Pacto com o Diabo
Toda vez que algo ficar se repetindo em sua mente, é o momento de limpar, falar sobre isso, compartilhar sua experiência.
Então esse assunto está muito evidente, então vou explicar de uma vez por todas para que isso diminua.
As pessoas fazem pacto com o diabo sem saber, e ignoram sua proteção demoníaca. É bem sutil o poder do demônio no mundo real, mas se manifesta de maneira comum.
Roubar, toda vez que uma pessoa rouba algo, ela está em pacto com o demônio. Essa afirmação pode gerar um fanatismo religioso sem precedentes, porém são apenas pessoas vermelhas. Lembre-se que o mundo é dividido em azuis e vermelhos.
Todo ladrão que assalta tem um pacto com o demônio, ocultar o roubo transforma esse pacto em algo maior, o diabo adora aquilo que está oculto.
Existem muitas formas de roubar, as principais e mais relevantes para os humanos são as almas.
Toda vez que roubar uma alma está interferindo no fluxo natural, em outras palavras toda vez que salva uma vida ou tira uma vida está mudando o ciclo natural, interferindo diretamente no destino de um indivíduo.
A esta altura você já deve estar pensando que vai arder no inferno por suas ações na infância, mas não se preocupe, o pacto só garante que sua alma seja do diabo.
Favores terrenos, como riqueza, poder ou conhecimento. São obtidos através desse pacto, roubar significa manter a aliança implícita com forças malignas.
Você pode confirmar isso na Bíblia . A Bíblia condena explicitamente o roubo em diversas passagens, tanto no Antigo quanto no Novo Testamento. A mensagem central é que roubar é uma transgressão contra Deus e contra o próximo, e que a honestidade e a integridade são valores fundamentais para a vida cristã.
No Antigo Testamento:
- Oitavo Mandamento: "Não roubarás" (Êxodo 20:15) é um dos Dez Mandamentos, que servem como base para a lei moral judaico-cristã.
- Lei de Moisés: O Livro de Êxodo (22) detalha leis sobre a restituição em casos de roubo, enfatizando a importância de reparar o dano causado.
- Provérbios: O livro de Provérbios adverte sobre as consequências negativas do roubo e exalta a honestidade.
No Novo Testamento:
- Ensinamentos de Jesus: Jesus enfatiza a importância de amar o próximo como a si mesmo, o que implica em respeitar a propriedade alheia.
- Cartas de Paulo: O apóstolo Paulo exorta os cristãos a abandonarem o roubo e a trabalharem honestamente (Efésios 4:28).
- 1 Coríntios 5:9-11: Paulo instrui a igreja a não se associar com aqueles que se dizem cristãos, mas são ladrões.
Princípios bíblicos sobre o roubo:
- Roubar é pecado e uma ofensa contra Deus.
- A honestidade e a integridade são qualidades essenciais para os cristãos.
- A restituição é importante para reparar o dano causado pelo roubo.
- A ganância e o amor ao dinheiro são raízes do roubo.
- O trabalho honesto é valorizado e incentivado.
Em resumo, a Bíblia ensina que o roubo é uma prática condenável que viola os princípios de justiça, amor ao próximo e respeito à propriedade alheia.
Impacto do Roubo
O roubo, um crime que viola a propriedade e a segurança pessoal, gera uma série de impactos negativos na vida da vítima, abrangendo desde o âmbito material até o psicológico e social. As consequências podem ser duradouras, afetando profundamente a qualidade de vida e o bem-estar da pessoa.
Impactos materiais:
- Perda de bens: O roubo resulta na perda de bens materiais, como dinheiro, jóias, eletrônicos e outros objetos de valor. Essa perda pode gerar dificuldades financeiras significativas, especialmente se os bens roubados forem essenciais para a vítima.
- Danos à propriedade: Em alguns casos, o roubo pode envolver danos à propriedade, como quebra de portas, janelas ou outros itens. Esses danos aumentam o prejuízo financeiro e podem gerar transtornos adicionais.
- Custos de reposição: A vítima pode ter que arcar com os custos de reposição dos bens roubados, o que pode incluir a compra de novos objetos, a contratação de serviços de segurança e outros gastos relacionados.
Impactos psicológicos:
- Trauma emocional: O roubo pode gerar um trauma emocional profundo, causando sentimentos de medo, insegurança, ansiedade e raiva. A vítima pode desenvolver transtorno de estresse pós-traumático (TEPT) e outros problemas de saúde mental.
- Perda de confiança: A vítima pode perder a confiança nas pessoas e no ambiente ao seu redor, sentindo-se vulnerável e insegura. Essa perda de confiança pode afetar seus relacionamentos e sua capacidade de se sentir segura em casa ou em outros locais.
- Sentimentos de violação: O roubo pode gerar sentimentos de violação e invasão de privacidade, fazendo com que a vítima se sinta desrespeitada e desprotegida.
