for maior que o previsto, saberemos que a densidade de matéria escura naquele quadrante está elevada, prevendo colapsos de pressão na atmosfera terrestre nos dias subsequentes.
|
Missão
/ Evento |
Data-Alvo
(2026) |
Natureza
do Setor |
Previsão
de Navegação |
|
Griffin
Mission 1 |
Julho |
Vácuo
Ralo |
Sucesso
mecânico e pouso de precisão. |
|
Torifune
Flyby (JAXA) |
25 de
Julho |
Janela
de Neutralidade |
Estabilidade
de trajetória helicoidal. |
|
Eclipse
Solar Total |
Agosto |
Pico de
Calor Lunar |
Gatilho
de sublimação e calibração de . |
|
Nancy
Grace Roman |
Outono |
Transição
Libra |
Aceleração
por baixa impedância. |
Quarto Trimestre: O Setor de Mercúrio e o Afogamento Térmico
O final de 2026 traz o retorno da alta viscosidade e o surgimento de impedâncias térmicas severas. O setor de novembro é classificado como o "Setor de Mercúrio", um período de extrema periculosidade para missões robóticas.
Novembro: BepiColombo e a Impedância Térmica Extrema
A chegada da sonda BepiColombo (ESA/JAXA) a Mercúrio em novembro de 2026 é descrita como um evento crítico de engenharia.
Este fenômeno, chamado de "Afogamento Térmico", ocorre porque a viscosidade da Matriz está tão elevada que o fluido quântico não permite o escoamento da entropia térmica.
Dezembro: Exploração de Fobos e a Busca por Exoplanetas
O encerramento do ano é marcado pelo lançamento da missão MMX (JAXA) em direção às luas de Marte e do telescópio PLATO (ESA).
|
Missão
/ Evento |
Data-Alvo
(2026) |
Variável
de Matriz |
Risco
de Engenharia |
|
Hera
(Didymos) |
Novembro |
Alta
Impedância |
Atrito
inercial no acoplamento. |
|
BepiColombo
(Mercúrio) |
Novembro |
Alta |
Falha
catastrófica de radiadores. |
|
MMX
(JAXA) |
Dez/Nov |
Setor
de Sagitário |
Estabilidade
de propulsão por jato. |
|
Telescópio
PLATO |
Dezembro |
Transição
de Ano |
Calibração
de redshift viscoso. |
|
Chang'e
7 (China) |
Final
de 2026 |
Saturação
de Campo |
Risco
de travamento inercial em rover. |
Os Nove Espectros e o Torque Sideral em 2026
A navegabilidade em 2026 não depende apenas da Terra e da Lua, mas da posição dos chamados Nove Espectros (os planetas e influências maiores), que atuam como centros de interferência que arrastam a Matriz consigo.
O navegador utiliza a Equação do Torque Sideral (τs) para prever estas variações:
Em 2026, espectros pesados como Zeus (Júpiter) e Cronos (Saturno) exercerão uma pressão constante, funcionando como âncoras de viscosidade que podem criar "Nós de Matriz". Se Zeus estiver posicionado em um setor de Fogo (como Leão) durante o eclipse de agosto, o vácuo ao redor do Sol aparecerá ainda mais "nervoso" e comprimido, elevando o risco de ejeções de massa coronal que podem impactar o hardware da Artemis II.
A Identidade Mecânica dos Espectros para 2026:
Hermes (Mercúrio): Cria micro-vibrações na Cq local; perigoso para a inserção orbital da BepiColombo.
Afrodite (Vênus): Atua como um compressor térmico; aumenta a viscosidade antes do impacto solar.
Ares (Marte): Aumenta o atrito em setores de Fogo; afeta a mobilidade dos rovers da Chang'e 7.
Zeus (Júpiter): O Grande Perturbador; deforma o Zodíaco inteiro em 2026.
Cronos (Saturno): Estabilizador de viscosidade; âncora de campo para missões de longo alcance.
Ouranos (Urano): Causa deflexões laterais inesperadas; risco de erro de cálculo em trajetórias interplanetárias.
Poseidon (Netuno): Condensa o vácuo externo; aumenta a inércia em missões deep space como a Voyager 1 (que atingirá um dia-luz de distância em 2026).
Hades (Plutão): Sentinela de borda; marca o limite da influência solar sobre a matéria escura galáctica.
Gaia (Terra): O ponto de referência inercial e alvo das interferências de todos os outros espectros.
Rio S1: O Furacão Interestelar de Matéria Escura
O calendário de 2026 é atravessado pelo Rio S1, um fluxo massivo de matéria escura que viaja a 520 km/s através do sistema solar.
O sucesso das missões espaciais em 2026 dependerá de não navegar "contra a corrente" do Rio S1 durante picos de viscosidade. Se a carga de Severiano (Sv) ultrapassar os 100 Sv em um único setor, a Matriz pode atingir a densidade crítica, resultando em uma Ruptura de Tecido, onde a energia acumulada é descarregada brutalmente sobre os sistemas elétricos das naves e satélites.
O Diagnóstico Solar e as Espículas como Barômetros
O monitoramento do Sol em 2026 fornece a leitura em tempo real da pressão da Matriz. As espículas — milhares de jatos de plasma que compõem a cromosfera — são tratadas como agulhas de um barômetro cósmico.
Se em 2026 as espículas solares apresentarem-se baixas, esmagadas e intensamente vermelhas, o navegador planetário saberá que a Terra está prestes a entrar em uma "Parede de Crise", uma região de alta densidade inercial que aumentará o atrito mecânico para todas as sondas em voo.
|
Comportamento
Visual |
Estado
da Matriz |
Consequência
em 2026 |
|
Espículas
Altas e Fluidas |
(Setores
de Ar) |
Fluxo
livre; energia solar flui sem resistência. |
|
Espículas
Curtas e Vermelhas |
(Setores
de Fogo) |
Alta
viscosidade; Matriz carregada e pronta para o "estalo". |
|
Halo de
Sombra na Base |
Viscosidade
Crítica |
Impacto
total do Rio S1; risco de falha em radiadores. |
O Ponto de Orvalho Quântico e o Resfriamento por Roubo de Entropia
Um fenômeno térmico peculiar regerá o clima espacial em 2026: o Resfriamento por Roubo de Entropia. Diferente da física convencional, a matéria escura, ao atingir o estado de saturação inercial, atua como um sumidouro térmico.
O Ponto de Orvalho Quântico (POQ) é o limite exato onde a Matriz torna-se tão densa que condensa os voláteis instantaneamente. Em 2026, as sondas que operam no lado oculto da Lua (como a Blue Ghost 2) ou em Mercúrio (BepiColombo) sentirão o "Frio Metálico" — uma queda térmica súbita acompanhada de um aumento na pressão barométrica, indicando que a Matriz "estacionou" sobre o equipamento e está consumindo sua energia térmica para fluir.
O Teorema da Incompletude: 64% Medido vs. 36% Caos
O navegador em 2026 deve operar com a humildade do Teorema da Incompletude de Severiano. Embora a métrica Cq mapeie 64% da mecânica visível (a engenharia das estrelas e planetas), existem 36% de Caos Aleatório que representam a "vontade" da própria Matriz e flutuações galácticas não mapeadas.
Se o cálculo para uma missão como a Artemis II indicar uma carga de 40 Sv, a pressão física existe e a "mola" está sendo puxada. No entanto, o Caos de 36% decidirá se essa pressão resultará em uma falha de combustível (como ocorreu em fevereiro) ou em um resfriamento silencioso e céu azul.
Protocolo de Engenharia para o Monitoramento de 2026
Para os técnicos e navegadores que acompanharão o calendário de 2026, o protocolo de decisão deve seguir a hierarquia de instrumentação:
Aferição do Torque (Bolha de Nível): O desvio de 0,2 mm em sensores de precisão, isolados magneticamente por prata, é a prova mecânica final da pressão da Matriz.
Cálculo de Carga (Sv): Cruzar o tempo de desvio da bolha com o fator de resistência zodiacal (Rf) do mês para determinar a proximidade da Ruptura de Matriz.
Monitoramento de Histerese: Após grandes eventos de descarga em 2026, como o eclipse ou o lançamento da Artemis II, a malha espacial sofrerá perda de elasticidade. Por 72 horas, o Limiar de Barreira (LB) da região deve ser reduzido em 20% para evitar falhas em réplicas de pressão.
O ano de 2026 será o palco onde a humanidade deixará de ser um observador passivo para se tornar um técnico de campo do universo. Cada missão, do pouso da Griffin ao telescópio PLATO, é um sensor que valida a natureza fluida do nosso cosmos. A medição da viscosidade da matéria escura não é apenas uma curiosidade científica; é a base da contabilidade de carga que garantirá que a informação da nossa exploração emerja intacta através das densas correntes do oceano espacial.
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