Impactos sociais:
- Isolamento social: A vítima pode se isolar socialmente, evitando contato com outras pessoas e se afastando de atividades sociais. Esse isolamento pode agravar os problemas psicológicos e dificultar a recuperação.
- Mudanças no comportamento: A vítima pode mudar seu comportamento, tornando-se mais cautelosa, desconfiada e retraída. Essas mudanças podem afetar seus relacionamentos e sua vida social.
- Impacto na comunidade: O roubo pode gerar um sentimento de insegurança na comunidade, afetando a qualidade de vida e o bem-estar de todos os moradores.
Além desses impactos, o roubo também pode ter consequências legais para a vítima, como a necessidade de prestar depoimentos, participar de processos judiciais e lidar com outros trâmites legais.
O furto
É um tipo de pacto mais poderoso onde você oculta sua performance. Envolve a subtração de bens sem violência ou ameaça.
Impactos materiais:
- Perda de bens: Assim como no roubo, o furto resulta na perda de bens materiais, que podem ter valor financeiro e sentimental para a vítima.
- Danos à propriedade: Em alguns casos, o furto pode envolver danos à propriedade, como arrombamento de portas ou janelas, gerando custos adicionais para reparos.
- Custos de reposição: A vítima pode ter que arcar com os custos de reposição dos bens furtados, o que pode gerar dificuldades financeiras, especialmente se os bens forem essenciais.
Impactos psicológicos:
- Sentimento de violação: Mesmo sem violência física, o furto pode gerar um sentimento de violação e invasão de privacidade, fazendo com que a vítima se sinta insegura e vulnerável em seu próprio espaço.
- Perda de confiança: A vítima pode perder a confiança nas pessoas e no ambiente ao seu redor, sentindo-se insegura e desconfiada.
- Ansiedade e medo: O furto pode gerar sentimentos de ansiedade e medo, especialmente se a vítima se sentir vulnerável em relação à segurança de sua casa ou local de trabalho.
Impactos sociais:
- Sensação de insegurança: O furto pode gerar uma sensação de insegurança na comunidade, afetando a qualidade de vida e o bem-estar dos moradores.
- Mudanças no comportamento: A vítima pode mudar seu comportamento, tornando-se mais cautelosa e desconfiada, o que pode afetar seus relacionamentos e sua vida social.
O Diabo
A origem do diabo também varia entre as crenças. Em algumas tradições, ele é um ser primordial que sempre existiu, enquanto em outras ele é um anjo caído que se rebelou contra a divindade suprema.
O diabo assume muitas formas e nomes diferentes em diferentes culturas, refletindo as diversas crenças e mitologias.
Alguns exemplos incluem:
Satanás (judaísmo, cristianismo, islamismo)
Lúcifer (cristianismo)
Iblis (islamismo)
Angra Mainyu (zoroastrismo)
Mara (budismo)
O diabo é frequentemente retratado como um tentador que busca desviar os humanos do caminho certo, oferecendo-lhes prazeres terrenos e poder em troca de sua lealdade.
Na tradição judaico-cristã, Satanás é conhecido por tentar Eva no Jardim do Éden, levando à queda da humanidade.
A ideia de um plano do diabo para liberar energia negativa no mundo é uma construção que varia entre diferentes crenças e interpretações religiosas. No entanto, algumas ideias comuns emergem:
1. Corrupção da Humanidade:
- O objetivo principal seria desviar os humanos do caminho do bem, levando-os a cometer atos de maldade, egoísmo e violência.
- Ao fomentar a discórdia, o ódio e a ganância, o diabo busca enfraquecer os laços sociais e minar a fé nas forças do bem.
2. Criação do Caos:
- Ao espalhar a energia negativa, o diabo busca criar um ambiente de caos e desordem, onde o medo e a insegurança prevalecem.
- Esse caos facilitaria a manipulação e o controle das pessoas, tornando-as mais suscetíveis à influência maligna.
3. Separação de Deus:
- Em algumas crenças, o diabo busca separar os humanos de Deus, afastando-os da fé e da espiritualidade.
- Ao criar um abismo entre o divino e o humano, o diabo busca enfraquecer a conexão com a fonte do bem e da luz.
4. Fortalecimento do Mal:
- Ao liberar energia negativa, o diabo busca fortalecer o poder do mal no mundo, aumentando sua influência e controle sobre os humanos.
- Quanto mais energia negativa é gerada, mais forte o diabo se torna, perpetuando um ciclo vicioso de maldade e sofrimento.
5. A última batalha:
- Existe uma crença de que o diabo está preparando a humanidade para a última batalha, para o apocalipse, onde o bem e o mal se enfrentarão.
- O diabo quer reunir o maior número de almas para lutar contra Deus, e os anjos.
É importante ressaltar que essas interpretações são simbólicas e variam entre as diferentes crenças religiosas. A ideia de um plano do diabo serve como um alerta sobre os perigos da maldade e a importância de cultivar valores positivos como amor, compaixão e esperança.
Responsabilidades da Eternidade 1
A questão de quem assume a responsabilidade de policiar a humanidade contra a tentação do diabo é complexa e varia de acordo com diferentes crenças religiosas e filosóficas. Não há uma resposta única, mas podemos explorar algumas perspectivas:
1. Perspectiva Religiosa:
- Deus ou Forças Divinas:
- Em muitas religiões monoteístas, como o Cristianismo, Judaísmo e Islamismo, a responsabilidade final é atribuída a Deus. Acredita-se que Deus fornece orientação, proteção e força para resistir às tentações.
- Anjos e outras entidades celestiais também são vistos como agentes divinos que auxiliam na luta contra o mal.
- Indivíduo e Livre Arbítrio:
- Apesar da crença na intervenção divina, a maioria das religiões enfatiza o papel do indivíduo em suas próprias escolhas. O livre arbítrio permite que cada pessoa decida seguir o caminho do bem ou sucumbir à tentação.
- A responsabilidade pessoal envolve cultivar virtudes, buscar orientação espiritual e evitar situações que possam levar à tentação.
- Lideranças religiosas:
- Líderes religiosos têm o papel de orientar e guiar seus fiéis, a fim de que estes não se deixem levar pelas tentações.
2. Perspectiva Filosófica e Secular:
- Responsabilidade Individual:
- Em uma visão secular, a responsabilidade de resistir à tentação recai sobre o indivíduo. A ética, a moral e a autoconsciência desempenham um papel fundamental na tomada de decisões.
- A sociedade, através de leis e normas, também busca regular o comportamento humano e limitar as oportunidades para ações prejudiciais.
- Educação e Valores:
- A educação e a transmissão de valores positivos são vistas como ferramentas importantes para fortalecer o caráter e a capacidade de resistir à tentação.
- Uma sociedade justa e equitativa, que oferece oportunidades para todos, pode reduzir a necessidade de recorrer a meios ilícitos para alcançar objetivos.
3. Perspectiva Mitológica:
- Em muitas mitologias antigas, o papel de policiar a humanidade contra o mal é atribuído a deuses ou semideuses, que intervêm diretamente nos assuntos humanos.
Em resumo, a responsabilidade de resistir à tentação é compartilhada entre forças divinas, a sociedade e o indivíduo. A crença em um poder superior, a importância do livre arbítrio e a necessidade de cultivar valores positivos são elementos presentes em diversas perspectivas.
Possessão da alma
Uma vez que sua alma está na lista particular do Diabo, a possessão pelo demônio é facilitada. Se manifesta através de comportamentos destrutivos, corrupção moral e sofrimento psicológico, mas a redenção é sempre possível.
Se libertar da influência negativa através do arrependimento, da busca por valores positivos e da reparação dos danos causados. A busca por Deus, e uma vida de retidão, são os caminhos a serem seguidos.
É importante notar que as manifestações podem variar dependendo das crenças culturais e religiosas, mas alguns padrões comuns podem ser observados:
1. Manifestações físicas:
- Força sobre-humana: A pessoa possuída pode exibir uma força física além de suas capacidades normais, sendo capaz de levantar objetos pesados ou resistir a várias pessoas.
- Convulsões e movimentos involuntários: O corpo pode se contorcer, tremer ou realizar movimentos estranhos e incontroláveis.
- Vozes e sons anormais: A pessoa pode falar com vozes diferentes da sua, em línguas desconhecidas ou emitir sons animalescos.
- Aversão a objetos sagrados: A presença de crucifixos, água benta ou outros símbolos religiosos pode causar reações violentas ou de repulsa.
- Ferimentos auto infligidos: A pessoa pode se machucar ou se automutilar de forma inexplicável.
2. Manifestações psicológicas e emocionais:
- Mudanças drásticas de personalidade: A pessoa pode se tornar agressiva, violenta, obscena ou apresentar comportamentos completamente diferentes de sua natureza habitual.
- Amnésia e lapsos de memória: A pessoa pode não se lembrar de eventos ocorridos durante os episódios de possessão.
- Alucinações e delírios: A pessoa pode ver, ouvir ou sentir coisas que não existem, ou acreditar em ideias irracionais e paranóicas.
- Conhecimento de informações ocultas: A pessoa pode revelar segredos ou informações que não teria como saber.
- Comportamento autodestrutivo: A pessoa pode se envolver em atividades perigosas ou prejudiciais, como abuso de substâncias ou tentativas de suicídio.
3. Impacto social:
- Isolamento e rejeição: A pessoa possuída pode ser evitada ou rejeitada por amigos e familiares, devido ao seu comportamento perturbador.
- Medo e terror: A presença da pessoa possuída pode causar medo e terror em outras pessoas, especialmente crianças.
- Violência e agressão: A pessoa possuída pode se tornar violenta e agressiva, representando um perigo para si mesma e para os outros.